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“Eu não quero qualquer partido. Eu não quero um partido de ódio”, afirma Arthur Neto sobre filiação ao Republicanos

Em entrevista exclusiva à Rede Onda Digital, o ex-senador da República Arthur Virgílio Neto comentou sua recente filiação ao partido Republicanos, que tem como principal liderança no Amazonas: o deputado federal Silas Câmara. Agora pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026, Arthur explicou os motivos que o levaram a escolher a sigla.

Segundo ele, a principal razão foi enxergar no Republicanos um partido que não adota discursos de ódio contra outras legendas e que mantém o diálogo aberto — algo que, segundo o ex-senador, é essencial para a sua atuação política, especialmente por conta da sua experiência.

“Para me manter na vida pública e disputar uma eleição, eu preciso de um partido. Mas não quero qualquer partido. Eu não quero um partido de ódio, que se oponha a outros partidos com mais ódio ainda. Tem gente que pensa assim: ‘é adversário, então eu não falo com ele; é aliado, eu falo’. Eu não acredito nisso. Fui líder do governo do presidente Fernando Henrique e ele me permitia exercer influência sobre os líderes dos demais partidos da base, inclusive sobre os senadores. Eu os chamava, e eles me ouviam. Claro que o que eu transmitia era o pensamento do presidente Fernando Henrique. Devo muito a essa experiência”, afirmou.

Arthur também mencionou que figuras como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o deputado Hugo Motta, presidente nacional do Republicanos, são fontes de inspiração para ele dentro da legenda.

“Tem uma figura lá que me inspira bastante, que é o governador Tarcísio de Freitas. Tenho esperança de, junto com ele, enfrentar e resolver problemas sérios, inclusive aqueles que surgem entre São Paulo e a Zona Franca de Manaus. Ele é uma pessoa que pensa, que ouve, que é respeitada. Sabe ouvir e sabe falar. Gosto muito dele. Também tenho muito respeito pelo presidente da sigla, o deputado Hugo Motta, um querido amigo”, comentou.


Saiba mais: 

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Durante o bate-papo, em tom descontraído, Arthur comentou que conheceu o avô de Hugo Motta durante o período da ditadura militar, época em que ambos faziam militância política. Ele também mencionou o presidente estadual do Republicanos, Silas Câmara.

“Fui colega do avô dele. Ele registrava os abusos da ditadura e dizia, com coragem, que era preciso reagir. Eles não se calavam de jeito nenhum. Desafiavam o regime até ele cair. Também tive uma conversa muito boa com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira. Ele levou em conta minha opinião, e chegamos a um entendimento. Entrei no partido sem reivindicar nada. O que quero mesmo é ajudar a fazer dos Republicanos um partido que defenda verdadeiramente a República”, completou.

Arthur terminou destacando a saudade dos tempos antigos de seu antigo Partido PSDB, que ele ajudou a criar e podemos dizer que teve seus momentos de “gloria”. O ex-senador destacou que atualmente não enxerga mais esse brilho todo na sigla.

“Eu tenho saudades daquele partido, não do atual. Nada contra, tenho muitos amigos lá, um irmão meu, presidente do partido, marcou um empreendido, sei que a gente não vai ficar a vida inteira distante, sei que em uma hora, menos hora, ele virá para o meu lado como sempre aconteceu”, destacou.

 

Assista ao vídeo: 

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Em entrevista exclusiva à Rede Onda Digital, o ex-senador da República Arthur Virgílio Neto comentou sua recente filiação ao partido Republicanos, que tem como principal liderança no Amazonas: o deputado federal Silas Câmara. Agora pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026, Arthur explicou os motivos que o levaram a escolher a sigla.

Segundo ele, a principal razão foi enxergar no Republicanos um partido que não adota discursos de ódio contra outras legendas e que mantém o diálogo aberto — algo que, segundo o ex-senador, é essencial para a sua atuação política, especialmente por conta da sua experiência.

“Para me manter na vida pública e disputar uma eleição, eu preciso de um partido. Mas não quero qualquer partido. Eu não quero um partido de ódio, que se oponha a outros partidos com mais ódio ainda. Tem gente que pensa assim: ‘é adversário, então eu não falo com ele; é aliado, eu falo’. Eu não acredito nisso. Fui líder do governo do presidente Fernando Henrique e ele me permitia exercer influência sobre os líderes dos demais partidos da base, inclusive sobre os senadores. Eu os chamava, e eles me ouviam. Claro que o que eu transmitia era o pensamento do presidente Fernando Henrique. Devo muito a essa experiência”, afirmou.

Arthur também mencionou que figuras como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o deputado Hugo Motta, presidente nacional do Republicanos, são fontes de inspiração para ele dentro da legenda.

“Tem uma figura lá que me inspira bastante, que é o governador Tarcísio de Freitas. Tenho esperança de, junto com ele, enfrentar e resolver problemas sérios, inclusive aqueles que surgem entre São Paulo e a Zona Franca de Manaus. Ele é uma pessoa que pensa, que ouve, que é respeitada. Sabe ouvir e sabe falar. Gosto muito dele. Também tenho muito respeito pelo presidente da sigla, o deputado Hugo Motta, um querido amigo”, comentou.


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“Fui colega do avô dele. Ele registrava os abusos da ditadura e dizia, com coragem, que era preciso reagir. Eles não se calavam de jeito nenhum. Desafiavam o regime até ele cair. Também tive uma conversa muito boa com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira. Ele levou em conta minha opinião, e chegamos a um entendimento. Entrei no partido sem reivindicar nada. O que quero mesmo é ajudar a fazer dos Republicanos um partido que defenda verdadeiramente a República”, completou.

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Assista ao vídeo: 

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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