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Amauri Gomes tem fala interrompida na CMM às vésperas de sua ‘despedida’ na Casa

O vereador Amauri Gomes (União Brasil) protagonizou um momento tenso nesta terça-feira (18/11) da Câmara Municipal de Manaus (CMM), ao reclamar de ter sua fala interrompida pelo presidente da sessão, Rosivaldo Cordovil (PSDB), enquanto criticava a aprovação da reforma da Previdência Municipal e a mudança do Regimento Interno.

O embate começou quando Cordovil concedeu a Amauri dois minutos de fala, mas encerrou sua participação em cerca de um minuto, alegando que o tempo havia se esgotado.

“Seu tempo já se exauriu, vereador, por favor”, disse o presidente, enquanto Amauri questionava o corte e pedia para concluir.

Antes da interrupção, Amauri classificava a sessão de segunda-feira (17/11), como “o assassinato de uma classe que já sofre tanto”, se referindo aos professores e servidores públicos.

“Submeter essas pessoas a trabalharem cinco, sete anos a mais é vergonhoso. Ficou escancarado que a Casa do Povo não é a Casa do Povo”, afirmou.

O parlamentar disse ter usado as redes sociais para denunciar o que chamou de “vergonha pública” e afirmou que a população rejeitou, de forma unânime, a decisão da Câmara.

“É impressionante como a sociedade não engoliu isso. A população não aprovou o que essa Casa fez ontem”, declarou.


Saiba mais: 

Joana Darc descarta disputar Câmara Federal e diz que foco é a reeleição: “Política é nuvem”

“Saio de cabeça erguida”: Amauri Gomes comenta impacto de sua atuação na mudança de cadeiras


O suplente do União Brasil também voltou a criticar o projeto que regulamenta sessões virtuais e híbridas, aprovado pela base governista, classificado por ele como “grotesco” e criado “claramente para evitar que vereadores enfrentem a população quando forem cobrar seus direitos”.

O momento mais tenso ocorreu quando o vereador afirmava que a Casa “joga por interesses particulares” e não respeita os manauaras. Cordovil voltou a interromper, afirmando que o tempo havia acabado.

“O senhor está equivocado. O senhor está atrapalhando, inclusive. Posso concluir?”, questionou Amauri.

Após insistência, o presidente autorizou apenas poucos segundos finais.

“As vozes são tolidas não apenas dos vereadores de oposição, mas da população de Manaus”, frisou.

O vereador encerrou devolvendo o restante do tempo simbólico, em tom irônico: “Muito obrigado pelo tempo, seu presidente. Vou devolver o tempo.”

Assista o momento:

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O vereador Amauri Gomes (União Brasil) protagonizou um momento tenso nesta terça-feira (18/11) da Câmara Municipal de Manaus (CMM), ao reclamar de ter sua fala interrompida pelo presidente da sessão, Rosivaldo Cordovil (PSDB), enquanto criticava a aprovação da reforma da Previdência Municipal e a mudança do Regimento Interno.

O embate começou quando Cordovil concedeu a Amauri dois minutos de fala, mas encerrou sua participação em cerca de um minuto, alegando que o tempo havia se esgotado.

“Seu tempo já se exauriu, vereador, por favor”, disse o presidente, enquanto Amauri questionava o corte e pedia para concluir.

Antes da interrupção, Amauri classificava a sessão de segunda-feira (17/11), como “o assassinato de uma classe que já sofre tanto”, se referindo aos professores e servidores públicos.

“Submeter essas pessoas a trabalharem cinco, sete anos a mais é vergonhoso. Ficou escancarado que a Casa do Povo não é a Casa do Povo”, afirmou.

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“O senhor está equivocado. O senhor está atrapalhando, inclusive. Posso concluir?”, questionou Amauri.

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