Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

AGU vê risco à soberania popular e pede revisão de decisão de Gilmar Mendes

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revise a decisão que limita exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR) a prerrogativa de apresentar ao Senado denúncias contra ministros da Suprema Corte por supostos crimes de responsabilidade.

Em documento enviado a Gilmar Mendes, a AGU também pede que os efeitos da medida cautelar sejam suspensos até que o tema seja julgado pelo Plenário do STF. A análise está prevista para começar no dia 12, no plenário virtual.

Embora a Constituição não estabeleça um rito específico de impeachment para integrantes do STF, cabe ao Senado processar e julgar ministros por crimes de responsabilidade. Entre as condutas enquadradas estão emitir decisão quando há impedimento legal, atuar politicamente, desrespeitar obrigações do cargo ou agir de forma incompatível com a honra e o decoro. As punições possíveis incluem perda da função (impeachment) e proibição de exercer cargos públicos por até cinco anos.


Leia mais

“Grave ofensa constitucional”: Alcolumbre rebate decisão de limitar pedidos de impeachment de ministros do STF

Plínio Valério critica Gilmar Mendes e cobra reação do Senado sobre impeachment de ministros do STF


A decisão de Gilmar Mendes foi tomada no âmbito de uma ação que questiona dispositivos da Lei do Impeachment, de 1950, que autoriza qualquer cidadão, seja ele parlamentar ou não, a apresentar denúncias contra ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República. Para o ministro, contudo, apenas o chefe da PGR deve ter essa competência.

Na decisão, ele afirmou que o uso político do impeachment pode servir como forma de pressão indevida sobre o Judiciário e comprometer sua independência.

Já o advogado-geral da União, Jorge Messias, argumenta que permitir que qualquer pessoa protocole pedidos de impeachment não fragiliza o Poder Judiciário, mas reforça o princípio constitucional da soberania popular. Segundo ele, a possibilidade de controle social sobre autoridades decorre diretamente do artigo 1º da Constituição, que estabelece que “todo o poder emana do povo”.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revise a decisão que limita exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR) a prerrogativa de apresentar ao Senado denúncias contra ministros da Suprema Corte por supostos crimes de responsabilidade.

Em documento enviado a Gilmar Mendes, a AGU também pede que os efeitos da medida cautelar sejam suspensos até que o tema seja julgado pelo Plenário do STF. A análise está prevista para começar no dia 12, no plenário virtual.

Embora a Constituição não estabeleça um rito específico de impeachment para integrantes do STF, cabe ao Senado processar e julgar ministros por crimes de responsabilidade. Entre as condutas enquadradas estão emitir decisão quando há impedimento legal, atuar politicamente, desrespeitar obrigações do cargo ou agir de forma incompatível com a honra e o decoro. As punições possíveis incluem perda da função (impeachment) e proibição de exercer cargos públicos por até cinco anos.


Leia mais

“Grave ofensa constitucional”: Alcolumbre rebate decisão de limitar pedidos de impeachment de ministros do STF

Plínio Valério critica Gilmar Mendes e cobra reação do Senado sobre impeachment de ministros do STF


A decisão de Gilmar Mendes foi tomada no âmbito de uma ação que questiona dispositivos da Lei do Impeachment, de 1950, que autoriza qualquer cidadão, seja ele parlamentar ou não, a apresentar denúncias contra ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República. Para o ministro, contudo, apenas o chefe da PGR deve ter essa competência.

Na decisão, ele afirmou que o uso político do impeachment pode servir como forma de pressão indevida sobre o Judiciário e comprometer sua independência.

Já o advogado-geral da União, Jorge Messias, argumenta que permitir que qualquer pessoa protocole pedidos de impeachment não fragiliza o Poder Judiciário, mas reforça o princípio constitucional da soberania popular. Segundo ele, a possibilidade de controle social sobre autoridades decorre diretamente do artigo 1º da Constituição, que estabelece que “todo o poder emana do povo”.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

“Pobre não pagará a conta”, diz Lula sobre proposta de ajuste fiscal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta sexta-feira (6/11) que “o pobre não pagará a conta” do ajuste fiscal que o...

Mário César Filho espera aval de Omar sobre disputa pela presidência da Aleam

O deputado estadual Mário César Filho (União Brasil) afirmou, nesta sexta-feira (6/11), que aguarda o aval do governador eleito Omar Aziz (PSD) para definir...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Equipe de Omar inicia levantamento de dados para transição do governo

A equipe de transição do governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), fez nesta sexta-feira (6/11) a primeira reunião de trabalho com representantes do...

TSE já julgou presidentes eleitos, mas nunca cassou uma chapa presidencial

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nunca cassou uma chapa eleita à Presidência da República, apesar de ter analisado denúncias de irregularidades em diferentes eleições....
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Advogados de Maria do Carmo tentaram limitar buscas, diz delegado

O delegado Marcelo Martins, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), afirmou que advogados de Maria do Carmo Seffair (PL)...

Sem Passe Livre, estudantes temem não conseguir fazer o Enem neste domingo (8)

A falta do Passe Livre Estudantil tem gerado preocupação entre alunos da rede pública de Manaus a poucos dias do Exame Nacional do Ensino...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

“Pobre não pagará a conta”, diz Lula sobre proposta de ajuste fiscal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta sexta-feira (6/11) que “o pobre não pagará a conta” do ajuste fiscal que o...

Mário César Filho espera aval de Omar sobre disputa pela presidência da Aleam

O deputado estadual Mário César Filho (União Brasil) afirmou, nesta sexta-feira (6/11), que aguarda o aval do governador eleito Omar Aziz (PSD) para definir...

Equipe de Omar inicia levantamento de dados para transição do governo

A equipe de transição do governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), fez nesta sexta-feira (6/11) a primeira reunião de trabalho com representantes do...

TSE já julgou presidentes eleitos, mas nunca cassou uma chapa presidencial

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nunca cassou uma chapa eleita à Presidência da República, apesar de ter analisado denúncias de irregularidades em diferentes eleições....

Advogados de Maria do Carmo tentaram limitar buscas, diz delegado

O delegado Marcelo Martins, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), afirmou que advogados de Maria do Carmo Seffair (PL)...

Sem Passe Livre, estudantes temem não conseguir fazer o Enem neste domingo (8)

A falta do Passe Livre Estudantil tem gerado preocupação entre alunos da rede pública de Manaus a poucos dias do Exame Nacional do Ensino...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]