O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de bens e valores de Willer Tomaz até o limite de R$ 6 bilhões. A decisão também alcança uma ampla análise sobre a rede de correntistas da empresa Alcazar Holdings, que era a dona da conta que tinha o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cadastrado “como usuário master”.
O valor é o teto da medida judicial e não significa que R$ 6 bilhões tenham sido localizados ou efetivamente bloqueados. A ordem inclui a quebra dos sigilos bancário, fiscal e cambial de empresas vinculadas a Tomaz e o cancelamento de seus passaportes, inclusive o diplomático.
Moraes determinou as quebras dos sigilos bancários, fiscal e cambial do advogado e das empresas ALCAZAR BRASIL LTDA, ALCAZAR HOLDINGS UNIPESSOAL, ALCAZAR GLOBAL HOLDINGS, CATEDRAL – HOLDINGS SGPS.
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A medida foi tomada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas digitais. O caso começou no Rio Grande do Sul e chegou ao STF após surgirem referências ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem foro por prerrogativa de função.
Tomaz é investigado também por suspeitas relacionadas a desvios de recursos do INSS. Uma das empresas alcançadas pela decisão é ligada a uma casa de apostas na qual Flávio Bolsonaro teria figurado como “usuário master” até meados de 2025, com autorização para movimentar recursos.
Segundo a reportagem do UOL, apenas o senador e Tomaz podiam realizar essas operações naquele período. O advogado deixou o Brasil em 21 de agosto e, até a publicação das reportagens consultadas, não havia registro de seu retorno.
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de bens e valores de Willer Tomaz até o limite de R$ 6 bilhões. A decisão também alcança uma ampla análise sobre a rede de correntistas da empresa Alcazar Holdings, que era a dona da conta que tinha o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cadastrado “como usuário master”.
O valor é o teto da medida judicial e não significa que R$ 6 bilhões tenham sido localizados ou efetivamente bloqueados. A ordem inclui a quebra dos sigilos bancário, fiscal e cambial de empresas vinculadas a Tomaz e o cancelamento de seus passaportes, inclusive o diplomático.
Moraes determinou as quebras dos sigilos bancários, fiscal e cambial do advogado e das empresas ALCAZAR BRASIL LTDA, ALCAZAR HOLDINGS UNIPESSOAL, ALCAZAR GLOBAL HOLDINGS, CATEDRAL – HOLDINGS SGPS.
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Tomaz é investigado também por suspeitas relacionadas a desvios de recursos do INSS. Uma das empresas alcançadas pela decisão é ligada a uma casa de apostas na qual Flávio Bolsonaro teria figurado como “usuário master” até meados de 2025, com autorização para movimentar recursos.
Segundo a reportagem do UOL, apenas o senador e Tomaz podiam realizar essas operações naquele período. O advogado deixou o Brasil em 21 de agosto e, até a publicação das reportagens consultadas, não havia registro de seu retorno.
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