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Gengibre pode ajudar contra náuseas, dor e inflamação; veja os benefícios para a saúde

Presente em chás, sucos, temperos e diversas receitas, o gengibre pode fazer mais do que dar sabor aos alimentos. A raiz é alvo de estudos científicos que investigam seus possíveis efeitos sobre diferentes aspectos da saúde, principalmente por causa dos compostos bioativos presentes em sua composição.

Entre os benefícios mais estudados está o auxílio no controle de náuseas e vômitos. Uma revisão de estudos publicada em 2024 encontrou resultados favoráveis para casos relacionados à quimioterapia, ao período após cirurgias e à gravidez. Os pesquisadores, no entanto, alertam que parte das evidências ainda apresenta limitações metodológicas.

O gengibre também é investigado por possíveis efeitos relacionados à dor e à inflamação. Algumas pesquisas identificaram alterações em marcadores inflamatórios após o consumo da raiz, além de resultados promissores em determinados quadros de dor. Ainda assim, os efeitos podem variar conforme a condição analisada, a quantidade consumida e a qualidade dos estudos disponíveis.

O que existe no gengibre?

O interesse da ciência está principalmente nos chamados compostos bioativos. O gengibre comum, conhecido cientificamente como Zingiber officinale, possui substâncias como os gingeróis, que são investigadas por suas propriedades biológicas.

A raiz também contém pequenas quantidades de vitamina C, vitaminas do complexo B e minerais. Por isso, apesar de fazer parte de uma alimentação equilibrada, não deve ser considerada uma fonte concentrada de vitaminas.


Leia mais

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E as pesquisas no Amazonas?

O interesse pelo gengibre também chegou aos laboratórios da Amazônia. A Embrapa Amazônia Ocidental já realizou pesquisas com diferentes acessos de Zingiber officinale cultivados nas condições de Manaus, avaliando características agronômicas e químicas da planta.

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) também estuda outra espécie, conhecida como gengibre-amargo (Zingiber zerumbet). A planta possui compostos de interesse científico, entre eles a zerumbona.

O instituto desenvolveu uma tecnologia patenteada baseada em extrato de Zingiber zerumbet para uma composição farmacêutica relacionada à redução da dor. Em 2025, o INPA também apresentou uma oferta tecnológica para licenciamento de um produto alimentício produzido com gengibre-amargo e frutas amazônicas.

Apesar das pesquisas e dos resultados promissores, é importante diferenciar o gengibre comum do gengibre-amargo, já que são espécies diferentes.

Assim, o gengibre pode fazer parte da alimentação e apresenta efeitos que continuam sendo investigados pela ciência. Mas não deve ser tratado como substituto de medicamentos ou como cura para doenças. Os possíveis benefícios dependem da forma de consumo, da quantidade e das condições de saúde de cada pessoa.

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Presente em chás, sucos, temperos e diversas receitas, o gengibre pode fazer mais do que dar sabor aos alimentos. A raiz é alvo de estudos científicos que investigam seus possíveis efeitos sobre diferentes aspectos da saúde, principalmente por causa dos compostos bioativos presentes em sua composição.

Entre os benefícios mais estudados está o auxílio no controle de náuseas e vômitos. Uma revisão de estudos publicada em 2024 encontrou resultados favoráveis para casos relacionados à quimioterapia, ao período após cirurgias e à gravidez. Os pesquisadores, no entanto, alertam que parte das evidências ainda apresenta limitações metodológicas.

O gengibre também é investigado por possíveis efeitos relacionados à dor e à inflamação. Algumas pesquisas identificaram alterações em marcadores inflamatórios após o consumo da raiz, além de resultados promissores em determinados quadros de dor. Ainda assim, os efeitos podem variar conforme a condição analisada, a quantidade consumida e a qualidade dos estudos disponíveis.

O que existe no gengibre?

O interesse da ciência está principalmente nos chamados compostos bioativos. O gengibre comum, conhecido cientificamente como Zingiber officinale, possui substâncias como os gingeróis, que são investigadas por suas propriedades biológicas.

A raiz também contém pequenas quantidades de vitamina C, vitaminas do complexo B e minerais. Por isso, apesar de fazer parte de uma alimentação equilibrada, não deve ser considerada uma fonte concentrada de vitaminas.


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Apesar das pesquisas e dos resultados promissores, é importante diferenciar o gengibre comum do gengibre-amargo, já que são espécies diferentes.

Assim, o gengibre pode fazer parte da alimentação e apresenta efeitos que continuam sendo investigados pela ciência. Mas não deve ser tratado como substituto de medicamentos ou como cura para doenças. Os possíveis benefícios dependem da forma de consumo, da quantidade e das condições de saúde de cada pessoa.

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