Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Primeira turma do STF condena núcleo das “fake news” envolvidos em suposto golpe de estado

Os sete réus do chamado “núcleo 4” envolvidos em um suposto golpe de estado foram condenados pela maioria da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (21/10). O grupo é acusado de espalhar fake news e usar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para atacar autoridades e instituições, tentando criar um ambiente favorável a um golpe de Estado.

O voto que garantiu a maioria foi dado pela ministra Cármen Lúcia, que acompanhou o relator Alexandre de Moraes. O ministro Cristiano Zanin também já havia votado no mesmo sentido. Luiz Fux divergiu e defendeu a absolvição dos acusados. O placar está em 3 a 1, e ainda falta o voto do ministro Flávio Dino.

Cármen Lúcia destacou em seu voto que a “democracia vive da confiança e ditadura vive da desconfiança. A confiança se constrói com liberdade. Desconfiança se constrói com medo”. Segundo Moraes, as provas mostram que o grupo trabalhou para manter Jair Bolsonaro no poder mesmo após a derrota nas urnas, organizando e divulgando informações falsas para tentar desestabilizar o país.


Leia mais

Luiz Fux pede para deixar 1ª Turma do STF após nova divergência em julgamento de suspeitos de golpe de Estado

Pastora viraliza ao dizer que o Pica-Pau tentou matar seu filho


Os sete réus são:

  • Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército
  • Ângelo Denicoli, major da reserva
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal
  • Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército
  • Guilherme Almeida, tenente-coronel do Exército
  • Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal
  • Reginaldo Abreu, coronel do Exército

Cristiano Zanin afirmou que o grupo fazia parte de uma organização criminosa que tentou romper o Estado democrático de direito. Ele disse que os acusados incentivaram o uso das Forças Armadas e ameaçaram o STF, buscando interferir no funcionamento do Judiciário.

Já o ministro Fux, até o momento, único divergente, declarou que apenas pensar ou planejar um golpe não é crime e que os atos praticados seriam “desvios funcionais” e não ações concretas contra a democracia. Para ele, não há provas de que os réus tenham participado da depredação em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023.

O julgamento ainda não foi concluído e deve continuar nos próximos dias.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Os sete réus do chamado “núcleo 4” envolvidos em um suposto golpe de estado foram condenados pela maioria da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (21/10). O grupo é acusado de espalhar fake news e usar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para atacar autoridades e instituições, tentando criar um ambiente favorável a um golpe de Estado.

O voto que garantiu a maioria foi dado pela ministra Cármen Lúcia, que acompanhou o relator Alexandre de Moraes. O ministro Cristiano Zanin também já havia votado no mesmo sentido. Luiz Fux divergiu e defendeu a absolvição dos acusados. O placar está em 3 a 1, e ainda falta o voto do ministro Flávio Dino.

Cármen Lúcia destacou em seu voto que a “democracia vive da confiança e ditadura vive da desconfiança. A confiança se constrói com liberdade. Desconfiança se constrói com medo”. Segundo Moraes, as provas mostram que o grupo trabalhou para manter Jair Bolsonaro no poder mesmo após a derrota nas urnas, organizando e divulgando informações falsas para tentar desestabilizar o país.


Leia mais

Luiz Fux pede para deixar 1ª Turma do STF após nova divergência em julgamento de suspeitos de golpe de Estado

Pastora viraliza ao dizer que o Pica-Pau tentou matar seu filho


Os sete réus são:

  • Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército
  • Ângelo Denicoli, major da reserva
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal
  • Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército
  • Guilherme Almeida, tenente-coronel do Exército
  • Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal
  • Reginaldo Abreu, coronel do Exército

Cristiano Zanin afirmou que o grupo fazia parte de uma organização criminosa que tentou romper o Estado democrático de direito. Ele disse que os acusados incentivaram o uso das Forças Armadas e ameaçaram o STF, buscando interferir no funcionamento do Judiciário.

Já o ministro Fux, até o momento, único divergente, declarou que apenas pensar ou planejar um golpe não é crime e que os atos praticados seriam “desvios funcionais” e não ações concretas contra a democracia. Para ele, não há provas de que os réus tenham participado da depredação em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023.

O julgamento ainda não foi concluído e deve continuar nos próximos dias.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Marcel Alexandre defende hospitais de referência no interior e diz que fé orienta decisões políticas

O ex-vereador de Manaus e candidato a deputado estadual Marcel Alexandre (União Brasil) afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta quarta-feira (23), que...

PF adia novamente depoimento de Vorcaro sobre ‘A Turma’

A Polícia Federal (PF) adiou novamente o depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estava marcado para o dia 30 de...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Câmara de Manaus aprova ampliação do cadastro reserva dos concursos públicos

O Projeto de Lei nº 533/2026, de autoria do vereador Gilmar Nascimento (Avante), foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus e propõe mudanças na...

Bandeiras dos 62 municípios podem ganhar status de patrimônio cultural no Amazonas

As bandeiras dos 62 municípios do Amazonas podem passar a ser reconhecidas oficialmente como parte do Patrimônio Cultural e Histórico de Natureza Imaterial do...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

TSE pode mudar regra e evitar cassação de mulher eleita por fraude de outros candidatos

A discussão envolve recursos relacionados às eleições de 2022 no Amapá, em uma chapa do Podemos para deputado federal. Segundo o TSE, três candidatas...

Fim da ZFM pode esvaziar Manaus e aumentar migração no Norte a outras regiões

As declarações do pré-candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, e de seu virtual vice, Kim Kataguiri, em defesa do fim dos incentivos fiscais...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Marcel Alexandre defende hospitais de referência no interior e diz que fé orienta decisões políticas

O ex-vereador de Manaus e candidato a deputado estadual Marcel Alexandre (União Brasil) afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta quarta-feira (23), que...

PF adia novamente depoimento de Vorcaro sobre ‘A Turma’

A Polícia Federal (PF) adiou novamente o depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estava marcado para o dia 30 de...

Câmara de Manaus aprova ampliação do cadastro reserva dos concursos públicos

O Projeto de Lei nº 533/2026, de autoria do vereador Gilmar Nascimento (Avante), foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus e propõe mudanças na...

Bandeiras dos 62 municípios podem ganhar status de patrimônio cultural no Amazonas

As bandeiras dos 62 municípios do Amazonas podem passar a ser reconhecidas oficialmente como parte do Patrimônio Cultural e Histórico de Natureza Imaterial do...

TSE pode mudar regra e evitar cassação de mulher eleita por fraude de outros candidatos

A discussão envolve recursos relacionados às eleições de 2022 no Amapá, em uma chapa do Podemos para deputado federal. Segundo o TSE, três candidatas...

Fim da ZFM pode esvaziar Manaus e aumentar migração no Norte a outras regiões

As declarações do pré-candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, e de seu virtual vice, Kim Kataguiri, em defesa do fim dos incentivos fiscais...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]