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‘Se não dividir comigo, vai dividir com alguém’, diz Marcelo Ramos sobre chapa com Braga

O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) defendeu nesta segunda-feira (11) sua pré-candidatura ao Senado na chapa da centro-esquerda no Amazonas e rebateu críticas sobre uma possível divisão de votos com o senador Eduardo Braga (MDB).

À Onda Digital, Ramos disse que a fragmentação do segundo voto acontecerá de qualquer forma e sua saída da disputa, o que não deve acontecer, pode acabar fortalecendo candidatos da oposição.

“É bom avisar que são dois votos. Se não dividir comigo, vai dividir com alguém. Não acredito que o senador Eduardo faça composição com algum dos outros candidatos que não estão no campo do presidente Lula”, disse.

Uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Amazonas está prevista para este mês de maio e deve se tornar peça-chave na montagem da chapa da centro-esquerda para as eleições de 2026.

Nos bastidores, o PT trabalha para garantir o nome de Marcelo Ramos como candidato ao Senado ao lado do senador Eduardo Braga, do MDB.

A movimentação, porém, enfrenta resistência dentro do MDB. Parte da base do partido teme que a entrada de Marcelo Ramos na disputa possa dividir os votos da centro-esquerda e abrir espaço para o avanço de nomes da direita no segundo voto ao Senado.

Em resposta às articulações, Marcelo Ramos afirmou que PT e MDB têm autonomia para definir suas candidaturas e rebateu a ideia de que sua presença enfraqueceria Braga.

“Não teria cabimento o PT vetar uma candidatura do MDB, assim como não tem cabimento o MDB vetar uma candidatura do PT. Vamos ter candidato e vamos ajudar de todas as formas a eleição do senador Eduardo”, declarou.


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Ramos também argumentou que, se abrisse mão da disputa, estaria beneficiando adversários da direita, especialmente o senador Plínio Valério (PSDB).

“No segundo voto, o senador Plínio é o primeiro e eu sou o segundo. Se eu saísse, a tendência é aumentar o segundo voto no Plínio”, afirmou.

Segundo ele, o cenário eleitoral atual é mais competitivo do que em eleições anteriores, principalmente no interior do estado. “Agora Plínio, Alberto e Wilson têm voto no interior, o que torna a disputa mais acirrada”, completa.

Marcelo Ramos ainda reforçou que o PT considera essencial ter um nome alinhado diretamente ao presidente Lula na chapa majoritária.

“A chapa precisa de alguém que enfrente o bolsonarismo e defenda o presidente Lula. Para o PT, o mais importante é a reeleição do presidente”, afirmou.

Nos bastidores, aliados do Planalto avaliam que Lula precisa de um palanque mais combativo no Amazonas para enfrentar o campo da direita, representado por nomes como Maria do Carmo Seffair (PL).

A expectativa é que a passagem de Lula por Manaus, durante entregas de obras do governo federal, funcione como teste de força entre os grupos políticos e ajude a destravar a composição entre PT, MDB e aliados para 2026.

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O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) defendeu nesta segunda-feira (11) sua pré-candidatura ao Senado na chapa da centro-esquerda no Amazonas e rebateu críticas sobre uma possível divisão de votos com o senador Eduardo Braga (MDB).

À Onda Digital, Ramos disse que a fragmentação do segundo voto acontecerá de qualquer forma e sua saída da disputa, o que não deve acontecer, pode acabar fortalecendo candidatos da oposição.

“É bom avisar que são dois votos. Se não dividir comigo, vai dividir com alguém. Não acredito que o senador Eduardo faça composição com algum dos outros candidatos que não estão no campo do presidente Lula”, disse.

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Nos bastidores, o PT trabalha para garantir o nome de Marcelo Ramos como candidato ao Senado ao lado do senador Eduardo Braga, do MDB.

A movimentação, porém, enfrenta resistência dentro do MDB. Parte da base do partido teme que a entrada de Marcelo Ramos na disputa possa dividir os votos da centro-esquerda e abrir espaço para o avanço de nomes da direita no segundo voto ao Senado.

Em resposta às articulações, Marcelo Ramos afirmou que PT e MDB têm autonomia para definir suas candidaturas e rebateu a ideia de que sua presença enfraqueceria Braga.

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“No segundo voto, o senador Plínio é o primeiro e eu sou o segundo. Se eu saísse, a tendência é aumentar o segundo voto no Plínio”, afirmou.

Segundo ele, o cenário eleitoral atual é mais competitivo do que em eleições anteriores, principalmente no interior do estado. “Agora Plínio, Alberto e Wilson têm voto no interior, o que torna a disputa mais acirrada”, completa.

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