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Médica investigada por sequestro de bebê em 2024 é presa suspeita de mandar matar farmacêutica

A médica neurologista Cláudia Alves, investigada pelo sequestro de uma recém-nascida em 2024 no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), foi presa nesta quarta-feira (5/11) em Itumbiara (GO). Ela é suspeita de ser a mandante do assassinato de uma farmacêutica em 2020, em Uberlândia (MG).

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, duas outras pessoas também foram presas por envolvimento no homicídio. De acordo com as investigações, Cláudia teria mantido um relacionamento com o ex-companheiro da vítima e, motivada por questões pessoais e familiares, ordenou o crime. A farmacêutica foi morta a tiros ao chegar ao trabalho.

As apurações apontam que a médica tinha obsessão em ser mãe e buscava assumir a guarda da filha da vítima, tentando inclusive adoções fraudulentas e chegando a sequestrar uma recém-nascida em Goiás, em 2024. Na ocasião, Cláudia se passou por pediatra para retirar a criança dos pais. Ela foi localizada após troca de informações entre as Polícias Civis de Goiás e Minas Gerais.


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Durante as buscas recentes em sua residência, a polícia encontrou um quarto decorado com roupas de bebê, berço e uma boneca do tipo reborn, reforçando a premeditação de seus atos. A médica e os demais presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça.

A defesa de Cláudia não havia se manifestado.

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A médica neurologista Cláudia Alves, investigada pelo sequestro de uma recém-nascida em 2024 no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), foi presa nesta quarta-feira (5/11) em Itumbiara (GO). Ela é suspeita de ser a mandante do assassinato de uma farmacêutica em 2020, em Uberlândia (MG).

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, duas outras pessoas também foram presas por envolvimento no homicídio. De acordo com as investigações, Cláudia teria mantido um relacionamento com o ex-companheiro da vítima e, motivada por questões pessoais e familiares, ordenou o crime. A farmacêutica foi morta a tiros ao chegar ao trabalho.

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