A escolha de quem ocupará a vaga de vice na chapa do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), tornou-se um dos principais movimentos da pré-campanha e ganhou destaque nos principais portais nacionais. A definição é tratada como estratégica pela direção do Partido Liberal, que pretende utilizar a composição da chapa para ampliar alianças políticas, fortalecer a candidatura e aumentar a competitividade na corrida ao Palácio do Planalto.
Nos bastidores, dirigentes do PL avaliam que a vice deverá ser uma mulher, estratégia que busca ampliar o diálogo com o eleitorado feminino e reduzir a rejeição do senador nesse segmento. A possibilidade ganhou força após o desgaste público envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que deixou de ser considerada para a composição da chapa em meio ao conflito político e familiar com Flávio Bolsonaro.
Além da busca por maior identificação com o eleitorado feminino, a escolha também leva em conta o fortalecimento das alianças partidárias. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, já defendeu publicamente que a vaga possa ser preenchida por um nome de legenda aliada, como Progressistas, Republicanos, União Brasil ou Podemos, desde que a indicação contribua para ampliar a base de apoio da candidatura.
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Entre os nomes sondados para compor a chapa estão:
- Bia Kicis (PL-DF) – Deputada federal de 64 anos, é aliada de Michelle Bolsonaro, mas mantém lealdade à família Bolsonaro. Após reunião com Flávio na sede do PL, em Brasília, o senador destacou que a parlamentar “topa desafios” e está disposta a contribuir com o projeto político, embora tenha evitado confirmar sua escolha.
- Daniella Marques (Republicanos) – Ex-presidente da Caixa Econômica Federal, de 46 anos, integra o núcleo econômico da pré-campanha. É próxima de Flávio Bolsonaro desde o período em que trabalhou com o ex-ministro Paulo Guedes no Ministério da Economia.
- Júlia Zanatta (PL-SC) – Deputada federal de 41 anos, tem o apoio do pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro, que foi o primeiro a defender publicamente seu nome para a vice. Representante da ala mais ideológica do bolsonarismo, já declarou que aceitaria o convite para integrar a chapa.
- Simone Marquetto (PP-SP) – Deputada federal de 50 anos, é católica e pode ampliar a penetração da candidatura entre esse segmento do eleitorado, considerado estratégico para a campanha.
- Tereza Cristina (PP-MS) – Senadora de 71 anos e ex-ministra da Agricultura no governo Jair Bolsonaro, possui forte articulação política no Congresso Nacional e influência junto ao agronegócio. Embora seja apontada como uma das favoritas, Valdemar Costa Neto afirmou recentemente que a parlamentar pode ter outros projetos políticos, como disputar a Presidência do Senado em 2027.
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A escolha de quem ocupará a vaga de vice na chapa do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), tornou-se um dos principais movimentos da pré-campanha e ganhou destaque nos principais portais nacionais. A definição é tratada como estratégica pela direção do Partido Liberal, que pretende utilizar a composição da chapa para ampliar alianças políticas, fortalecer a candidatura e aumentar a competitividade na corrida ao Palácio do Planalto.
Nos bastidores, dirigentes do PL avaliam que a vice deverá ser uma mulher, estratégia que busca ampliar o diálogo com o eleitorado feminino e reduzir a rejeição do senador nesse segmento. A possibilidade ganhou força após o desgaste público envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que deixou de ser considerada para a composição da chapa em meio ao conflito político e familiar com Flávio Bolsonaro.
Além da busca por maior identificação com o eleitorado feminino, a escolha também leva em conta o fortalecimento das alianças partidárias. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, já defendeu publicamente que a vaga possa ser preenchida por um nome de legenda aliada, como Progressistas, Republicanos, União Brasil ou Podemos, desde que a indicação contribua para ampliar a base de apoio da candidatura.
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