Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

STF invalida, por unanimidade, prática jurídica de desqualificar mulheres vítimas de violência

Nesta quinta-feira (23/05), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, invalidar a prática de desqualificação da mulher vítima de crimes sexuais ou de violência em audiências na Justiça e investigações.

A conduta se caracteriza pelo uso de elementos que façam referência à vida sexual da mulher ou seu modo de vida, por exemplo, como forma de desqualificar a vítima.

Prevaleceu o voto da relatora do caso, a ministra Cármen Lúcia, no sentido de impedir o uso da estratégia em processos criminais.

A magistrada, que votou na sessão de quarta-feira (22/05), é a relatora de uma ação em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) contesta práticas de desqualificação de vítimas de violência sexual em investigações ou julgamentos de acusados pelo crime.

“O que se pretende aqui é não permitir que, por interpretações que são dadas aos dispositivos legais, haja alguma abertura para que o próprio estado-juiz e o estado que faz a investigação revitimizem a mulher”, declarou a relatora.

Seguiram o entendimento de Cármen Lúcia, os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes e o presidente Luís Roberto Barroso.


Leia mais:

Lula anuncia pacto nacional para prevenção de feminicídios

Conselho sugere monitoramento de agressores de mulheres por tornozeleira eletrônica


Pela decisão, esses pontos não poderão mais ser usados como argumento das defesas de acusados dos crimes sexuais.

Policiais, promotores e juízes também ficam proibidos de tratar desses pontos. Os representantes dos órgãos do Estado devem atuar para impedir atos de desqualificação, sob pena de responsabilização.

*Com informações da CNN Brasil e G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Nesta quinta-feira (23/05), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, invalidar a prática de desqualificação da mulher vítima de crimes sexuais ou de violência em audiências na Justiça e investigações.

A conduta se caracteriza pelo uso de elementos que façam referência à vida sexual da mulher ou seu modo de vida, por exemplo, como forma de desqualificar a vítima.

Prevaleceu o voto da relatora do caso, a ministra Cármen Lúcia, no sentido de impedir o uso da estratégia em processos criminais.

A magistrada, que votou na sessão de quarta-feira (22/05), é a relatora de uma ação em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) contesta práticas de desqualificação de vítimas de violência sexual em investigações ou julgamentos de acusados pelo crime.

“O que se pretende aqui é não permitir que, por interpretações que são dadas aos dispositivos legais, haja alguma abertura para que o próprio estado-juiz e o estado que faz a investigação revitimizem a mulher”, declarou a relatora.

Seguiram o entendimento de Cármen Lúcia, os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes e o presidente Luís Roberto Barroso.


Leia mais:

Lula anuncia pacto nacional para prevenção de feminicídios

Conselho sugere monitoramento de agressores de mulheres por tornozeleira eletrônica


Pela decisão, esses pontos não poderão mais ser usados como argumento das defesas de acusados dos crimes sexuais.

Policiais, promotores e juízes também ficam proibidos de tratar desses pontos. Os representantes dos órgãos do Estado devem atuar para impedir atos de desqualificação, sob pena de responsabilização.

*Com informações da CNN Brasil e G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Carlos Bolsonaro contesta pena de 27 anos do pai e cita ausência no 8 de janeiro

O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) voltou a questionar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a 27 anos e 3...

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Carlos Bolsonaro contesta pena de 27 anos do pai e cita ausência no 8 de janeiro

O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) voltou a questionar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a 27 anos e 3...

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]