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Ambulantes da ‘Ferreira Pena’ vão à CMM em busca de melhores condições de trabalho em Manaus

A mobilização contou com a intermediação do vereador Capitão Carpê (PL)

Um grupo de ambulantes da rua Ferreira Pena, localizada no Centro de Manaus, compareceu à Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta segunda-feira (23/6), para reivindicar o direito de trabalhar de forma regularizada na área.

A mobilização contou com a intermediação do vereador Capitão Carpê (PL), responsável por viabilizar o diálogo direto entre os ambulantes e o representante do prefeito David Almeida (Avante) na Casa Legislativa, o vereador Eduardo Alfaia (Avante).

Segundo o vereador Capitão Carpê, o objetivo principal é garantir igualdade de condições de trabalho para os ambulantes, considerando que bares e estabelecimentos fixos funcionam na mesma região, movimentando a área central da capital amazonense. Para o parlamentar, não faz sentido que a Prefeitura de Manaus permita o funcionamento de bares e, ao mesmo tempo, recolha mercadorias e impeça o trabalho dos ambulantes.

“O que eles buscam é paridade, por conta dos bares que se encontram ali no local, que inclusive trouxeram vida para essa área central da cidade. E o que os ambulantes querem é ter o mesmo direito de trabalhar e levar o sustento de suas famílias”, afirmou Capitão Carpê.

(Foto: Divulgação/ Assessoria)

Saiba mais:


Ele ressaltou ainda que a Prefeitura de Manaus não deve agir de forma arbitrária.

“Eu, enquanto vereador de Manaus, busquei dar essa voz. Já falei com o líder do prefeito, vereador Eduardo Alfaia, que vai recebê-los para entender essa situação, o que eles precisam, que é se regularizar. A Prefeitura de Manaus não pode simplesmente chegar lá e sair recolhendo os materiais deles, alegando que eles não podem estar ali. Por que a lei permite os bares funcionarem, inclusive na mesma situação, e eles [ambulantes] não?”, questionou Carpê.

O parlamentar também denunciou episódios anteriores de abordagens violentas e destrato com trabalhadores informais na cidade.

“Nós já tivemos vários casos de tratamentos desumanos com ambulantes. O trabalhador quer trabalhar, ele não está ali roubando […] Existe uma secretaria, existem termos, existe uma organização. Por que não regularizar eles para que todos possam sair bem, todos ganham. E o que nós buscamos é que a Prefeitura de Manaus possa tratar com dignidade trabalhadores”, defendeu.

Veja o vídeo:

Ambulantes buscam “trabalhar com dignidade”

Vanessa Mafra, que representa os vendedores da rua Ferreira Pena, esteve na Câmara para explicar o posicionamento do grupo. Segundo ela, os ambulantes reconhecem a situação de irregularidade, mas buscam uma solução formal junto às autoridades municipais.

“A gente está buscando uma forma de mediar. Sabemos que nós somos vendedores irregulares, mas nós estamos procurando a nossa regularização. É um certo horário, nós não vamos estar lá de forma fixa, nós trabalhamos apenas nos finais de semana. Durante a semana a rua fica toda livre, tudo limpinho”, explicou Vanessa.

Ela destacou ainda que a abordagem da Prefeitura tem sido feita de forma intimidadora, em vez de dialogar.

“O que eu vim pedir aqui no plenário é apenas a oportunidade de se manter no trabalho. A Prefeitura de Manaus, primeiramente, passou de uma forma não tão cortês, de uma forma um pouco ameaçadora”, relatou.

Vanessa reafirmou o pedido de regulamentação da atividade, especificando os horários de funcionamento desejados pelos feirantes: das 18h à meia-noite, apenas nas sextas, sábados e domingos.

Veja o vídeo:

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Um grupo de ambulantes da rua Ferreira Pena, localizada no Centro de Manaus, compareceu à Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta segunda-feira (23/6), para reivindicar o direito de trabalhar de forma regularizada na área.

A mobilização contou com a intermediação do vereador Capitão Carpê (PL), responsável por viabilizar o diálogo direto entre os ambulantes e o representante do prefeito David Almeida (Avante) na Casa Legislativa, o vereador Eduardo Alfaia (Avante).

Segundo o vereador Capitão Carpê, o objetivo principal é garantir igualdade de condições de trabalho para os ambulantes, considerando que bares e estabelecimentos fixos funcionam na mesma região, movimentando a área central da capital amazonense. Para o parlamentar, não faz sentido que a Prefeitura de Manaus permita o funcionamento de bares e, ao mesmo tempo, recolha mercadorias e impeça o trabalho dos ambulantes.

“O que eles buscam é paridade, por conta dos bares que se encontram ali no local, que inclusive trouxeram vida para essa área central da cidade. E o que os ambulantes querem é ter o mesmo direito de trabalhar e levar o sustento de suas famílias”, afirmou Capitão Carpê.

(Foto: Divulgação/ Assessoria)

Saiba mais:


Ele ressaltou ainda que a Prefeitura de Manaus não deve agir de forma arbitrária.

“Eu, enquanto vereador de Manaus, busquei dar essa voz. Já falei com o líder do prefeito, vereador Eduardo Alfaia, que vai recebê-los para entender essa situação, o que eles precisam, que é se regularizar. A Prefeitura de Manaus não pode simplesmente chegar lá e sair recolhendo os materiais deles, alegando que eles não podem estar ali. Por que a lei permite os bares funcionarem, inclusive na mesma situação, e eles [ambulantes] não?”, questionou Carpê.

O parlamentar também denunciou episódios anteriores de abordagens violentas e destrato com trabalhadores informais na cidade.

“Nós já tivemos vários casos de tratamentos desumanos com ambulantes. O trabalhador quer trabalhar, ele não está ali roubando […] Existe uma secretaria, existem termos, existe uma organização. Por que não regularizar eles para que todos possam sair bem, todos ganham. E o que nós buscamos é que a Prefeitura de Manaus possa tratar com dignidade trabalhadores”, defendeu.

Veja o vídeo:

Ambulantes buscam “trabalhar com dignidade”

Vanessa Mafra, que representa os vendedores da rua Ferreira Pena, esteve na Câmara para explicar o posicionamento do grupo. Segundo ela, os ambulantes reconhecem a situação de irregularidade, mas buscam uma solução formal junto às autoridades municipais.

“A gente está buscando uma forma de mediar. Sabemos que nós somos vendedores irregulares, mas nós estamos procurando a nossa regularização. É um certo horário, nós não vamos estar lá de forma fixa, nós trabalhamos apenas nos finais de semana. Durante a semana a rua fica toda livre, tudo limpinho”, explicou Vanessa.

Ela destacou ainda que a abordagem da Prefeitura tem sido feita de forma intimidadora, em vez de dialogar.

“O que eu vim pedir aqui no plenário é apenas a oportunidade de se manter no trabalho. A Prefeitura de Manaus, primeiramente, passou de uma forma não tão cortês, de uma forma um pouco ameaçadora”, relatou.

Vanessa reafirmou o pedido de regulamentação da atividade, especificando os horários de funcionamento desejados pelos feirantes: das 18h à meia-noite, apenas nas sextas, sábados e domingos.

Veja o vídeo:

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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