Imagens que circulam nas redes sociais, e que teriam sido divulgadas pelo suspeito da morte do borracheiro Sidney, Diogo Marcel Dill, conhecido como “Gauchinho” e dono da Churrascaria O Costelão, mostram uma briga familiar da vítima minutos antes do crime. O material vem sendo usado para sustentar a tese de que o ataque não teria sido motivado por intolerância religiosa, mas por uma reação a uma suposta agressão física.
No vídeo, gravado pouco antes do crime, é possível identificar Sidney, de camisa vermelha, em meio a um momento de confusão em seu estabelecimento. Segundo a narrativa divulgada pela defesa do suspeito, a vítima teria atravessado a Avenida Camapuã para “tomar satisfação” e iniciar um confronto físico com o proprietário de uma churrascaria vizinha. Familiares do autor afirmam que ele agiu em legítima defesa, ao reagir à invasão do comércio e à briga corporal.
A divulgação das imagens busca rebater a versão inicial apresentada pela esposa da vítima, que disse em depoimento que o crime teria ocorrido porque o suspeito se irritou com um louvor gospel que tocava na borracharia. De acordo com parentes do autor, a história da música seria “falsa” e o desentendimento estaria ligado ao comportamento agressivo de Sidney no local, e não ao conteúdo do que era ouvido.
Apesar da nova perspectiva apresentada pelas imagens, Sidney foi atingido por quatro facadas. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Platão Araújo, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 20h de quinta-feira.
O suspeito segue foragido e o caso continua sob investigação.
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Imagens que circulam nas redes sociais, e que teriam sido divulgadas pelo suspeito da morte do borracheiro Sidney, Diogo Marcel Dill, conhecido como “Gauchinho” e dono da Churrascaria O Costelão, mostram uma briga familiar da vítima minutos antes do crime. O material vem sendo usado para sustentar a tese de que o ataque não teria sido motivado por intolerância religiosa, mas por uma reação a uma suposta agressão física.
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