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Senado aprova projeto para Estados pagarem piso da enfermagem

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, 4, um projeto para auxiliar Estados e municípios a custearem o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto, que recebeu 67 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para a Câmara dos Deputados.

A lei que fixou em R$ 4.750 o valor do piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Em setembro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento até que sejam analisados os impactos da lei na qualidade dos serviços de saúde e nos orçamentos estaduais e municipais.

A proposta aprovada no Senado é apenas uma das medidas que precisam ser tomadas para efetivar o pagamento do valor mínimo aos profissionais da área.

O texto permite que Estados e municípios usem recursos represados dos fundos regionais de saúde e de assistência social. O montante tem origem nos repasses federais às unidades da federação, realizados pelo Ministério da Saúde.

O dinheiro destravado não será usado diretamente para custear o piso, visto que a Constituição proíbe o pagamento de pessoal neste caso. Entretanto, com mais recursos disponíveis, os Estados e municípios terão uma folga no Orçamento. Isso possibilitará a remuneração dos enfermeiros. Há ainda outras fontes de receita em discussão, como a desoneração da folha de pagamentos do setor, repatriação de recursos e royalties do petróleo.

O projeto de lei estabeleceu que o piso de enfermeiros será de R$ 4.750, enquanto o de técnicos de enfermagem deve ser de R$ 3.325. O piso estabelecido para auxiliares de enfermagem e para parteiras é de R$ 2.375 e R$ 2.375, respectivamente.

Uma das principais polêmicas em torno do projeto se deu em torno das questões orçamentárias. A estimativa é que a medida cause impacto de R$ 16 bilhões nas folhas de pagamentos dos setores público e privado.

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O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, 4, um projeto para auxiliar Estados e municípios a custearem o piso salarial dos profissionais de enfermagem. O texto, que recebeu 67 votos favoráveis e nenhum contrário, segue para a Câmara dos Deputados.

A lei que fixou em R$ 4.750 o valor do piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Em setembro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento até que sejam analisados os impactos da lei na qualidade dos serviços de saúde e nos orçamentos estaduais e municipais.

A proposta aprovada no Senado é apenas uma das medidas que precisam ser tomadas para efetivar o pagamento do valor mínimo aos profissionais da área.

O texto permite que Estados e municípios usem recursos represados dos fundos regionais de saúde e de assistência social. O montante tem origem nos repasses federais às unidades da federação, realizados pelo Ministério da Saúde.

O dinheiro destravado não será usado diretamente para custear o piso, visto que a Constituição proíbe o pagamento de pessoal neste caso. Entretanto, com mais recursos disponíveis, os Estados e municípios terão uma folga no Orçamento. Isso possibilitará a remuneração dos enfermeiros. Há ainda outras fontes de receita em discussão, como a desoneração da folha de pagamentos do setor, repatriação de recursos e royalties do petróleo.

O projeto de lei estabeleceu que o piso de enfermeiros será de R$ 4.750, enquanto o de técnicos de enfermagem deve ser de R$ 3.325. O piso estabelecido para auxiliares de enfermagem e para parteiras é de R$ 2.375 e R$ 2.375, respectivamente.

Uma das principais polêmicas em torno do projeto se deu em torno das questões orçamentárias. A estimativa é que a medida cause impacto de R$ 16 bilhões nas folhas de pagamentos dos setores público e privado.

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