O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção. O pedido foi apresentado pela Polícia Federal (PF), que apura se o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria atuado para beneficiar o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, em negociações envolvendo o Ministério da Saúde.
Segundo as investigações, Lulinha e o empresário teriam mantido contatos relacionados ao mercado de cannabis medicinal. A PF também apura reuniões realizadas no Ministério da Saúde com representantes ligados ao lobista.
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A defesa de Lulinha afirma que não houve qualquer irregularidade e critica a abertura do novo inquérito. “Lulinha já demonstrou que não tem relação direta ou indireta com o INSS e não tem relação com os negócios da Roberta. A PF não achou nada no INSS e vai procurar em outro lugar. Isso é pesca probatória. Isso é grave”, declarou o advogado Marco Aurélio de Carvalho.
A defesa também sustenta que a viagem de Lulinha a Portugal com Antônio Carlos Camilo Antunes, em 2024, teve caráter exclusivamente técnico e não resultou na celebração de contratos nem na obtenção de benefícios comerciais.
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção. O pedido foi apresentado pela Polícia Federal (PF), que apura se o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria atuado para beneficiar o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, em negociações envolvendo o Ministério da Saúde.
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