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Coletivo indica Zé Ricardo para disputar vaga na Câmara dos Deputados

O vereador José Ricardo Wendling (PT) confirmou, nesta segunda-feira (9/3), a indicação do nome dele, pelo coletivo Resistência Socialista, para a disputa de uma vaga na Câmara Federal, em outubro, porém não cravou que será mesmo candidato, pois, para isso, dependerá da formação de uma chapa forte que alcance o quociente eleitoral.

Ex-deputado federal e recordista de votos no Amazonas na eleição de 2018, José Ricardo sempre cobrou do partido a formação de uma nominata competitiva para a Câmara dos Deputados. O objetivo é permitir que a Federação Brasil da Esperança (formada por Partido dos Trabalhadores, Partido Comunista do Brasil e Partido Verde) alcance o número mínimo de votos necessário para eleger o primeiro deputado federal, estimado atualmente em cerca de 250 mil votos.

Conforme avaliação de petistas, hoje o PT e os partidos federados não possuem outros nomes capazes de impulsionar a eleição de um deputado. Quem primeiro verbalizou essa dificuldade foi o ex-vereador Sassá da Construção Civil, que criticou o partido por não ter sido capaz de formar uma nominata.

“Para eleger um deputado federal serão necessários 250 mil votos e não temos isso. A chapa que seria capaz de chegar nesse número incluiria o Zé Ricardo (vereador), Marcelo Ramos (ex-deputado federal), o Carlos Almeida (ex-vice-governador), eu, a Wanda (Witoto, ativista indígena) e outros companheiros da federação (Brasil Esperança – PT, PCdoB e PV), mas essa chapa se desfez”, afirmou Sassá.

Marcelo Ramos descartou ser candidato a federal, optando por ser o candidato do PT ao Senado na chapa do senador Omar Aziz (PSD). Carlos Almeida, que teve a filiação ao PT questionada na Justiça, se afastou do partido e da política, Wanda se filiou ao MDB semana passada. Nome oriundo do PCdoB com alguma densidade eleitoral estão também fora dessa disputa. Ex-deputado federal, Eron Bezerra vai ser candidato a deputado estadual; a ex-senadora Vanessa Grazziotin optou por sair da política e não disputará a eleição deste ano.


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Lei alterou composição de chapas

A reforma eleitoral promovida pelo Congresso Nacional em 2021 obrigou os partidos a formarem chapas competitivas e com vários candidatos capazes de atingir muitos votos, inclusive reduzindo o número de candidatos. Antes dela, um partido poderia indicar um número de candidatos três vezes superior ao número de vagas abertas na Câmara.

Naquela configuração, os partidos com atuação no Amazonas, cuja bancada tem oito parlamentares, poderiam formar uma chapa com 24 nomes. A nova regra limitou isso para apenas nove candidatos. É aí que mora a dificuldade que será enfrentada por Zé Ricardo.

Em 2018, quando foi o campeão de votos para a Câmara, o petista somou 197.270, número que caiu para 89.017 votos quatro anos depois e não foi suficiente para a renovação do mandato. Na eleição municipal de 2024, Zé Ricardo foi o segundo mais votado, com 17.395 mil votos, atrás apenas do vereador Sargento Salazar, com 22 mil.

Sozinho como puxador de votos numa chapa, dificilmente Zé Ricardo alcançaria os 250 mil votos necessários, o que o faz pensar em sair candidato a deputado estadual, o que é considerado mais viável dentro do PT.

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O vereador José Ricardo Wendling (PT) confirmou, nesta segunda-feira (9/3), a indicação do nome dele, pelo coletivo Resistência Socialista, para a disputa de uma vaga na Câmara Federal, em outubro, porém não cravou que será mesmo candidato, pois, para isso, dependerá da formação de uma chapa forte que alcance o quociente eleitoral.

Ex-deputado federal e recordista de votos no Amazonas na eleição de 2018, José Ricardo sempre cobrou do partido a formação de uma nominata competitiva para a Câmara dos Deputados. O objetivo é permitir que a Federação Brasil da Esperança (formada por Partido dos Trabalhadores, Partido Comunista do Brasil e Partido Verde) alcance o número mínimo de votos necessário para eleger o primeiro deputado federal, estimado atualmente em cerca de 250 mil votos.

Conforme avaliação de petistas, hoje o PT e os partidos federados não possuem outros nomes capazes de impulsionar a eleição de um deputado. Quem primeiro verbalizou essa dificuldade foi o ex-vereador Sassá da Construção Civil, que criticou o partido por não ter sido capaz de formar uma nominata.

“Para eleger um deputado federal serão necessários 250 mil votos e não temos isso. A chapa que seria capaz de chegar nesse número incluiria o Zé Ricardo (vereador), Marcelo Ramos (ex-deputado federal), o Carlos Almeida (ex-vice-governador), eu, a Wanda (Witoto, ativista indígena) e outros companheiros da federação (Brasil Esperança – PT, PCdoB e PV), mas essa chapa se desfez”, afirmou Sassá.

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