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Roberto Cidade diz que suspensão do Passe Livre é questão política

O governador do Amazonas, Roberto Cidade, afirmou que a suspensão das recargas do Passe Livre Estudantil para alunos da rede estadual de ensino em Manaus é uma “questão política” e responsabilizou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) pela interrupção do benefício.

A declaração foi feita nesta sexta-feira (6/11), durante cerimônia de assinatura do termo de concessão de cinco terminais flutuantes, no Juruá Estaleiro e Navegação, em Cacau Pirêra, distrito de Iranduba.

Cidade afirmou que o Governo do Amazonas está em dia com os pagamentos referentes a 2026 e que os valores destinados ao custeio das passagens dos estudantes estão sendo depositados na conta do sindicato. Segundo ele, a divergência financeira envolve débitos de 2025, que estão em discussão na Justiça.

“O que está acontecendo é uma questão política que está querendo prejudicar os alunos da rede estadual de educação”, declarou.

Cidade também afirmou que o Estado possui dados sobre a quantidade de estudantes atendidos e os custos do benefício, calculados com base em 200 dias letivos. Ele disse que integrantes do governo, entre eles o secretário da Segov, Serafim Corrêa, foram designados para negociar com o Sinetram.

O chefe do Executivo estadual defendeu o cumprimento da decisão judicial que determinou o restabelecimento das recargas e cobrou do sindicato a retomada do benefício.

A decisão foi concedida pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Manaus, na quarta-feira (4), após ação da Defensoria Pública do Amazonas. A Justiça estabeleceu prazo de 24 horas, a partir da intimação, para a retomada do serviço, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, limitada inicialmente a R$ 1 milhão.

O impasse envolve cobranças financeiras entre o Estado e o sistema de transporte coletivo. Enquanto o Sinetram aponta pendências nos repasses, o governo sustenta que os pagamentos de 2026 estão regularizados e que os valores questionados são referentes ao ano anterior.


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O governador também afirmou que pretende buscar um entendimento com as empresas de transporte e disse que a próxima gestão estadual poderá negociar novos valores para o benefício.

“Pode aumentar um pouco o valor, pode tudo, mas no valor que foi pago lá atrás, por um convênio que foi feito, depois quando foi identificado que tinha valor a mais, não pode acontecer mais”, afirmou.

A suspensão das recargas começou no início de novembro e atingiu estudantes da rede estadual que dependem do transporte coletivo para chegar às escolas. Os alunos da rede municipal não foram afetados pela medida.

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O governador do Amazonas, Roberto Cidade, afirmou que a suspensão das recargas do Passe Livre Estudantil para alunos da rede estadual de ensino em Manaus é uma “questão política” e responsabilizou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) pela interrupção do benefício.

A declaração foi feita nesta sexta-feira (6/11), durante cerimônia de assinatura do termo de concessão de cinco terminais flutuantes, no Juruá Estaleiro e Navegação, em Cacau Pirêra, distrito de Iranduba.

Cidade afirmou que o Governo do Amazonas está em dia com os pagamentos referentes a 2026 e que os valores destinados ao custeio das passagens dos estudantes estão sendo depositados na conta do sindicato. Segundo ele, a divergência financeira envolve débitos de 2025, que estão em discussão na Justiça.

“O que está acontecendo é uma questão política que está querendo prejudicar os alunos da rede estadual de educação”, declarou.

Cidade também afirmou que o Estado possui dados sobre a quantidade de estudantes atendidos e os custos do benefício, calculados com base em 200 dias letivos. Ele disse que integrantes do governo, entre eles o secretário da Segov, Serafim Corrêa, foram designados para negociar com o Sinetram.

O chefe do Executivo estadual defendeu o cumprimento da decisão judicial que determinou o restabelecimento das recargas e cobrou do sindicato a retomada do benefício.

A decisão foi concedida pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Manaus, na quarta-feira (4), após ação da Defensoria Pública do Amazonas. A Justiça estabeleceu prazo de 24 horas, a partir da intimação, para a retomada do serviço, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, limitada inicialmente a R$ 1 milhão.

O impasse envolve cobranças financeiras entre o Estado e o sistema de transporte coletivo. Enquanto o Sinetram aponta pendências nos repasses, o governo sustenta que os pagamentos de 2026 estão regularizados e que os valores questionados são referentes ao ano anterior.


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