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“Parte que corresponde ao governo do estado nunca foi repassada à prefeitura”, diz David Almeida

A dívida acumulada já ultrapassa R$ 120 milhões, conforme declarou o Prefeito de Manaus

O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), afirmou que o governo do Amazonas não repassou, até o momento, recursos destinados à saúde básica da capital amazonense. De acordo com Almeida, a dívida acumulada já ultrapassa R$ 120 milhões.

“Desde o primeiro dia em que nós entramos, a parte que corresponde ao governo do estado nunca foi repassada à prefeitura. 50% é recurso federal, 25% estadual e 25% municipal, e os 25% do Estado não estão chegando, não estão sendo repassados e nós temos aí uma dívida de quase R$ 120 milhões só com o Samu. Eles têm conosco [a dívida]. […] Eu tenho que tornar público, porque eu já aguentei quatro anos e eu vou cobrar todas as vezes”, frisou o chefe do Executivo municipal.

A declaração aconteceu durante a inauguração da nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-Manaus). O prefeito de Manaus aproveitou para deixar claro que a fala se trata de uma crítica construtiva, pois o orçamento municipal representa apenas 20% do total administrado pelo estado do Amazonas.


Saiba mais:

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David Almeida diz que governo deixou de repassar R$ 120 milhões

Almeida ainda falou que, há mais de seis anos, o Governo do Amazonas também deixou de repassar sua parte para a farmácia básica, acumulando uma dívida de aproximadamente R$ 120 milhões.

“A farmácia básica, também, o governo não repassa a parte dele dos 25% há mais de seis anos para a Prefeitura de Manaus, mais R$ 120 milhões. Com isso, nós ajuizamos uma ação que chega a mais de R$ 250 milhões para ver se o governo, muito dificilmente, vai passar que está devendo, mas que corrija daqui para a frente”, anunciou.

Com isso, a Prefeitura de Manaus decidiu ajuizar uma ação para tentar reaver os valores devidos, que já ultrapassam R$ 250 milhões.

Governo diz que informação é equivocada

O Governo do Amazonas divulgou nota nesta sexta (28/2) para afirmar que o Estado tem assumido compromissos da Saúde Básica que deveriam ser de competência da Prefeitura de Manaus.

A nota diz:

“Diferentemente do que afirmou equivocadamente o prefeito de Manaus, o Estado tem assumido, ao longo dos últimos anos, uma série de serviços da Atenção Básica de Saúde da capital que deveriam ser executados pela Prefeitura, entre eles a realização de atendimentos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), conforme pactuação entre Estado e Município”.

Serviços como atendimentos intra-hospitalar e intermetropolitano, não estão sendo realizados pelo SAMU inexistindo, assim, segundo o governo, a justificativa para que o Estado repasse recursos à Prefeitura de Manaus.

O governo se manifesta após declaração do prefeito David Almeida (Avante) na quinta (27), onde durante a inauguração da nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-Manaus), criticou o governo do Amazonas por não repassar os recursos destinados à saúde básica da capital. Segundo ele, a dívida acumulada já ultrapassaria R$ 120 milhões.

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), afirmou que o governo do Amazonas não repassou, até o momento, recursos destinados à saúde básica da capital amazonense. De acordo com Almeida, a dívida acumulada já ultrapassa R$ 120 milhões.

“Desde o primeiro dia em que nós entramos, a parte que corresponde ao governo do estado nunca foi repassada à prefeitura. 50% é recurso federal, 25% estadual e 25% municipal, e os 25% do Estado não estão chegando, não estão sendo repassados e nós temos aí uma dívida de quase R$ 120 milhões só com o Samu. Eles têm conosco [a dívida]. […] Eu tenho que tornar público, porque eu já aguentei quatro anos e eu vou cobrar todas as vezes”, frisou o chefe do Executivo municipal.

A declaração aconteceu durante a inauguração da nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-Manaus). O prefeito de Manaus aproveitou para deixar claro que a fala se trata de uma crítica construtiva, pois o orçamento municipal representa apenas 20% do total administrado pelo estado do Amazonas.


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Almeida ainda falou que, há mais de seis anos, o Governo do Amazonas também deixou de repassar sua parte para a farmácia básica, acumulando uma dívida de aproximadamente R$ 120 milhões.

“A farmácia básica, também, o governo não repassa a parte dele dos 25% há mais de seis anos para a Prefeitura de Manaus, mais R$ 120 milhões. Com isso, nós ajuizamos uma ação que chega a mais de R$ 250 milhões para ver se o governo, muito dificilmente, vai passar que está devendo, mas que corrija daqui para a frente”, anunciou.

Com isso, a Prefeitura de Manaus decidiu ajuizar uma ação para tentar reaver os valores devidos, que já ultrapassam R$ 250 milhões.

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A nota diz:

“Diferentemente do que afirmou equivocadamente o prefeito de Manaus, o Estado tem assumido, ao longo dos últimos anos, uma série de serviços da Atenção Básica de Saúde da capital que deveriam ser executados pela Prefeitura, entre eles a realização de atendimentos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), conforme pactuação entre Estado e Município”.

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