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Governo veta renegociação de dívidas de MEIs e empresas do Simples Nacional

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou hoje, dia 7, projeto de lei que previa abertura de programa de renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples Nacional.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta.

Veja mais:

Contribuição mensal para MEIs passará a ter novo valor a partir de fevereiro

Governo Bolsonaro cria o MEI Caminhoneiros

A justificativa para o veto se deve à renúncia de receita: a equipe do ministério da Economia apontou que tais renegociações de dívidas poderiam incorrer num impacto de até 600 milhões de reais só neste ano fiscal, incorrendo em risco de violação à Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, o presidente não queria vetar a medida – chegou a afirmar isso antes da sua live tradicional de quinta-feira, sem perceber que a transmissão já tinha começado – e todo o processo gerou mal estar entre Planalto e Congresso.

Em fevereiro, parlamentares analisarão o veto presidencial e poderão derrubá-lo no Congresso. A articulação para isso será forte, de acordo com Marco Bertaiolli (PSD-SP), deputado relator da proposta na Câmara e coordenador da Frente Parlamentar do Empreendedorismo. “São 4,5 milhões de empresas que o governo deixaria de beneficiar”, disse Bertaiolli.

Via Folha de S. Paulo.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou hoje, dia 7, projeto de lei que previa abertura de programa de renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples Nacional.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta.

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Contribuição mensal para MEIs passará a ter novo valor a partir de fevereiro

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A justificativa para o veto se deve à renúncia de receita: a equipe do ministério da Economia apontou que tais renegociações de dívidas poderiam incorrer num impacto de até 600 milhões de reais só neste ano fiscal, incorrendo em risco de violação à Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, o presidente não queria vetar a medida – chegou a afirmar isso antes da sua live tradicional de quinta-feira, sem perceber que a transmissão já tinha começado – e todo o processo gerou mal estar entre Planalto e Congresso.

Em fevereiro, parlamentares analisarão o veto presidencial e poderão derrubá-lo no Congresso. A articulação para isso será forte, de acordo com Marco Bertaiolli (PSD-SP), deputado relator da proposta na Câmara e coordenador da Frente Parlamentar do Empreendedorismo. “São 4,5 milhões de empresas que o governo deixaria de beneficiar”, disse Bertaiolli.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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