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Omar Aziz admite não suportar ministros militantes de Lula

O senador do Amazonas pelo PSD, Omar Aziz, admitiu não suportar ministros militantes do governo Lula, sem citar nomes, mas abordando principalmente a atuação diante das tratativas relacionadas as pastas.

Durante entrevista a UOL, Aziz chega a dizer que certos ministros nem deveriam estar em tais cargos.

“Veja bem, eu não suporto ministro militante dentro do governo e tenho aí restrições a ministro que não era para nem estar aí, que lá atrás em 2003, 2004, inclusive saíram até do PT, porque não concordavam. É possível você discutir desenvolvimento sustentável com o agronegócio. Você não vê uma foto da ministra Marina [Silva] sentada com lideranças do agronegócio há dois anos”, declarou o senador.

Ao ser questionado sobre as tratativas que envolvem também uma interlocução do governo federal com o Congresso Nacional, Aziz abordou, principalmente, sobre a ausência de comunicação em algumas tratativas em projetos e soluções de problemas. Mas que essa responsabilidade não faz parte do Congresso Nacional.

“Se a gente não sabe se comunicar e não tem essa interlocução mais, a culpa não é nossa, porque a gente faz o nosso papel. Independe de Davi ou Hugo Mota, presidente ou não, porque quem pauta é as lideranças. Quem define pauta dentro do Congresso, dentro do Senado, são os líderes. Então, é um conjunto de problemas que nós temos que tem que ser resolvido. E não é mudando, é comportamento. Nós temos um país hoje, há dois anos que a gente não consegue se aproximar dos evangélicos. O governo não conseguiu, por falta de quê? De interlocução, pessoal”, explicou.

O senador ainda aproveitou para reforçar seu compromisso com o presidente Lula (PT).

“Hoje, o presidente tem 39 ministros. Ninguém pode dizer que eu não sou aliado do presidente Lula no primeiro momento, primeira hora. Não sou aliado depois que ele se elegeu presidente. Eu tenho uma relação com o presidente muito forte, tenho um respeito carinho, e sei das boas intenções que o presidente tem com o Brasil, e principalmente com o menos favorecido”, frisou.


Saiba mais: 

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Gleisi Hoffman

Outro tema abordado durante entrevista que chamou bastante atenção foi sobre a indicação da atual presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, para a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Márcio Macêdo. O cargo compõe o quarteto dos ministros do Palácio do Planalto, que têm livre acesso ao presidente.

Para Aziz, apesar de ela (Gleisi) ser uma grande amiga e não ter nada contra ela, não concorda com a possível indicação.

“[A indicação de Gleisi] Não será boa para o presidente Lula. Eu adoro a Gleisi, a Gleisi é minha amiga, não tenho nada contra ela, mas ela é militante. A Gleisi faz críticas ao Haddad… Como é que você vai botar uma ministra que faz crítica a outro ministro? Me explica aí isso. Como é que você faz isso, hein? Eu queria entender o raciocínio”, frisou o senador amazonense.

 

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O senador do Amazonas pelo PSD, Omar Aziz, admitiu não suportar ministros militantes do governo Lula, sem citar nomes, mas abordando principalmente a atuação diante das tratativas relacionadas as pastas.

Durante entrevista a UOL, Aziz chega a dizer que certos ministros nem deveriam estar em tais cargos.

“Veja bem, eu não suporto ministro militante dentro do governo e tenho aí restrições a ministro que não era para nem estar aí, que lá atrás em 2003, 2004, inclusive saíram até do PT, porque não concordavam. É possível você discutir desenvolvimento sustentável com o agronegócio. Você não vê uma foto da ministra Marina [Silva] sentada com lideranças do agronegócio há dois anos”, declarou o senador.

Ao ser questionado sobre as tratativas que envolvem também uma interlocução do governo federal com o Congresso Nacional, Aziz abordou, principalmente, sobre a ausência de comunicação em algumas tratativas em projetos e soluções de problemas. Mas que essa responsabilidade não faz parte do Congresso Nacional.

“Se a gente não sabe se comunicar e não tem essa interlocução mais, a culpa não é nossa, porque a gente faz o nosso papel. Independe de Davi ou Hugo Mota, presidente ou não, porque quem pauta é as lideranças. Quem define pauta dentro do Congresso, dentro do Senado, são os líderes. Então, é um conjunto de problemas que nós temos que tem que ser resolvido. E não é mudando, é comportamento. Nós temos um país hoje, há dois anos que a gente não consegue se aproximar dos evangélicos. O governo não conseguiu, por falta de quê? De interlocução, pessoal”, explicou.

O senador ainda aproveitou para reforçar seu compromisso com o presidente Lula (PT).

“Hoje, o presidente tem 39 ministros. Ninguém pode dizer que eu não sou aliado do presidente Lula no primeiro momento, primeira hora. Não sou aliado depois que ele se elegeu presidente. Eu tenho uma relação com o presidente muito forte, tenho um respeito carinho, e sei das boas intenções que o presidente tem com o Brasil, e principalmente com o menos favorecido”, frisou.


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“[A indicação de Gleisi] Não será boa para o presidente Lula. Eu adoro a Gleisi, a Gleisi é minha amiga, não tenho nada contra ela, mas ela é militante. A Gleisi faz críticas ao Haddad… Como é que você vai botar uma ministra que faz crítica a outro ministro? Me explica aí isso. Como é que você faz isso, hein? Eu queria entender o raciocínio”, frisou o senador amazonense.

 

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