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CNJ forma maioria e derruba afastamento de ex-juízes da lava jato

Nesta terça-feira (16/04), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por maioria, decidiu derrubar os afastamentos dos juízes Gabriela Hardt e Danilo Pereira, ex-magistrados da Operação Lava Jato.

O corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, havia, nesta segunda (15/04), determinado o afastamento de Hardt e Pereira Júnior.

O ministro também afastou os desembargadores Thompson Flores e Loraci Flores de Lima. Salomão afirmou que os magistrados cometeram irregularidades na condução de processos e violações de deveres funcionais.

A decisão de Salomão entrou na pauta do CNJ nesta terça (16/04). A maioria dos conselheiros discordou do corregedor sobre o afastamento dos juízes. Entre eles, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF).


Saiba mais: 

CNJ afasta Hardt e 3 desembargadores do TRF-4 por atuação na Lava Jato

CNJ aponta tentativa de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e Gabriela Hardt de desviar R$ 2,5 bilhões


Hardt substituiu o ex-juiz Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, que comandou a Lava Jato. A juíza foi responsável pela homologação de um acordo que viabilizou a criação de uma fundação privada que seria abastecida com recursos do pagamento de multas da Petrobras em investigações da Lava Jato.

A fundação teria integrantes da força-tarefa entre seus gestores. Toda a arquitetura do fundo foi vista como uma irregularidade por Salomão. Os valores chegariam a R$ 3,5 bilhões.

Ao determinar o afastamento dos juízes, o corregedor ressaltou os feitos da Lava Jato, citou que a investigação produziu achados relevantes para o país, mas que, em dado momento, “descambou para a ilegalidade”.

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Nesta terça-feira (16/04), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por maioria, decidiu derrubar os afastamentos dos juízes Gabriela Hardt e Danilo Pereira, ex-magistrados da Operação Lava Jato.

O corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, havia, nesta segunda (15/04), determinado o afastamento de Hardt e Pereira Júnior.

O ministro também afastou os desembargadores Thompson Flores e Loraci Flores de Lima. Salomão afirmou que os magistrados cometeram irregularidades na condução de processos e violações de deveres funcionais.

A decisão de Salomão entrou na pauta do CNJ nesta terça (16/04). A maioria dos conselheiros discordou do corregedor sobre o afastamento dos juízes. Entre eles, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF).


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