O Partido Liberal (PL) desenhou uma estratégia de dupla articulação para as presidências da Câmara e do Senado. A sigla deve apoiar a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) na Câmara dos Deputados, enquanto busca garantir apoio político do centro para viabilizar a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado Federal.
A decisão de apoiar Motta visa evitar que o PL, mesmo tendo conquistado a maior bancada de deputados (com 121 cadeiras), perca espaço na distribuição de cargos e no comando das comissões parlamentares. Inicialmente, a legenda considerou lançar uma candidatura própria para enfrentar Motta, avaliando nomes como os deputados Sóstenes Cavalcante e Altineu Côrtes. A possibilidade, no entanto, perdeu força diante da ampla articulação em torno da reeleição de Motta, que já reúne apoio de 15 partidos, incluindo o PT.
Foco na presidência do Senado
O grande objetivo da sigla com esse acordo é o comando do Senado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já anunciou a intenção de indicar Rogério Marinho para concorrer contra o atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A oposição considera fundamental conquistar a presidência da Casa, especialmente diante das divergências sobre os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Alcolumbre pauta votação da PEC da Segurança Pública para terça-feira
Rogério Marinho é cotado pelo PL para disputar presidência do Senado
Marinho tem criticado o excesso de poder concentrado na presidência do Senado e defende mudanças no regimento, como permitir que pedidos de impeachment avancem automaticamente ao alcançarem 49 assinaturas. A partir de 2027, o PL poderá contar com 28 senadores.
A definição oficial da posição do partido sobre as duas disputas ocorrerá em uma reunião convocada para a próxima terça-feira (3), às 18h.
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O Partido Liberal (PL) desenhou uma estratégia de dupla articulação para as presidências da Câmara e do Senado. A sigla deve apoiar a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) na Câmara dos Deputados, enquanto busca garantir apoio político do centro para viabilizar a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado Federal.
A decisão de apoiar Motta visa evitar que o PL, mesmo tendo conquistado a maior bancada de deputados (com 121 cadeiras), perca espaço na distribuição de cargos e no comando das comissões parlamentares. Inicialmente, a legenda considerou lançar uma candidatura própria para enfrentar Motta, avaliando nomes como os deputados Sóstenes Cavalcante e Altineu Côrtes. A possibilidade, no entanto, perdeu força diante da ampla articulação em torno da reeleição de Motta, que já reúne apoio de 15 partidos, incluindo o PT.
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O grande objetivo da sigla com esse acordo é o comando do Senado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já anunciou a intenção de indicar Rogério Marinho para concorrer contra o atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A oposição considera fundamental conquistar a presidência da Casa, especialmente diante das divergências sobre os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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A definição oficial da posição do partido sobre as duas disputas ocorrerá em uma reunião convocada para a próxima terça-feira (3), às 18h.
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