Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Mãe e madrasta acusadas de torturar menino de 4 anos até a morte serão levadas a júri popular em Manaus

Mãe e madrasta, Marta dos Santos Costa e Lismara Freire da Silva, respectivamente, acusadas de tortura, estupro e morte de um menino de 4 anos, serão levadas a júri popular em Manaus. A decisão publicada, nesta quarta-feira (06/08), é do juiz de direito titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Fábio Lopes Alfaia. Os nomes delas não foram divulgados.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a defesa da mãe da criança pediu a absolvição ou, subsidiariamente, a impronúncia. Já a defesa da madrasta, pediu a impronúncia por falta de provas ou a desclassificação do crime para lesão corporal.


Leia mais:

Mãe e madrasta são presas após morte de menino em UPA de Manaus

Mãe e madrasta suspeitas de estuprar e torturar criança de 4 anos têm prisão preventiva decretada, em Manaus


No entanto, o juiz considerou que a materialidade do crime foi comprovada e que há indícios suficientes de autoria ou participação para que as acusadas sejam julgadas pelo Tribunal do Júri Popular.

Prisão mantida

Na mesma decisão o magistrado manteve a prisão preventiva das acusadas, pois, segundo ele, os motivos que levaram à detenção inicial ainda são válidos. A prisão foi mantida “para a garantia da ordem pública e para a conveniência da instrução criminal, considerando a gravidade dos delitos, a crueldade e o modo de operação, que fragilizam a ordem pública”.

A decisão frisa que as acusadas, na posição de mãe e madrasta, tinham a guarda da vítima e cometeram os crimes no contexto de prevalência de relações domésticas.

O caso

De acordo com o inquérito policial que originou a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MPAM), o menino residia com a mãe e a madrasta quando se iniciaram as agressões que levariam a criança à morte.

Segundo a denúncia, o menino era constantemente alvo de agressões perpetradas pelas duas mulheres e, nos dias anteriores à morte, a criança relatou à mãe que sentia muitas dores no corpo e falta de ar, sem que a mulher levasse a vítima para receber atendimento médico.

No dia 24 de abril do ano passado, ao notar agravamento no quadro do menino, a madrasta levou o menino à UPA José Rodrigues. Ao chegar ao local, os médicos notaram diversas lesões no corpo da vítima, decorrentes de tortura e agressão física, até mesmo perfurações de grampos no couro cabeludo, além das lesões que comprovaram abuso sexual.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Mãe e madrasta, Marta dos Santos Costa e Lismara Freire da Silva, respectivamente, acusadas de tortura, estupro e morte de um menino de 4 anos, serão levadas a júri popular em Manaus. A decisão publicada, nesta quarta-feira (06/08), é do juiz de direito titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Fábio Lopes Alfaia. Os nomes delas não foram divulgados.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a defesa da mãe da criança pediu a absolvição ou, subsidiariamente, a impronúncia. Já a defesa da madrasta, pediu a impronúncia por falta de provas ou a desclassificação do crime para lesão corporal.


Leia mais:

Mãe e madrasta são presas após morte de menino em UPA de Manaus

Mãe e madrasta suspeitas de estuprar e torturar criança de 4 anos têm prisão preventiva decretada, em Manaus


No entanto, o juiz considerou que a materialidade do crime foi comprovada e que há indícios suficientes de autoria ou participação para que as acusadas sejam julgadas pelo Tribunal do Júri Popular.

Prisão mantida

Na mesma decisão o magistrado manteve a prisão preventiva das acusadas, pois, segundo ele, os motivos que levaram à detenção inicial ainda são válidos. A prisão foi mantida “para a garantia da ordem pública e para a conveniência da instrução criminal, considerando a gravidade dos delitos, a crueldade e o modo de operação, que fragilizam a ordem pública”.

A decisão frisa que as acusadas, na posição de mãe e madrasta, tinham a guarda da vítima e cometeram os crimes no contexto de prevalência de relações domésticas.

O caso

De acordo com o inquérito policial que originou a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MPAM), o menino residia com a mãe e a madrasta quando se iniciaram as agressões que levariam a criança à morte.

Segundo a denúncia, o menino era constantemente alvo de agressões perpetradas pelas duas mulheres e, nos dias anteriores à morte, a criança relatou à mãe que sentia muitas dores no corpo e falta de ar, sem que a mulher levasse a vítima para receber atendimento médico.

No dia 24 de abril do ano passado, ao notar agravamento no quadro do menino, a madrasta levou o menino à UPA José Rodrigues. Ao chegar ao local, os médicos notaram diversas lesões no corpo da vítima, decorrentes de tortura e agressão física, até mesmo perfurações de grampos no couro cabeludo, além das lesões que comprovaram abuso sexual.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Vai assistir à Copa em locais públicos? Polícia orienta como curtir a festa com segurança no Amazonas

Com a realização da Copa do Mundo de 2026 e a expectativa de reunir milhares de torcedores em eventos com transmissões simultâneas das partidas,...

Entenda como funcionava o esquema de roubo de ouro em Manaus

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público do Amazonas (MPAM), deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a Operação Piloto de Fuga,...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Saiba quais delegacias funcionam 24 horas em Manaus

A cidade de Manaus conta com uma rede de delegacias e centrais de flagrante que funcionam em regime de plantão 24 horas para atendimento...

Compositor do Garantido é investigado por suposto golpe de R$ 70 mil em ingressos de Parintins

O compositor do Boi Garantido, Pedro Paulo Nogueira Brito, está sendo investigado pela Polícia Civil do Amazonas após denúncias de um suposto golpe de...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Veja como funcionava esquema atribuído a Deolane para esconder dinheiro do PCC, segundo a polícia

Um documento apreendido pela Policia Civil de São Paulo na residência da influenciadora e advogada Deolane Bezerra descrevia um modelo organizado de movimentação financeira...

Justiça muda sentença e condena advogada flagrada com 10 kg de cocaína

A advogada Suiane Vitória da Silva Doce foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) por tráfico de drogas, após decisão que reformou...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Vai assistir à Copa em locais públicos? Polícia orienta como curtir a festa com segurança no Amazonas

Com a realização da Copa do Mundo de 2026 e a expectativa de reunir milhares de torcedores em eventos com transmissões simultâneas das partidas,...

Entenda como funcionava o esquema de roubo de ouro em Manaus

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público do Amazonas (MPAM), deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a Operação Piloto de Fuga,...

Saiba quais delegacias funcionam 24 horas em Manaus

A cidade de Manaus conta com uma rede de delegacias e centrais de flagrante que funcionam em regime de plantão 24 horas para atendimento...

Compositor do Garantido é investigado por suposto golpe de R$ 70 mil em ingressos de Parintins

O compositor do Boi Garantido, Pedro Paulo Nogueira Brito, está sendo investigado pela Polícia Civil do Amazonas após denúncias de um suposto golpe de...

Veja como funcionava esquema atribuído a Deolane para esconder dinheiro do PCC, segundo a polícia

Um documento apreendido pela Policia Civil de São Paulo na residência da influenciadora e advogada Deolane Bezerra descrevia um modelo organizado de movimentação financeira...

Justiça muda sentença e condena advogada flagrada com 10 kg de cocaína

A advogada Suiane Vitória da Silva Doce foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) por tráfico de drogas, após decisão que reformou...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]