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“Isso aqui não é a COP. Isso aqui é a CPI das ONG’s”, diz Plínio a Marina em meio a discussão

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), que preside a CPI das ONG’s, protagonizou conflitos com a ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, Marina Silva, durante a audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito na segunda-feira (27/11) ao abordar o seu nome diante Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), do qual ela é conselheira).

Plínio mencionou, como exemplo o relatório do TCU, que apontou que dos R$ 35,9 milhões destinados ao Instituto de Pesquisas da Amazônia (IPAM), em 2022, para o desenvolvimento de projetos e que R$ 18,2 milhões foram destinados ao pagamento de salários e encargos sociais.

“A ministra é conselheira honorária da IPAM. Eu vou dar só um dado aqui do relatório do TCU. O balanço do IPAM mostra que, em 2022, as receitas de projetos foram de R$ 35,9 milhões. Desse total, aplicados em salários e em encargos sociais, foram R $ 18,2 milhões. É transparente, sim. Nós temos o relatório do TCU, aqui é a transparência, está na transparência. Assim como está na transparência que as 5 ONGs que estiveram, já receberam R$ 2,1 bilhões. Claro que não é para o homem, para o ser humano, a gente sabe disso, que a gente está querendo, ministra, no final, é apresentar projetos de leis que permitam que o fundo da Amazônia olhe também para essa gente.”, disse Plínio.

Em um momento da CPI a ministra chegou a ser confrontada pelo valores pagos as ONG’s que foram colhidos pela CPI. O senador Marcio Bittar (União-AC), autor do requerimento para a convocação da ministra, foi enfático nos dados.

“Será que os países que financiam as ONGs que atuam na Amazônia estão de fato preocupados com a questão climática ou do meio ambiente? Será que não está por trás disso um interesse econômico aviltando o interesse nacional? Por outro lado, esses recursos todos que entram no Brasil sempre com essa pegada, eles estão melhorando a vida do povo da Amazônia? Será que isso não constituiu na prática, diferente do discurso, a construção de um exército de militantes, que, entre outras coisas, se unem para lutar contra estrada, contra hidrelétrica, enfim, contra obras de infraestrutura sem as quais a Amazônia não tem como sair da pobreza?” perguntou o senador Bittar.


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Durante falas, Valério destacou diversas vezes que Marina Silva é conselheira horária do Ipam, o que irritou a ministra. “Vossa Excelência quer repetir isso de forma retórica e política”, rebateu Marina, após a fala de Valério. “Eu já havia respondido.”

Valério respondeu no mesmo tom:

“A ministra Marina Silva não veio para falar na COP, mas sim para abordar a CPI das ONGs. São duas realidades distintas, mas ela teve que nos ouvir e responder às denúncias e investigações em curso na CPI” e enfatizou “Isso aqui não é COP. Isso é CPI das ONG’s”.

Veja o vídeo:

 

 

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM), que preside a CPI das ONG’s, protagonizou conflitos com a ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, Marina Silva, durante a audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito na segunda-feira (27/11) ao abordar o seu nome diante Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), do qual ela é conselheira).

Plínio mencionou, como exemplo o relatório do TCU, que apontou que dos R$ 35,9 milhões destinados ao Instituto de Pesquisas da Amazônia (IPAM), em 2022, para o desenvolvimento de projetos e que R$ 18,2 milhões foram destinados ao pagamento de salários e encargos sociais.

“A ministra é conselheira honorária da IPAM. Eu vou dar só um dado aqui do relatório do TCU. O balanço do IPAM mostra que, em 2022, as receitas de projetos foram de R$ 35,9 milhões. Desse total, aplicados em salários e em encargos sociais, foram R $ 18,2 milhões. É transparente, sim. Nós temos o relatório do TCU, aqui é a transparência, está na transparência. Assim como está na transparência que as 5 ONGs que estiveram, já receberam R$ 2,1 bilhões. Claro que não é para o homem, para o ser humano, a gente sabe disso, que a gente está querendo, ministra, no final, é apresentar projetos de leis que permitam que o fundo da Amazônia olhe também para essa gente.”, disse Plínio.

Em um momento da CPI a ministra chegou a ser confrontada pelo valores pagos as ONG’s que foram colhidos pela CPI. O senador Marcio Bittar (União-AC), autor do requerimento para a convocação da ministra, foi enfático nos dados.

“Será que os países que financiam as ONGs que atuam na Amazônia estão de fato preocupados com a questão climática ou do meio ambiente? Será que não está por trás disso um interesse econômico aviltando o interesse nacional? Por outro lado, esses recursos todos que entram no Brasil sempre com essa pegada, eles estão melhorando a vida do povo da Amazônia? Será que isso não constituiu na prática, diferente do discurso, a construção de um exército de militantes, que, entre outras coisas, se unem para lutar contra estrada, contra hidrelétrica, enfim, contra obras de infraestrutura sem as quais a Amazônia não tem como sair da pobreza?” perguntou o senador Bittar.


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Valério respondeu no mesmo tom:

“A ministra Marina Silva não veio para falar na COP, mas sim para abordar a CPI das ONGs. São duas realidades distintas, mas ela teve que nos ouvir e responder às denúncias e investigações em curso na CPI” e enfatizou “Isso aqui não é COP. Isso é CPI das ONG’s”.

Veja o vídeo:

 

 

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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