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Mãe de bebê estuprada e morta foi quem montou fogueira para queimar suspeito em Jutaí

Mãe da bebê de 1 ano e 7 meses, estuprada e morta em setembro deste ano, foi quem organizou o linchamento público que resultou na morte de Gregório Patrício da Silva, de 48 anos, conhecido como “Grego”, suspeito de praticar o crime contra a filha, em Jutaí, no Amazonas.

De acordo com a delegada Mariane Menezes, da 56ª DIP, no dia do crime, a mulher e outros moradores do município invadiram a delegacia para agredir Grego, que já estava preso pelo estupro da criança.

“Desde o inicio ela inflamou a população ao linchamento. Ela entrou na cela, golpeou com madeira esse individuo, além de ter feito a fogueira e depois carbonizado o corpo desse homem”, afirmou a delegada.


Saiba mais:

Mãe de bebê estuprada e morta é presa por participar de linchamento de suspeito, em Jutaí

Mãe de bebê estuprada e morta diz que suspeito espionava outros familiares em Jutaí


Relembre o caso

As investigações iniciaram com o suposto desaparecimento da criança, comunicado por sua mãe. Ele informou que teria visto a criança pela última vez no dia 17 de setembro  enquanto dormia em um flutuante no porto de Jutaí.

Após analisar imagens de câmeras de segurança, foi confirmado que Gregório Patrício estuprou Layla Vitória, de 1 anos e 7 meses e depois jogou o corpo da menina no rio.

Ele foi preso e levado para a 56ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Jutaí, onde confessou o crime de violência sexual. Revoltados, populares invadiram a unidade policial e jogaram o suspeito na rua, onde foi agredido com pauladas e depois queimado vivo.

Além da mãe, foram presos também Abraão Ferreira, de 32; David Freitas, de 23; Mateus Lopes, de 25. Eles também estariam envolvidos no linchamento do homem.

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Mãe da bebê de 1 ano e 7 meses, estuprada e morta em setembro deste ano, foi quem organizou o linchamento público que resultou na morte de Gregório Patrício da Silva, de 48 anos, conhecido como “Grego”, suspeito de praticar o crime contra a filha, em Jutaí, no Amazonas.

De acordo com a delegada Mariane Menezes, da 56ª DIP, no dia do crime, a mulher e outros moradores do município invadiram a delegacia para agredir Grego, que já estava preso pelo estupro da criança.

“Desde o inicio ela inflamou a população ao linchamento. Ela entrou na cela, golpeou com madeira esse individuo, além de ter feito a fogueira e depois carbonizado o corpo desse homem”, afirmou a delegada.


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