Na última sexta-feira (26/8), uma menina de 6 anos que foi resgatada de um cárcere privado em Sorocaba, interior de São Paulo. A criança foi encontrada na casa em que morava com o pai e a mãe. Os três dividiam um mesmo colchão posicionado no chão do quarto do casal.
De acordo com informações da conselheira tutelar responsável pelo caso, a menina passava a maior parte do tempo assistindo a vídeos pornográficos no celular. A perícia médica descartou que ela tenha sido abusada sexualmente.
“A menina ficava o dia inteiro no celular. No primeiro contato que tivemos com ela, esse celular foi apreendido. Os conselheiros sempre olham o que a criança está vendo e, nesse caso, viram que havia muitas pesquisas pornográficas no celular dela”, explicou ao site Metrópoles Lígia Guerra, conselheira tutelar responsável pelo caso.
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Na última sexta-feira (26/8), uma menina de 6 anos que foi resgatada de um cárcere privado em Sorocaba, interior de São Paulo. A criança foi encontrada na casa em que morava com o pai e a mãe. Os três dividiam um mesmo colchão posicionado no chão do quarto do casal.
De acordo com informações da conselheira tutelar responsável pelo caso, a menina passava a maior parte do tempo assistindo a vídeos pornográficos no celular. A perícia médica descartou que ela tenha sido abusada sexualmente.
“A menina ficava o dia inteiro no celular. No primeiro contato que tivemos com ela, esse celular foi apreendido. Os conselheiros sempre olham o que a criança está vendo e, nesse caso, viram que havia muitas pesquisas pornográficas no celular dela”, explicou ao site Metrópoles Lígia Guerra, conselheira tutelar responsável pelo caso.
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