A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou a favor da manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e da retenção da pistola apreendida durante uma abordagem policial envolvendo um integrante de sua equipe de segurança. O parecer, assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet, acompanha a conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal, que não identificou elementos para responsabilizar Bolsonaro pelo episódio.
Segundo a PGR, não houve falta disciplinar capaz de alterar o regime de cumprimento da pena do ex-presidente. Por isso, o órgão defende a continuidade da execução da pena nas condições atuais, mantendo a arma sob custódia das autoridades.
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A pistola Glock calibre 9 mm foi encontrada no veículo de Estácio Leite da Silva Filho, responsável pela segurança de Bolsonaro. Ao concluir o inquérito, a Polícia Civil indiciou o militar, mas entendeu que não havia provas suficientes para imputar crime ao ex-presidente.
O caso voltou à análise após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar um novo parecer da PGR sobre a ocorrência.
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