O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em publicação no X neste domingo (19/7), que recusou a segurança da Polícia Federal oferecida aos pré-candidatos à Presidência da República. No texto, ele pediu que os servidores que fariam sua segurança sejam “destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS”.
O senador também disse temer a presença de “infiltrados” em sua campanha, afirmando não confiar na atual direção da Polícia Federal, comandada pelo diretor-geral Andrei Passos Rodrigues.
Veja abaixo:
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS.
Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de… pic.twitter.com/A0HCPympzA
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 19, 2026
Como senador, Flávio Bolsonaro já conta com segurança realizada pela Polícia Legislativa do Senado e afirmou que continuará com essa equipe. Em compromissos recentes, ele tem aparecido acompanhado de seguranças e diz ter utilizado colete à prova de balas.
PF inicia operação de proteção a candidatos
A Polícia Federal começa nesta segunda-feira (20/7) uma operação para proteger os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A estrutura mobilizará até 458 servidores e contará com veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.
Os nomes que disputarão o Palácio do Planalto só serão confirmados após as convenções partidárias, que começam nesta segunda-feira, com o registro de candidaturas seguindo até 15 de agosto. Após essas confirmações, a proteção poderá ser iniciada.
