A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu novas diligências para investigar a acusação de estupro de vulnerável contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Gaspar foi anunciado como vice nesta quarta-feira (5/8).
O pedido de abertura de inquérito havia sido apresentado pela Polícia Federal e ainda aguarda autorização do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
Origem da denúncia
O pedido da PGR se baseia em representações apresentadas pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), após embates com Gaspar na CPI do INSS, da qual ele era relator.
A denúncia é de que o deputado teria tido um filho com uma adolescente que, à época do fato, tinha 13 anos.
Leia mais:
Flávio Bolsonaro anuncia Alfredo Gaspar como vice na chapa do PL
Flávio convoca militância e Michelle exalta Seffair na convenção do PL-AM
Defesa e próximos passos
Gaspar nega a acusação. Ele já apresentou material genético para refutar a suspeita e acionou o Supremo Tribunal Federal por calúnia e injúria.
A expectativa é de que a Polícia Federal encerre a diligência ainda neste mês, para que o ministro Gilmar Mendes decida se arquiva o caso ou autoriza a apuração.
Após o anúncio de Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro, a denúncia voltou à tona e passou a ser compartilhada por perfis de esquerda na internet.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu novas diligências para investigar a acusação de estupro de vulnerável contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Gaspar foi anunciado como vice nesta quarta-feira (5/8).
O pedido de abertura de inquérito havia sido apresentado pela Polícia Federal e ainda aguarda autorização do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
Origem da denúncia
O pedido da PGR se baseia em representações apresentadas pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), após embates com Gaspar na CPI do INSS, da qual ele era relator.
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A expectativa é de que a Polícia Federal encerre a diligência ainda neste mês, para que o ministro Gilmar Mendes decida se arquiva o caso ou autoriza a apuração.
Após o anúncio de Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro, a denúncia voltou à tona e passou a ser compartilhada por perfis de esquerda na internet.
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