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Trocar a escova de dentes: saiba quando fazer, e porque é importante

Trocar de escova de dentes pode parecer algo bobo, mas é importantíssimo para a saúde bucal. Com o passar do tempo, as cerdas se desgastam, acumulam microrganismos e deixam de remover a placa bacteriana de forma eficaz.

Especialistas apontam que não adianta escovar os dentes todos os dias, se a escova não estiver em boas condições. A pessoa ainda assim pode desenvolver cáries, gengivite ou mau hálito.

Além disso, existem doenças que exigem a troca imediata após a recuperação. Letícia Bucchianeri, coordenadora do curso de odontologia da faculdade Aria, em Brasília, explica:

“Pacientes com infecções respiratórias ou orais devem substituir a escova assim que se recuperarem, pois as cerdas podem abrigar os microrganismos causadores dessas doenças”.

Quando trocar a escova?

O principal sinal de que a escova dental perdeu a eficácia é a mudança no formato das cerdas: Se elas adquirem aquele formato de leque, a limpeza da boca já se encontra comprometida, porque as cerdas não conseguem mais alcançar os espaços entre os dentes e a linha da gengiva.

Além disso, as cerdas deformadas podem ferir a gengiva, causar sensibilidade e deixar os dentes mais suscetíveis à ação de bactérias.

Recomenda-se que escovas sejam trocadas a cada três meses.

Apesar das diferenças de formato e tecnologia, as escovas manuais e elétricas devem ser substituídas com a mesma frequência: a cada três meses, em média. No caso das elétricas, só a cabeça precisa ser trocada, seguindo as orientações do fabricante.

A forma de uso também influencia na durabilidade da escova. Escovar com muita força, morder o cabo ou deixar a escova cair no chão reduz o tempo de vida útil do produto.

Crianças, por exemplo, costumam desgastar as cerdas mais rápido e podem precisar de substituições em menos tempo.


Leia mais:

Como manter uma boa higiene bucal? Conheça 5 dicas infalíveis e essenciais

Sarcopenia avança entre idosos e eleva risco de morte e acidentes domésticos, alerta estudo


Cuidados com a escova no banheiro

Especialistas afirmam que umidade e a falta de ventilação no banheiro favorecem o crescimento de fungos e bactérias nas cerdas, por isso, o banheiro é um local propício à contaminação.

As partículas liberadas durante a descarga também podem se depositar sobre as escovas, principalmente quando se dá a descarga com a tampa aberta. Nesse contexto, para manter a escova limpa, é importante enxaguar bem depois do uso, remover o excesso de água e deixar sempre na posição vertical.

Também é recomendado evitar capas protetoras, porque elas mantêm a umidade e aumentam o risco de contaminação.

Em banheiros compartilhados, as escovas devem ser guardadas separadas, sem contato entre as cerdas.

*Com informações de Metrópoles.

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Trocar de escova de dentes pode parecer algo bobo, mas é importantíssimo para a saúde bucal. Com o passar do tempo, as cerdas se desgastam, acumulam microrganismos e deixam de remover a placa bacteriana de forma eficaz.

Especialistas apontam que não adianta escovar os dentes todos os dias, se a escova não estiver em boas condições. A pessoa ainda assim pode desenvolver cáries, gengivite ou mau hálito.

Além disso, existem doenças que exigem a troca imediata após a recuperação. Letícia Bucchianeri, coordenadora do curso de odontologia da faculdade Aria, em Brasília, explica:

“Pacientes com infecções respiratórias ou orais devem substituir a escova assim que se recuperarem, pois as cerdas podem abrigar os microrganismos causadores dessas doenças”.

Quando trocar a escova?

O principal sinal de que a escova dental perdeu a eficácia é a mudança no formato das cerdas: Se elas adquirem aquele formato de leque, a limpeza da boca já se encontra comprometida, porque as cerdas não conseguem mais alcançar os espaços entre os dentes e a linha da gengiva.

Além disso, as cerdas deformadas podem ferir a gengiva, causar sensibilidade e deixar os dentes mais suscetíveis à ação de bactérias.

Recomenda-se que escovas sejam trocadas a cada três meses.

Apesar das diferenças de formato e tecnologia, as escovas manuais e elétricas devem ser substituídas com a mesma frequência: a cada três meses, em média. No caso das elétricas, só a cabeça precisa ser trocada, seguindo as orientações do fabricante.

A forma de uso também influencia na durabilidade da escova. Escovar com muita força, morder o cabo ou deixar a escova cair no chão reduz o tempo de vida útil do produto.

Crianças, por exemplo, costumam desgastar as cerdas mais rápido e podem precisar de substituições em menos tempo.


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As partículas liberadas durante a descarga também podem se depositar sobre as escovas, principalmente quando se dá a descarga com a tampa aberta. Nesse contexto, para manter a escova limpa, é importante enxaguar bem depois do uso, remover o excesso de água e deixar sempre na posição vertical.

Também é recomendado evitar capas protetoras, porque elas mantêm a umidade e aumentam o risco de contaminação.

Em banheiros compartilhados, as escovas devem ser guardadas separadas, sem contato entre as cerdas.

*Com informações de Metrópoles.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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