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EUA dizem ter enviado 200 soldados a Caracas para capturar Nicolás Maduro

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (5/1) que cerca de 200 militares americanos participaram da operação que resultou na prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no último sábado (3), em Caracas.

Segundo Hegseth, a ação ocorreu na região central da capital venezuelana e terminou com a detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Ambos foram levados posteriormente aos Estados Unidos. De acordo com o secretário, não houve mortes entre os militares americanos envolvidos na operação.

“Cerca de 200 militares americanos participaram da missão para deter um indivíduo procurado pela Justiça dos Estados Unidos”, afirmou Hegseth, em declaração oficial.

Ainda não há confirmação sobre feridos do lado americano. Cuba, aliada do governo venezuelano, informou que 32 cidadãos cubanos teriam morrido durante a ofensiva. O governo cubano afirmou que havia agentes no país com a missão de prestar apoio à segurança do presidente venezuelano.

A prisão foi confirmada publicamente por Donald Trump, que declarou que a operação incluiu ações simultâneas em diferentes regiões da Venezuela. O governo dos Estados Unidos acusa Maduro de chefiar o chamado Cartel de los Soles, organização classificada por Washington como grupo terrorista internacional, além de envolvimento em narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. As acusações são negadas pelo governo venezuelano.


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Após a captura, Maduro foi levado ao Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, onde permanece preso enquanto aguarda julgamento. Cilia Flores também foi transferida para os Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, o casal compareceu a uma audiência de instrução em um tribunal federal de Manhattan, conduzida pelo juiz Alvin K. Hellerstein. Durante a sessão, Maduro se declarou inocente das acusações apresentadas.

Por meio de um tradutor, ele afirmou não reconhecer as acusações e declarou que considera sua prisão ilegal. Cilia Flores também se declarou inocente. O juiz informou que ambos têm direito a contato com o consulado da Venezuela, e o casal manifestou interesse em receber assistência consular.

As autoridades americanas seguem com os trâmites judiciais, enquanto governos da região acompanham os desdobramentos do caso.

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (5/1) que cerca de 200 militares americanos participaram da operação que resultou na prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no último sábado (3), em Caracas.

Segundo Hegseth, a ação ocorreu na região central da capital venezuelana e terminou com a detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Ambos foram levados posteriormente aos Estados Unidos. De acordo com o secretário, não houve mortes entre os militares americanos envolvidos na operação.

“Cerca de 200 militares americanos participaram da missão para deter um indivíduo procurado pela Justiça dos Estados Unidos”, afirmou Hegseth, em declaração oficial.

Ainda não há confirmação sobre feridos do lado americano. Cuba, aliada do governo venezuelano, informou que 32 cidadãos cubanos teriam morrido durante a ofensiva. O governo cubano afirmou que havia agentes no país com a missão de prestar apoio à segurança do presidente venezuelano.

A prisão foi confirmada publicamente por Donald Trump, que declarou que a operação incluiu ações simultâneas em diferentes regiões da Venezuela. O governo dos Estados Unidos acusa Maduro de chefiar o chamado Cartel de los Soles, organização classificada por Washington como grupo terrorista internacional, além de envolvimento em narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. As acusações são negadas pelo governo venezuelano.


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Por meio de um tradutor, ele afirmou não reconhecer as acusações e declarou que considera sua prisão ilegal. Cilia Flores também se declarou inocente. O juiz informou que ambos têm direito a contato com o consulado da Venezuela, e o casal manifestou interesse em receber assistência consular.

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