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IBGE revela os nomes mais comuns no Brasil nos últimos 90 anos

Mesmo com a dominância desses nomes clássicos, uma nova tendência começa a crescer entre as gerações mais jovens, nomes únicos, curtos, com grafias criativas ou de sonoridade internacional

Escolher o nome de um filho pode parecer um gesto simples, mas carrega muito mais do que gosto pessoal. É um reflexo da cultura, da religião, das tradições familiares e, muitas vezes, das influências do momento. No Brasil, no entanto, alguns nomes atravessam o tempo sem sair de moda.
Um levantamento do IBGE revela os nomes mais registrados no país nos últimos 90 anos e mostra que os campeões continuam sendo os mesmos: Maria, José, Ana e João. E por trás dessa constância, há uma combinação poderosa de fé, costume e representatividade popular.

Três fatores explicam a permanência desses nomes no topo: tradição religiosa, influência familiar e impacto cultural. Além disso, nomes curtos e fáceis de pronunciar acabam se mantendo entre os preferidos ao longo das gerações.


Leia mais:

Número de evangélicos cresce e de católicos reduz no Brasil, segundo IBGE

Veja os 20 nomes com mais registros no Brasil:
1.Maria – 11.734.129 registros
2.José – 5.754.529
3.Ana – 3.089.858
4.João – 2.984.119
5.Antônio – 2.576.348
6.Francisco – 1.772.197
7.Carlos – 1.489.191
8.Paulo – 1.423.262
9.Pedro – 1.219.605
10.Lucas – 1.127.310
11.Luiz – 1.107.792
12.Marcos – 1.106.165
13.Luís – 935.905
14.Gabriel – 932.449
15.Rafael – 821.638
16.Francisca – 725.642
17.Daniel – 711.338
18.Marcelo – 693.215
19.Bruno – 668.217
20.Eduardo – 632.664
Mesmo com a dominância desses nomes clássicos, uma nova tendência começa a crescer entre as gerações mais jovens, nomes únicos, curtos, com grafias criativas ou de sonoridade internacional.
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Escolher o nome de um filho pode parecer um gesto simples, mas carrega muito mais do que gosto pessoal. É um reflexo da cultura, da religião, das tradições familiares e, muitas vezes, das influências do momento. No Brasil, no entanto, alguns nomes atravessam o tempo sem sair de moda.
Um levantamento do IBGE revela os nomes mais registrados no país nos últimos 90 anos e mostra que os campeões continuam sendo os mesmos: Maria, José, Ana e João. E por trás dessa constância, há uma combinação poderosa de fé, costume e representatividade popular.

Três fatores explicam a permanência desses nomes no topo: tradição religiosa, influência familiar e impacto cultural. Além disso, nomes curtos e fáceis de pronunciar acabam se mantendo entre os preferidos ao longo das gerações.


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1.Maria – 11.734.129 registros
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5.Antônio – 2.576.348
6.Francisco – 1.772.197
7.Carlos – 1.489.191
8.Paulo – 1.423.262
9.Pedro – 1.219.605
10.Lucas – 1.127.310
11.Luiz – 1.107.792
12.Marcos – 1.106.165
13.Luís – 935.905
14.Gabriel – 932.449
15.Rafael – 821.638
16.Francisca – 725.642
17.Daniel – 711.338
18.Marcelo – 693.215
19.Bruno – 668.217
20.Eduardo – 632.664
Mesmo com a dominância desses nomes clássicos, uma nova tendência começa a crescer entre as gerações mais jovens, nomes únicos, curtos, com grafias criativas ou de sonoridade internacional.
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