Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Projeto quer garantir Justiça gratuita a quem tem câncer ou deficiência

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que garante gratuidade da Justiça para pessoas com câncer ou deficiência. A medida pode beneficiar pacientes e famílias que precisam recorrer ao Judiciário para garantir direitos, como acesso a tratamentos e medicamentos.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 917/2024, de autoria do ex-deputado Luciano Galego.

A proposta segue para análise do Senado, caso não haja recurso para que seja votada pelo plenário da Câmara.

Quem poderá ser beneficiado?

O texto prevê o benefício para pessoas com:

  • Neoplasia maligna, nome técnico utilizado para câncer;
  • Deficiência;
  • Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A relatora retirou do projeto a menção específica ao autismo porque a legislação brasileira já reconhece pessoas com TEA como pessoas com deficiência para todos os efeitos legais.

Impacto para pacientes e famílias

Segundo Laura Carneiro, muitas pessoas desses grupos precisam recorrer à Justiça para conseguir tratamentos, medicamentos e procedimentos negados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou por planos de saúde.

A deputada afirmou que os custos de um processo judicial não devem impedir o acesso a direitos fundamentais, principalmente em situações que envolvem saúde, vida e dignidade.

Com a mudança, pessoas com câncer ou deficiência poderão buscar a Justiça sem precisar enfrentar, em regra, o obstáculo financeiro das despesas processuais.


Leia mais

Militares acusados de violência doméstica podem ser julgados pela Justiça comum

Mulheres vítimas de violência poderão ter mais acesso ao auxílio-aluguel no Amazonas


Como funciona atualmente?

Hoje, não existe uma regra que garanta automaticamente a gratuidade da Justiça para esses grupos.

O benefício é regulamentado pelo Código de Processo Civil e depende da comprovação de insuficiência de recursos. A análise é feita pelo juiz em cada caso.

Se o projeto for aprovado pelo Senado e sancionado, a gratuidade passará a ser assegurada diretamente às pessoas incluídas na proposta, conforme as condições previstas na nova lei.

O que falta para virar lei?

Como o texto foi aprovado em caráter conclusivo pela CCJ, ele poderá seguir diretamente para o Senado. No entanto, um recurso pode levar a proposta para votação no plenário da Câmara.

Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que garante gratuidade da Justiça para pessoas com câncer ou deficiência. A medida pode beneficiar pacientes e famílias que precisam recorrer ao Judiciário para garantir direitos, como acesso a tratamentos e medicamentos.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 917/2024, de autoria do ex-deputado Luciano Galego.

A proposta segue para análise do Senado, caso não haja recurso para que seja votada pelo plenário da Câmara.

Quem poderá ser beneficiado?

O texto prevê o benefício para pessoas com:

  • Neoplasia maligna, nome técnico utilizado para câncer;
  • Deficiência;
  • Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A relatora retirou do projeto a menção específica ao autismo porque a legislação brasileira já reconhece pessoas com TEA como pessoas com deficiência para todos os efeitos legais.

Impacto para pacientes e famílias

Segundo Laura Carneiro, muitas pessoas desses grupos precisam recorrer à Justiça para conseguir tratamentos, medicamentos e procedimentos negados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou por planos de saúde.

A deputada afirmou que os custos de um processo judicial não devem impedir o acesso a direitos fundamentais, principalmente em situações que envolvem saúde, vida e dignidade.

Com a mudança, pessoas com câncer ou deficiência poderão buscar a Justiça sem precisar enfrentar, em regra, o obstáculo financeiro das despesas processuais.


Leia mais

Militares acusados de violência doméstica podem ser julgados pela Justiça comum

Mulheres vítimas de violência poderão ter mais acesso ao auxílio-aluguel no Amazonas


Como funciona atualmente?

Hoje, não existe uma regra que garanta automaticamente a gratuidade da Justiça para esses grupos.

O benefício é regulamentado pelo Código de Processo Civil e depende da comprovação de insuficiência de recursos. A análise é feita pelo juiz em cada caso.

Se o projeto for aprovado pelo Senado e sancionado, a gratuidade passará a ser assegurada diretamente às pessoas incluídas na proposta, conforme as condições previstas na nova lei.

O que falta para virar lei?

Como o texto foi aprovado em caráter conclusivo pela CCJ, ele poderá seguir diretamente para o Senado. No entanto, um recurso pode levar a proposta para votação no plenário da Câmara.

Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

“O caminho é respeitar o resultado”, afirma Tarcísio após carta de Flávio

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu nesta quarta-feira (28/10) que a oposição respeite o resultado das eleições e atue dentro...

Bate-boca e falta de quórum travam votação de projeto sobre instrumentos sagrados

A discussão do Projeto de Lei nº 495/2026, que prevê proteção a instrumentos sagrados de povos indígenas e comunidades de terreiro, terminou sem votação...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

“Não desistiremos do Brasil”: Eduardo posta foto com Flávio nos EUA

Eduardo Bolsonaro publicou, nesta quarta-feira (28/10), uma foto ao lado do irmão, Flávio Bolsonaro, após o reencontro dos dois nos Estados Unidos. Na legenda,...

Rogério Marinho é cotado pelo PL para disputar presidência do Senado

O Partido Liberal (PL) deve se reunir em 4 de novembro para decidir se lançará o senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado....
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Omar e Braga discutem pautas da saúde do Amazonas com ministro Padilha, em Brasília

O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), reuniu-se nesta quarta-feira (28/10), em Brasília, com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O senador Eduardo...

Presidente do União Brasil, Antonio Rueda diz que eleição terminou e cobra respeito às urnas

O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou nesta quarta-feira (28) que o resultado das eleições presidenciais de 25 de outubro deve ser...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

“O caminho é respeitar o resultado”, afirma Tarcísio após carta de Flávio

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu nesta quarta-feira (28/10) que a oposição respeite o resultado das eleições e atue dentro...

Bate-boca e falta de quórum travam votação de projeto sobre instrumentos sagrados

A discussão do Projeto de Lei nº 495/2026, que prevê proteção a instrumentos sagrados de povos indígenas e comunidades de terreiro, terminou sem votação...

“Não desistiremos do Brasil”: Eduardo posta foto com Flávio nos EUA

Eduardo Bolsonaro publicou, nesta quarta-feira (28/10), uma foto ao lado do irmão, Flávio Bolsonaro, após o reencontro dos dois nos Estados Unidos. Na legenda,...

Rogério Marinho é cotado pelo PL para disputar presidência do Senado

O Partido Liberal (PL) deve se reunir em 4 de novembro para decidir se lançará o senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado....

Omar e Braga discutem pautas da saúde do Amazonas com ministro Padilha, em Brasília

O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), reuniu-se nesta quarta-feira (28/10), em Brasília, com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O senador Eduardo...

Presidente do União Brasil, Antonio Rueda diz que eleição terminou e cobra respeito às urnas

O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou nesta quarta-feira (28) que o resultado das eleições presidenciais de 25 de outubro deve ser...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]