Hoje o pré-candidato ao Senado pelo Amazonas, Coronel Menezes (PL), esteve no programa Meio-dia com Jefferson Coronel na Rádio e TV Onda Digital. Menezes debateu com o jornalista sobre um vídeo do prefeito David Almeida: nele, o gestor de Manaus insinua que Menezes foi responsável pela não-vinda de R$ 1 bilhão para Manaus após reunião entre Almeida e o presidente Jair Bolsonaro (PL) intermediada pelo pré-candidato.
Menezes se disse surpreendido com o vídeo e pediu que David Almeida “desse nomes e não mandasse recado”. Ele rejeitou a comparação com Joaquim Silvério dos Reis – o traidor da Inconfidência Mineira que levou à prisão de Tiradentes – e afirmou que o recurso não foi liberado por Almeida ter rompido acordo com o presidente ao dar protagonismo ao “inimigos políticos” de Bolsonaro, referindo-se ao senador Omar Aziz e o deputado Marcelo Ramos. Ele disse:
Ele também ressaltou que não tem partido e que sua função é “construir pontes”. Ele disse:
“Você acha que o presidente Bolsonaro é bobo? Ele não precisa de mim para tomar suas decisões. Bolsonaro é grande e mantém compromisso com todos os municípios do Brasil. Ele mandou, manda e continuará mandando recursos para Manaus”.
Segundo a assessoria do Coronel Menezes, ele dará uma coletiva nesta sexta-feira, 01/04, às 10h30, no Da Vinci Hotel, zona centro-sul, para prestar esclarecimentos sobre o assunto.
Veja o vídeo do programa Meio-dia com Jefferson Coronel com a presença de Coronel Menezes na íntegra, abaixo:
Da Redação.
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Hoje o pré-candidato ao Senado pelo Amazonas, Coronel Menezes (PL), esteve no programa Meio-dia com Jefferson Coronel na Rádio e TV Onda Digital. Menezes debateu com o jornalista sobre um vídeo do prefeito David Almeida: nele, o gestor de Manaus insinua que Menezes foi responsável pela não-vinda de R$ 1 bilhão para Manaus após reunião entre Almeida e o presidente Jair Bolsonaro (PL) intermediada pelo pré-candidato.
Menezes se disse surpreendido com o vídeo e pediu que David Almeida “desse nomes e não mandasse recado”. Ele rejeitou a comparação com Joaquim Silvério dos Reis – o traidor da Inconfidência Mineira que levou à prisão de Tiradentes – e afirmou que o recurso não foi liberado por Almeida ter rompido acordo com o presidente ao dar protagonismo ao “inimigos políticos” de Bolsonaro, referindo-se ao senador Omar Aziz e o deputado Marcelo Ramos. Ele disse:
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Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.
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