Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Copa dos Sabores: o que comer durante a final entre Espanha e Argentina

Espanha e Argentina, que disputam a final da Copa do Mundo da Fifa de 2026 neste domingo (19/7), têm gastronomias tão marcantes e distintas quanto os estilos de jogo das duas seleções. A decisão será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Enquanto a seleção espanhola tem como principal característica o jogo coletivo, envolvendo atletas como o goleiro Unai Simón, o volante Rodri, o meia Dani Olmo e o atacante Lamine Yamal, a gastronomia do país também se destaca pela diversidade. Frutos do mar, azeites, sopas, embutidos e churros estão entre os símbolos da mesa espanhola.

A seleção argentina, por sua vez, constrói seu futebol em torno de Lionel Messi, com jogadores de todas as posições trabalhando para que o camisa 10 brilhe, assim como fizeram outros ídolos do país, como Maradona, nos anos 1980, e Di Stéfano, na década de 1950. Na culinária argentina, o protagonismo pertence ao churrasco, acompanhado por empanadas, linguiças e outros pratos tradicionais.

Torça e monte um cardápio

Se o apito inicial está marcado para a tarde, a decisão gastronômica pode começar muito antes. Entre paellas, tapas, empanadas e churrasco, o torcedor pode transformar a final entre Espanha e Argentina em uma verdadeira Copa dos Sabores.

A proposta é simples: até o almoço, não é necessário escolher um lado. O cardápio pode reunir o melhor dos dois países finalistas; depois do jogo, o resultado define o menu da comemoração.

Antes de a bola rolar: o cardápio da decisão

A manhã pode começar em clima espanhol, com uma tortilha de batatas cortada em pequenos pedaços e acompanhada de pão rústico com tomate ralado, azeite e jamón serrano. Para beber, café forte, uma tradição compartilhada pelos dois países.

Quem preferir uma opção argentina pode apostar nas tradicionais medialunas, semelhantes aos croissants franceses e geralmente servidas com doce de leite.

Petiscos do pré-jogo

Enquanto os comentaristas fazem suas previsões, dois craques das entradas podem entrar em campo.

Do lado espanhol, uma seleção de tapas: croquetas, azeitonas, queijo manchego, produzido com leite de ovelha, e fatias de jamón.

Do lado argentino, empanadas de carne, frango ou queijo são fáceis de servir e ideais para saborear sem perder nenhum lance da partida.

Almoço da final

É o momento em que as duas cozinhas dividem o protagonismo.

A Espanha entra em campo com uma de suas estrelas: a paella, preparada com arroz, açafrão, legumes, frutos do mar ou carnes bovina e suína. Para dar um toque amazônico ao prato, também é possível acrescentar costelas de tambaqui fritas.

A Argentina responde com o asado, preparado lentamente na churrasqueira e acompanhado de provoleta derretida, linguiças artesanais e o indispensável molho chimichurri.

Depois do apito final, o cardápio depende do campeão

Se a Espanha levantar a taça

A comemoração seguirá em ritmo espanhol. No lanche da tarde, a mesa pode ganhar churros mergulhados em chocolate quente e porções de tapas para prolongar a festa.

No jantar, entram em campo o pulpo à galega — polvo cozido, cortado em rodelas e servido sobre uma base de batatas, com azeite, sal grosso e páprica —, além de croquetas, jamón ibérico e uma nova rodada de paella para quem quiser reviver o sabor da vitória.

A sobremesa fica por conta da tradicional crema catalana, preparada com leite e gemas, espessada com amido de milho e aromatizada com casca de limão e canela. O doce é finalizado com uma crosta de açúcar caramelizado.

Se a Argentina conquistar o título

Se a taça viajar novamente para Buenos Aires, o churrasco poderá continuar aceso.

No lanche da tarde, a opção é o choripán, famoso sanduíche de linguiça preparado na parrilla, acompanhado de alfajores recheados com doce de leite. O alfajor é formado por duas massas redondas unidas por uma generosa camada de recheio.

À noite, o jantar ganha cortes como bife de chorizo, ojo de bife e vacío, acompanhados de saladas, provoleta e chimichurri. No Brasil, alguns desses cortes correspondem a partes do contrafilé.

Para encerrar a comemoração, flan com doce de leite ou mais alfajores completam o cardápio argentino.

Independentemente de quem levante a Copa do Mundo, o torcedor sai vencedor à mesa. Poucas finais colocam frente a frente duas tradições gastronômicas tão respeitadas: a bola decide o campeão, mas o paladar dificilmente escolherá apenas um lado.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Espanha e Argentina, que disputam a final da Copa do Mundo da Fifa de 2026 neste domingo (19/7), têm gastronomias tão marcantes e distintas quanto os estilos de jogo das duas seleções. A decisão será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Enquanto a seleção espanhola tem como principal característica o jogo coletivo, envolvendo atletas como o goleiro Unai Simón, o volante Rodri, o meia Dani Olmo e o atacante Lamine Yamal, a gastronomia do país também se destaca pela diversidade. Frutos do mar, azeites, sopas, embutidos e churros estão entre os símbolos da mesa espanhola.

A seleção argentina, por sua vez, constrói seu futebol em torno de Lionel Messi, com jogadores de todas as posições trabalhando para que o camisa 10 brilhe, assim como fizeram outros ídolos do país, como Maradona, nos anos 1980, e Di Stéfano, na década de 1950. Na culinária argentina, o protagonismo pertence ao churrasco, acompanhado por empanadas, linguiças e outros pratos tradicionais.

Torça e monte um cardápio

Se o apito inicial está marcado para a tarde, a decisão gastronômica pode começar muito antes. Entre paellas, tapas, empanadas e churrasco, o torcedor pode transformar a final entre Espanha e Argentina em uma verdadeira Copa dos Sabores.

A proposta é simples: até o almoço, não é necessário escolher um lado. O cardápio pode reunir o melhor dos dois países finalistas; depois do jogo, o resultado define o menu da comemoração.

Antes de a bola rolar: o cardápio da decisão

A manhã pode começar em clima espanhol, com uma tortilha de batatas cortada em pequenos pedaços e acompanhada de pão rústico com tomate ralado, azeite e jamón serrano. Para beber, café forte, uma tradição compartilhada pelos dois países.

Quem preferir uma opção argentina pode apostar nas tradicionais medialunas, semelhantes aos croissants franceses e geralmente servidas com doce de leite.

Petiscos do pré-jogo

Enquanto os comentaristas fazem suas previsões, dois craques das entradas podem entrar em campo.

Do lado espanhol, uma seleção de tapas: croquetas, azeitonas, queijo manchego, produzido com leite de ovelha, e fatias de jamón.

Do lado argentino, empanadas de carne, frango ou queijo são fáceis de servir e ideais para saborear sem perder nenhum lance da partida.

Almoço da final

É o momento em que as duas cozinhas dividem o protagonismo.

A Espanha entra em campo com uma de suas estrelas: a paella, preparada com arroz, açafrão, legumes, frutos do mar ou carnes bovina e suína. Para dar um toque amazônico ao prato, também é possível acrescentar costelas de tambaqui fritas.

A Argentina responde com o asado, preparado lentamente na churrasqueira e acompanhado de provoleta derretida, linguiças artesanais e o indispensável molho chimichurri.

Depois do apito final, o cardápio depende do campeão

Se a Espanha levantar a taça

A comemoração seguirá em ritmo espanhol. No lanche da tarde, a mesa pode ganhar churros mergulhados em chocolate quente e porções de tapas para prolongar a festa.

No jantar, entram em campo o pulpo à galega — polvo cozido, cortado em rodelas e servido sobre uma base de batatas, com azeite, sal grosso e páprica —, além de croquetas, jamón ibérico e uma nova rodada de paella para quem quiser reviver o sabor da vitória.

A sobremesa fica por conta da tradicional crema catalana, preparada com leite e gemas, espessada com amido de milho e aromatizada com casca de limão e canela. O doce é finalizado com uma crosta de açúcar caramelizado.

Se a Argentina conquistar o título

Se a taça viajar novamente para Buenos Aires, o churrasco poderá continuar aceso.

No lanche da tarde, a opção é o choripán, famoso sanduíche de linguiça preparado na parrilla, acompanhado de alfajores recheados com doce de leite. O alfajor é formado por duas massas redondas unidas por uma generosa camada de recheio.

À noite, o jantar ganha cortes como bife de chorizo, ojo de bife e vacío, acompanhados de saladas, provoleta e chimichurri. No Brasil, alguns desses cortes correspondem a partes do contrafilé.

Para encerrar a comemoração, flan com doce de leite ou mais alfajores completam o cardápio argentino.

Independentemente de quem levante a Copa do Mundo, o torcedor sai vencedor à mesa. Poucas finais colocam frente a frente duas tradições gastronômicas tão respeitadas: a bola decide o campeão, mas o paladar dificilmente escolherá apenas um lado.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Piolho na escola: de quem é a responsabilidade?

Um desabafo publicado por uma tia nas redes sociais reacendeu o debate sobre a responsabilidade pelo controle da pediculose, infestação causada por piolhos, e...

Nova espécie de molusco é batizada em homenagem a goleiro Vozinha

Uma nova espécie de molusco marinho descoberta durante uma expedição científica no Caribe recebeu um nome inusitado: Aldisa vozinha. A homenagem foi feita pelo...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Dormir com a luz acesa pode aumentar risco de infarto, aponta estudo

Dormir em um ambiente iluminado pode fazer mais do que atrapalhar uma boa noite de sono. Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou...

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Piolho na escola: de quem é a responsabilidade?

Um desabafo publicado por uma tia nas redes sociais reacendeu o debate sobre a responsabilidade pelo controle da pediculose, infestação causada por piolhos, e...

Nova espécie de molusco é batizada em homenagem a goleiro Vozinha

Uma nova espécie de molusco marinho descoberta durante uma expedição científica no Caribe recebeu um nome inusitado: Aldisa vozinha. A homenagem foi feita pelo...

Dormir com a luz acesa pode aumentar risco de infarto, aponta estudo

Dormir em um ambiente iluminado pode fazer mais do que atrapalhar uma boa noite de sono. Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou...

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]