Ainda em protesto, 14 parlamentares da oposição revezam ocupação no Senado
Pressidente da casa, Davi Alcolumbre criticou a movimentação e afirmou que não permitirá que o funcionamento seja comprometido por ações que visem desestabilizar o Parlamento
A oposição, formada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, no Senado Federal iniciou um rodízio de ocupação do plenário da Casa. A movimentação reúne 14 senadores de partidos como PL, PP, Novo e Republicanos, que se organizam para manter presença constante no local, inclusive durante o fim de semana.
A ação ocorre paralelamente ao clima de tensão na Câmara dos Deputados, que viveu uma quarta-feira (6) marcada por tumultos e ocupações, encerradas apenas no fim da noite. No Senado, no entanto, a oposição mantém a ocupação durante a madrugada.
Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu convocar uma sessão remota para esta quinta-feira (7), às 11h, com o objetivo de votar três projetos de decreto legislativo e um projeto de lei. Um dos principais itens da pauta prevê a isenção do Imposto de Renda para pessoas que recebem até dois salários mínimos.
Alcolumbre criticou a movimentação e afirmou que não permitirá que o funcionamento da Casa seja comprometido por ações que visem desestabilizar o Parlamento.
“Não aceitarei intimidações nem tentativas de constrangimento à Presidência do Senado. O Parlamento não será refém de ações que visem desestabilizar seu funcionamento”, declarou em nota.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Foto: Reprodução)
Apesar da tentativa de esvaziar a mobilização com a sessão remota, parlamentares da oposição já indicaram que podem usar manobras regimentais para protelar as votações e manter a pressão política. O movimento é liderado por senadores próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Confira os senadores que participam do revezamento de ocupação do plenário:
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Damares Alves (Republicanos-DF)
Eduardo Girão (Novo-CE)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
Izalci Lucas (PL-DF)
Jaime Bagattoli (PL-RO)
Jorge Seif (PL-SC)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Marcos Rogério (PL-RO)
Rogério Marinho (PL-RN)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Wilder Morais (PL-GO)
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A oposição, formada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, no Senado Federal iniciou um rodízio de ocupação do plenário da Casa. A movimentação reúne 14 senadores de partidos como PL, PP, Novo e Republicanos, que se organizam para manter presença constante no local, inclusive durante o fim de semana.
A ação ocorre paralelamente ao clima de tensão na Câmara dos Deputados, que viveu uma quarta-feira (6) marcada por tumultos e ocupações, encerradas apenas no fim da noite. No Senado, no entanto, a oposição mantém a ocupação durante a madrugada.
Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu convocar uma sessão remota para esta quinta-feira (7), às 11h, com o objetivo de votar três projetos de decreto legislativo e um projeto de lei. Um dos principais itens da pauta prevê a isenção do Imposto de Renda para pessoas que recebem até dois salários mínimos.
Alcolumbre criticou a movimentação e afirmou que não permitirá que o funcionamento da Casa seja comprometido por ações que visem desestabilizar o Parlamento.
“Não aceitarei intimidações nem tentativas de constrangimento à Presidência do Senado. O Parlamento não será refém de ações que visem desestabilizar seu funcionamento”, declarou em nota.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Foto: Reprodução)
Apesar da tentativa de esvaziar a mobilização com a sessão remota, parlamentares da oposição já indicaram que podem usar manobras regimentais para protelar as votações e manter a pressão política. O movimento é liderado por senadores próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Confira os senadores que participam do revezamento de ocupação do plenário:
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.
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