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Caso Débora: Gil Romero pede liberdade provisória em audiência de custódia; Veja

O vídeo  da audiência de custódia de Gil Romero Machado Batista, 41, foi vazado nessa semana, e nele mostra o momento em que um membro Ministério Público Amazonas faz o pedido de relaxamento da prisão preventiva do acusado de ter matado a sangue frio a jovem grávida Débora Alves da Silva, 18 anos. O pedido faz referência ao cumprimento da pena em liberdade do acusado.

Na gravação, Gil aparece sereno e confiante e chega a dizer que é estudante de direito, que trabalha a onze anos de carteira assinada como vigilante e que é empresário. Segundo o membro do MP, a motivação do Juiz que pediu a prisão preventiva de Gil, não pode ser levada em consideração o crime cometido, e que não seria justo com Gil que nunca foi preso, tinha um emprego fixo e estudava

“Excelência, considerando que o acusado é réu primário, tem bons antecedentes, trabalha e estuda e eventuais alegações de comoção da sociedade, não justificam uma prisão preventiva”, diz trecho do pedido de revogação da prisão preventiva.

Entretanto, a juíza plantonista do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), afirmou ao membro do MP, que não é de sua competência analisar o pleito da defensoria pública, e acrescenta que o mérito da decretação da prisão deve ser apreciado pelo juiz natural que expediu o mandado de prisão preventiva, e que ela analisaria somente a legalidade do cumprimento de mandado de prisão contra o acusado

“Com relação ao pedido do Ministério Público, este juízo defere (inaudível), e havendo risco em relação com a segurança do custodiado, então determina que sejam adotados os procedimentos pela Seap para garantir a integridade física do preso”.

Relembre o caso

No sábado, 29 de julho, Débora da Silva Alves, 18, grávida de oito meses, saiu de casa para ir ao encontro do pai da criança, Gil Romero Machado Batista, que atraiu a vítima com a falsa promessa de uma ajuda de custo para comprar um berço para o bebê que a jovem estava esperando.

De acordo com familiares, após Débora sair da residência da família, nunca mais foi vista ou entrou em contato com a família. O corpo da jovem foi encontrado na quinta-feira (3) em uma área de mata na zona leste de Manaus, com marcas de tortura, queimada e dentro de um camburão.

No desenrolar da investigação sobre o caso, foi constatado que Gil seria dono de um bar na zona leste de Manaus e teve a ajuda de seu funcionário conhecido como “Nego”, preso na quinta-feira (3/8), suspeito de ter sido cúmplice na morte de Débora. Inclusive foi “Nego” que revelou onde estava o corpo de Débora.

A polícia também constatou que Gil Romero vinha ameaçando Débora por não aceitar a gravidez da jovem, bem como já tinha tentado matar a jovem uma outra vez, além de comprar remédios abortivos para a jovem. De acordo com informações da polícia, Gil Romero era casado e queria esconder o caso da sua esposa.

Veja o vídeo:

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O vídeo  da audiência de custódia de Gil Romero Machado Batista, 41, foi vazado nessa semana, e nele mostra o momento em que um membro Ministério Público Amazonas faz o pedido de relaxamento da prisão preventiva do acusado de ter matado a sangue frio a jovem grávida Débora Alves da Silva, 18 anos. O pedido faz referência ao cumprimento da pena em liberdade do acusado.

Na gravação, Gil aparece sereno e confiante e chega a dizer que é estudante de direito, que trabalha a onze anos de carteira assinada como vigilante e que é empresário. Segundo o membro do MP, a motivação do Juiz que pediu a prisão preventiva de Gil, não pode ser levada em consideração o crime cometido, e que não seria justo com Gil que nunca foi preso, tinha um emprego fixo e estudava

“Excelência, considerando que o acusado é réu primário, tem bons antecedentes, trabalha e estuda e eventuais alegações de comoção da sociedade, não justificam uma prisão preventiva”, diz trecho do pedido de revogação da prisão preventiva.

Entretanto, a juíza plantonista do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), afirmou ao membro do MP, que não é de sua competência analisar o pleito da defensoria pública, e acrescenta que o mérito da decretação da prisão deve ser apreciado pelo juiz natural que expediu o mandado de prisão preventiva, e que ela analisaria somente a legalidade do cumprimento de mandado de prisão contra o acusado

“Com relação ao pedido do Ministério Público, este juízo defere (inaudível), e havendo risco em relação com a segurança do custodiado, então determina que sejam adotados os procedimentos pela Seap para garantir a integridade física do preso”.

Relembre o caso

No sábado, 29 de julho, Débora da Silva Alves, 18, grávida de oito meses, saiu de casa para ir ao encontro do pai da criança, Gil Romero Machado Batista, que atraiu a vítima com a falsa promessa de uma ajuda de custo para comprar um berço para o bebê que a jovem estava esperando.

De acordo com familiares, após Débora sair da residência da família, nunca mais foi vista ou entrou em contato com a família. O corpo da jovem foi encontrado na quinta-feira (3) em uma área de mata na zona leste de Manaus, com marcas de tortura, queimada e dentro de um camburão.

No desenrolar da investigação sobre o caso, foi constatado que Gil seria dono de um bar na zona leste de Manaus e teve a ajuda de seu funcionário conhecido como “Nego”, preso na quinta-feira (3/8), suspeito de ter sido cúmplice na morte de Débora. Inclusive foi “Nego” que revelou onde estava o corpo de Débora.

A polícia também constatou que Gil Romero vinha ameaçando Débora por não aceitar a gravidez da jovem, bem como já tinha tentado matar a jovem uma outra vez, além de comprar remédios abortivos para a jovem. De acordo com informações da polícia, Gil Romero era casado e queria esconder o caso da sua esposa.

Veja o vídeo:

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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