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Disputa de facções criminosas foi a motivação do tiroteio em bar que matou médica e empresária em Coari

A morte injusta da médica e da empresária que tinham 62 e 39 anos, foi causada por uma disputa entre facções criminosas. O crime ocorreu no dia 21 de julho deste ano, durante um tiroteio em um bar, no município de Coari (à 363 quilômetros de Manaus).

Arizonilson da Silva de Souza, 24; Eduardo da Silveira Moriz, 20; João Carlos Ribeiro da Silva, 28, foram presos na última terça-feira (26/07), por envolvimento no ataque.

Na ocasião do crime, dois homens chegaram ao bar e efetuaram diversos disparos contra Arizonilson, Eduardo e João Carlos. Os tiros atingiram uma empresária e uma médica, que tinham 62 e 39 anos, respectivamente, que foram a óbito e não tinham relação com os autores, tampouco com os alvos.

“Trata-se de um crime covarde, resultante da disputa das organizações criminosas pela distribuição de drogas por meio fluvial. Duas mulheres inocentes foram mortas, na ocasião em que os dois indivíduos armados entraram no bar e efetuaram tiros contra os alvos, que se abrigaram atrás delas”, disse o delegado-geral adjunto Guilherme Torres.


Saiba mais:

Médica e empresária são mortas durante tiroteio em bar no interior do Amazonas

Suspeitos de matarem empresária e médica são presos no município de Coari


O delegado-geral adjunto, em nome da instituição, solidarizou-se com os familiares das vítimas e com a comunidade.

“Elas eram duas pessoas muito benquistas em Coari e, infelizmente, foram a óbito em razão dessa situação. De alguma forma, estamos apresentando justiça aos familiares dessas pessoas com as prisões desses criminosos, e entre eles está o líder dos piratas dos rios”, informou Guilherme.

Conforme o delegado José Barradas, titular da unidade policial, as investigações apontam que há algumas semanas os piratas de rios, comandados por Eduardo Moriz, tomaram uma grande quantidade de drogas de narcotraficantes colombianos e de uma organização criminosa que atua no estado.

“Essa organização criminosa determinou que Eneflis Rubim Batos, 33, e Felipe Souza de Castro, 21, ‘soldados’ do grupo criminoso, fossem ao bar onde os piratas de rios Arizonilson, Eduardo Moriz e João Carlos estavam e os executassem. Entretanto, os três indivíduos também estavam armados e houve uma troca de tiros entre eles”, explicou o delegado.

Segundo o delegado, a empresária e a médica foram usadas como escudos pelos piratas de rios e foram alvejadas pelos disparos efetuados por Eneflis e Felipe.

“As mulheres foram socorridas e levadas ao hospital do município, onde ainda chegaram conscientes, todavia elas não resistiram e foram a óbito devido à gravidade dos ferimentos. A partir disso, iniciamos uma intensa investigação e conseguimos identificar os autores desse crime”, disse o delegado.

De acordo com o delegado, Eduardo Moriz era o principal alvo da equipe policial, uma vez que ele é apontado como um dos líderes dos piratas dos rios.

“Ele e João Carlos estão aguardando a transferência para uma unidade prisional de Manaus, medida que já foi determinada pela Justiça. O Arizonilson está internado em um hospital da capital amazonense, em razão dos tiros que recebeu durante a ação criminosa”, citou o delegado.

Os indivíduos responderão por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e sem direito de defesa para a vítima e ficarão à disposição da Justiça.

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A morte injusta da médica e da empresária que tinham 62 e 39 anos, foi causada por uma disputa entre facções criminosas. O crime ocorreu no dia 21 de julho deste ano, durante um tiroteio em um bar, no município de Coari (à 363 quilômetros de Manaus).

Arizonilson da Silva de Souza, 24; Eduardo da Silveira Moriz, 20; João Carlos Ribeiro da Silva, 28, foram presos na última terça-feira (26/07), por envolvimento no ataque.

Na ocasião do crime, dois homens chegaram ao bar e efetuaram diversos disparos contra Arizonilson, Eduardo e João Carlos. Os tiros atingiram uma empresária e uma médica, que tinham 62 e 39 anos, respectivamente, que foram a óbito e não tinham relação com os autores, tampouco com os alvos.

“Trata-se de um crime covarde, resultante da disputa das organizações criminosas pela distribuição de drogas por meio fluvial. Duas mulheres inocentes foram mortas, na ocasião em que os dois indivíduos armados entraram no bar e efetuaram tiros contra os alvos, que se abrigaram atrás delas”, disse o delegado-geral adjunto Guilherme Torres.


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“Elas eram duas pessoas muito benquistas em Coari e, infelizmente, foram a óbito em razão dessa situação. De alguma forma, estamos apresentando justiça aos familiares dessas pessoas com as prisões desses criminosos, e entre eles está o líder dos piratas dos rios”, informou Guilherme.

Conforme o delegado José Barradas, titular da unidade policial, as investigações apontam que há algumas semanas os piratas de rios, comandados por Eduardo Moriz, tomaram uma grande quantidade de drogas de narcotraficantes colombianos e de uma organização criminosa que atua no estado.

“Essa organização criminosa determinou que Eneflis Rubim Batos, 33, e Felipe Souza de Castro, 21, ‘soldados’ do grupo criminoso, fossem ao bar onde os piratas de rios Arizonilson, Eduardo Moriz e João Carlos estavam e os executassem. Entretanto, os três indivíduos também estavam armados e houve uma troca de tiros entre eles”, explicou o delegado.

Segundo o delegado, a empresária e a médica foram usadas como escudos pelos piratas de rios e foram alvejadas pelos disparos efetuados por Eneflis e Felipe.

“As mulheres foram socorridas e levadas ao hospital do município, onde ainda chegaram conscientes, todavia elas não resistiram e foram a óbito devido à gravidade dos ferimentos. A partir disso, iniciamos uma intensa investigação e conseguimos identificar os autores desse crime”, disse o delegado.

De acordo com o delegado, Eduardo Moriz era o principal alvo da equipe policial, uma vez que ele é apontado como um dos líderes dos piratas dos rios.

“Ele e João Carlos estão aguardando a transferência para uma unidade prisional de Manaus, medida que já foi determinada pela Justiça. O Arizonilson está internado em um hospital da capital amazonense, em razão dos tiros que recebeu durante a ação criminosa”, citou o delegado.

Os indivíduos responderão por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e sem direito de defesa para a vítima e ficarão à disposição da Justiça.

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