Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Senado aprova projeto para Estados pagarem piso da enfermagem

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, 4, um projeto para auxiliar Estados e municípios a custearem o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto, que recebeu 67 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para a Câmara dos Deputados.

A lei que fixou em R$ 4.750 o valor do piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Em setembro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento até que sejam analisados os impactos da lei na qualidade dos serviços de saúde e nos orçamentos estaduais e municipais.

A proposta aprovada no Senado é apenas uma das medidas que precisam ser tomadas para efetivar o pagamento do valor mínimo aos profissionais da área.

O texto permite que Estados e municípios usem recursos represados dos fundos regionais de saúde e de assistência social. O montante tem origem nos repasses federais às unidades da federação, realizados pelo Ministério da Saúde.

O dinheiro destravado não será usado diretamente para custear o piso, visto que a Constituição proíbe o pagamento de pessoal neste caso. Entretanto, com mais recursos disponíveis, os Estados e municípios terão uma folga no Orçamento. Isso possibilitará a remuneração dos enfermeiros. Há ainda outras fontes de receita em discussão, como a desoneração da folha de pagamentos do setor, repatriação de recursos e royalties do petróleo.

O projeto de lei estabeleceu que o piso de enfermeiros será de R$ 4.750, enquanto o de técnicos de enfermagem deve ser de R$ 3.325. O piso estabelecido para auxiliares de enfermagem e para parteiras é de R$ 2.375 e R$ 2.375, respectivamente.

Uma das principais polêmicas em torno do projeto se deu em torno das questões orçamentárias. A estimativa é que a medida cause impacto de R$ 16 bilhões nas folhas de pagamentos dos setores público e privado.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, 4, um projeto para auxiliar Estados e municípios a custearem o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto, que recebeu 67 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para a Câmara dos Deputados.

A lei que fixou em R$ 4.750 o valor do piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Em setembro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento até que sejam analisados os impactos da lei na qualidade dos serviços de saúde e nos orçamentos estaduais e municipais.

A proposta aprovada no Senado é apenas uma das medidas que precisam ser tomadas para efetivar o pagamento do valor mínimo aos profissionais da área.

O texto permite que Estados e municípios usem recursos represados dos fundos regionais de saúde e de assistência social. O montante tem origem nos repasses federais às unidades da federação, realizados pelo Ministério da Saúde.

O dinheiro destravado não será usado diretamente para custear o piso, visto que a Constituição proíbe o pagamento de pessoal neste caso. Entretanto, com mais recursos disponíveis, os Estados e municípios terão uma folga no Orçamento. Isso possibilitará a remuneração dos enfermeiros. Há ainda outras fontes de receita em discussão, como a desoneração da folha de pagamentos do setor, repatriação de recursos e royalties do petróleo.

O projeto de lei estabeleceu que o piso de enfermeiros será de R$ 4.750, enquanto o de técnicos de enfermagem deve ser de R$ 3.325. O piso estabelecido para auxiliares de enfermagem e para parteiras é de R$ 2.375 e R$ 2.375, respectivamente.

Uma das principais polêmicas em torno do projeto se deu em torno das questões orçamentárias. A estimativa é que a medida cause impacto de R$ 16 bilhões nas folhas de pagamentos dos setores público e privado.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]