Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Comissão aprova fim de benefícios públicos a condenados por trabalho escravo

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou, em outubro de 2025, projeto de lei que proíbe a concessão de financiamento público, incentivos fiscais e o acesso a contratos com o governo por empresas e pessoas condenadas por exploração de trabalho em condições análogas à escravidão.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Duda Ramos (MDB-RR), ao Projeto de Lei Complementar 128/19, de autoria do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). A nova redação mantém os objetivos centrais da proposta original, com ajustes para reforçar a segurança jurídica e evitar questionamentos judiciais.

No parecer, Duda Ramos destacou que as mudanças não afrouxam o rigor contra os infratores e classificou as medidas como um filtro objetivo e legítimo. Segundo ele, o texto preserva a punição aos responsáveis, ao mesmo tempo em que estabelece critérios claros para a aplicação das restrições.

Autor da proposta, Capitão Alberto Neto criticou qualquer tipo de benefício concedido a quem explora trabalhadores.

“É abominável qualquer tipo de benesse, financiamento ou relação contratual entre o poder público com aqueles que submetem trabalhadores a condições análogas à de escravo”, afirmou.


Saiba mais: 

PEC da Segurança deve ir a voto após o carnaval, diz Hugo Motta

Comissão da Câmara barra isenção e restabelece imposto de importação para carnes, café e açúcar


O projeto original alterava a Lei de Responsabilidade Fiscal e a antiga Lei de Licitações para impedir repasses a pessoas ou empresas que respondessem a processos ou estivessem incluídas no cadastro de empregadores flagrados com trabalho escravo, conhecido como “lista suja”. No substitutivo, o relator ajustou o texto para exigir o trânsito em julgado das condenações criminais ou decisão administrativa definitiva para a inclusão no cadastro.

A nova versão modifica a Nova Lei de Licitações e estabelece que a proibição de acesso a recursos públicos valerá até o cumprimento da pena ou a exclusão do nome do empregador da “lista suja”. Para o relator, a combinação entre condenação judicial definitiva e o cadastro cria um mecanismo mais eficiente de controle.

“A condenação judicial leva a um bloqueio definitivo, enquanto a lista suja garante um bloqueio preventivo e imediato”, explicou.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, o texto segue para votação no Plenário da Câmara. Para se tornar lei, a matéria precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

 

*Com informações de Agência Câmara de Notícias.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou, em outubro de 2025, projeto de lei que proíbe a concessão de financiamento público, incentivos fiscais e o acesso a contratos com o governo por empresas e pessoas condenadas por exploração de trabalho em condições análogas à escravidão.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Duda Ramos (MDB-RR), ao Projeto de Lei Complementar 128/19, de autoria do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). A nova redação mantém os objetivos centrais da proposta original, com ajustes para reforçar a segurança jurídica e evitar questionamentos judiciais.

No parecer, Duda Ramos destacou que as mudanças não afrouxam o rigor contra os infratores e classificou as medidas como um filtro objetivo e legítimo. Segundo ele, o texto preserva a punição aos responsáveis, ao mesmo tempo em que estabelece critérios claros para a aplicação das restrições.

Autor da proposta, Capitão Alberto Neto criticou qualquer tipo de benefício concedido a quem explora trabalhadores.

“É abominável qualquer tipo de benesse, financiamento ou relação contratual entre o poder público com aqueles que submetem trabalhadores a condições análogas à de escravo”, afirmou.


Saiba mais: 

PEC da Segurança deve ir a voto após o carnaval, diz Hugo Motta

Comissão da Câmara barra isenção e restabelece imposto de importação para carnes, café e açúcar


O projeto original alterava a Lei de Responsabilidade Fiscal e a antiga Lei de Licitações para impedir repasses a pessoas ou empresas que respondessem a processos ou estivessem incluídas no cadastro de empregadores flagrados com trabalho escravo, conhecido como “lista suja”. No substitutivo, o relator ajustou o texto para exigir o trânsito em julgado das condenações criminais ou decisão administrativa definitiva para a inclusão no cadastro.

A nova versão modifica a Nova Lei de Licitações e estabelece que a proibição de acesso a recursos públicos valerá até o cumprimento da pena ou a exclusão do nome do empregador da “lista suja”. Para o relator, a combinação entre condenação judicial definitiva e o cadastro cria um mecanismo mais eficiente de controle.

“A condenação judicial leva a um bloqueio definitivo, enquanto a lista suja garante um bloqueio preventivo e imediato”, explicou.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, o texto segue para votação no Plenário da Câmara. Para se tornar lei, a matéria precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

 

*Com informações de Agência Câmara de Notícias.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Sidney Leite entra na lista do PSD para o Ministério da Pesca, diz Folha

O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) entrou na lista de nomes cotados para integrar o primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula...

Lula deseja êxito ao novo presidente do Paraguai após impeachment

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desejou êxito ao novo presidente do Paraguai, Pedro Alliana, nesta sexta-feira (6). Em mensagem publicada nas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...

Sidney Leite entra na lista do PSD para o Ministério da Pesca, diz Folha

O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) entrou na lista de nomes cotados para integrar o primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula...

Lula deseja êxito ao novo presidente do Paraguai após impeachment

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desejou êxito ao novo presidente do Paraguai, Pedro Alliana, nesta sexta-feira (6). Em mensagem publicada nas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]