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SUS terá R$ 887 milhões para aumentar cuidados paliativos para pacientes terminais

O Ministério da Saúde vai investir R$ 887 milhões para ampliar a oferta de cuidados paliativos no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com anúncio feito pela ministra Nísia Trindade, nesta quinta-feira (23/05) em Brasília, os recursos permitirão a formação e atuação de 1.321 equipes multidisciplinares em todo o território nacional.

As estratégias para a ampliação da oferta de cuidados paliativos na rede pública de saúde estão baseadas em política específica aprovada em dezembro de 2023 pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), formada pelo Ministério da Saúde, secretarias estaduais de Saúde e secretarias municipais de Saúde.

Segundo a ministra, a política de cuidados paliativos diz respeito não somente à questão de terminalidade da vida, mas também às pessoas que enfrentam sofrimentos por doenças crônicas graves.

“É uma política que tem a ver com um conjunto amplo de problemas de saúde, que exigem esses cuidados, que são os cuidados da humanização, de garantir a melhor qualidade de vida”, disse Nísia.

“Temos que nascer, crescer, viver e também, no momento de finalização da vida, também morrer bem”, acrescentou a ministra.

Nísia já havia assinado uma portaria na quarta-feira (22/05) que implementou a Política Nacional de Cuidados Paliativos, dentro do âmbito do SUS.


Leia mais:

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Projeto obriga SUS a ofertar novos procedimentos em até 180 dias


Com a iniciativa, o SUS passa a atuar em ações para alívio da dor, do sofrimento e outros sintomas em pessoas que enfrentam doenças ou outras condições de saúde que ameaçam ou limitam a continuidade da vida.

A determinação do governo federal prevê que esse atendimento deverá também abranger familiares e cuidadores.

Na apresentação desta quinta, o governo também citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que mostram que há 625 mil pessoas do Brasil que necessitam de cuidados paliativos.

*Com informações da Agência Brasil e O Globo.

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O Ministério da Saúde vai investir R$ 887 milhões para ampliar a oferta de cuidados paliativos no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com anúncio feito pela ministra Nísia Trindade, nesta quinta-feira (23/05) em Brasília, os recursos permitirão a formação e atuação de 1.321 equipes multidisciplinares em todo o território nacional.

As estratégias para a ampliação da oferta de cuidados paliativos na rede pública de saúde estão baseadas em política específica aprovada em dezembro de 2023 pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), formada pelo Ministério da Saúde, secretarias estaduais de Saúde e secretarias municipais de Saúde.

Segundo a ministra, a política de cuidados paliativos diz respeito não somente à questão de terminalidade da vida, mas também às pessoas que enfrentam sofrimentos por doenças crônicas graves.

“É uma política que tem a ver com um conjunto amplo de problemas de saúde, que exigem esses cuidados, que são os cuidados da humanização, de garantir a melhor qualidade de vida”, disse Nísia.

“Temos que nascer, crescer, viver e também, no momento de finalização da vida, também morrer bem”, acrescentou a ministra.

Nísia já havia assinado uma portaria na quarta-feira (22/05) que implementou a Política Nacional de Cuidados Paliativos, dentro do âmbito do SUS.


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A determinação do governo federal prevê que esse atendimento deverá também abranger familiares e cuidadores.

Na apresentação desta quinta, o governo também citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que mostram que há 625 mil pessoas do Brasil que necessitam de cuidados paliativos.

*Com informações da Agência Brasil e O Globo.

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