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Nikolas Ferreira apresenta novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes

Justificativa do parlamentar se baseia na recente aplicação da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos, que impôs sanções ao magistrado sob a acusação de violações a direitos humanos

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou, nesta quarta-feira (30/7), que irá apresentar um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A justificativa do parlamentar se baseia na recente aplicação da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos, que impôs sanções ao magistrado sob a acusação de violações a direitos humanos.

Segundo Nikolas, a medida internacional representa um marco.

 “Uma das maiores democracias do planeta reconhece que há no Brasil um magistrado que viola direitos fundamentais, persegue opositores e destrói as bases do Estado de Direito”, afirmou em publicação nas redes sociais.

O deputado mineiro classificou o episódio como uma “encruzilhada histórica” para o país e exigiu uma reação do Senado, responsável constitucionalmente pelo julgamento de ministros do STF.

“Ou cumpre sua função ou será conivente com a tirania. A omissão agora é cumplicidade direta”, disse Nikolas Ferreira.

O novo pedido se soma a outros já apresentados, mas que foram arquivados ou seguem sem andamento na Casa. Nikolas Ferreira listou sete motivos centrais que, segundo ele, justificam o afastamento de Moraes do cargo:

  1. Violação sistemática de direitos e garantias fundamentais;

  2. Inquéritos ilegais e sem fim;

  3. Medidas abusivas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro;

  4. Ativismo judicial para interferir na política econômica;

  5. Censura institucionalizada e perseguição ideológica;

  6. Concentração inconstitucional de poderes;

  7. Construção de uma narrativa jurídica e política artificial – a chamada “trama golpista”.

Além do afastamento de Moraes, o deputado defende que o impeachment leve à nulidade de atos considerados abusivos, como as condenações relacionadas aos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele pede ainda a libertação dos presos, a reparação de danos a parlamentares, jornalistas e cidadãos que teriam sido “perseguidos injustamente”, e a revogação de medidas restritivas que classifica como ideológicas.

“Os inquéritos e condenações relacionadas ao 8 de janeiro foram conduzidos de forma totalmente parcial, ignorando provas e garantias, com penas desproporcionais, sem direito à ampla defesa. Tudo isso serviu para sustentar uma narrativa de golpe, construída sem imparcialidade, que foi utilizada para criminalizar adversários e mobilizar o sistema contra uma parte da população”, afirmou o parlamentar.

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou, nesta quarta-feira (30/7), que irá apresentar um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A justificativa do parlamentar se baseia na recente aplicação da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos, que impôs sanções ao magistrado sob a acusação de violações a direitos humanos.

Segundo Nikolas, a medida internacional representa um marco.

 “Uma das maiores democracias do planeta reconhece que há no Brasil um magistrado que viola direitos fundamentais, persegue opositores e destrói as bases do Estado de Direito”, afirmou em publicação nas redes sociais.

O deputado mineiro classificou o episódio como uma “encruzilhada histórica” para o país e exigiu uma reação do Senado, responsável constitucionalmente pelo julgamento de ministros do STF.

“Ou cumpre sua função ou será conivente com a tirania. A omissão agora é cumplicidade direta”, disse Nikolas Ferreira.

O novo pedido se soma a outros já apresentados, mas que foram arquivados ou seguem sem andamento na Casa. Nikolas Ferreira listou sete motivos centrais que, segundo ele, justificam o afastamento de Moraes do cargo:

  1. Violação sistemática de direitos e garantias fundamentais;

  2. Inquéritos ilegais e sem fim;

  3. Medidas abusivas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro;

  4. Ativismo judicial para interferir na política econômica;

  5. Censura institucionalizada e perseguição ideológica;

  6. Concentração inconstitucional de poderes;

  7. Construção de uma narrativa jurídica e política artificial – a chamada “trama golpista”.

Além do afastamento de Moraes, o deputado defende que o impeachment leve à nulidade de atos considerados abusivos, como as condenações relacionadas aos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele pede ainda a libertação dos presos, a reparação de danos a parlamentares, jornalistas e cidadãos que teriam sido “perseguidos injustamente”, e a revogação de medidas restritivas que classifica como ideológicas.

“Os inquéritos e condenações relacionadas ao 8 de janeiro foram conduzidos de forma totalmente parcial, ignorando provas e garantias, com penas desproporcionais, sem direito à ampla defesa. Tudo isso serviu para sustentar uma narrativa de golpe, construída sem imparcialidade, que foi utilizada para criminalizar adversários e mobilizar o sistema contra uma parte da população”, afirmou o parlamentar.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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