Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

“Essa decisão é do Trump, não tem participação minha”, afirma Bolsonaro sobre taxação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos

O ex-presidente comentou as recentes ações do presidente americano relacionadas ao Brasil

Após a polêmica envolvendo a proposta de taxação de produtos brasileiros, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pretende impor tarifas de até 50% sobre mercadorias importadas do Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (15/07) a um portal de notícias, foi questionado sobre o assunto e afirmou que não possui nenhuma influência sobre a decisão.

Segundo Bolsonaro, essa é uma decisão tomada exclusivamente por Trump, sem qualquer relação com sua figura política, contrariando rumores veiculados por parte da imprensa, que sugeriam que a medida seria uma retaliação do governo americano em solidariedade às investigações que o ex-presidente enfrenta no Brasil. Vale lembrar que, em declarações recentes, Trump classificou o processo envolvendo Bolsonaro como uma “caça às bruxas”.

Bolsonaro também comentou uma conversa que teve com Trump durante seu mandato, quando tratou da possibilidade de taxação do aço brasileiro, destacando que conseguiu reverter a decisão após diálogo direto com o então presidente americano. O ex-presidente aproveitou para alfinetar o governo Lula (PT), argumentando que, caso houvesse interlocução eficiente, o atual governo poderia dialogar diretamente com Trump para resolver o impasse.


Saiba mais:


“Essa decisão é do Trump, não tem participação minha, não existe nenhum lobby meu. Qualquer um está vendo o que acontece comigo. Eu tive problemas com o Trump em 2019, ele queria taxar o nosso aço. Eu fui lá, conversei com ele e não taxou o nosso aço. É o que o Millei fez agora: conversou com o Trump, 80% dos produtos da região com tarifa zero; o restante, 10%. Se esse governo tivesse interlocução com o governo americano, bastava conversar com ele.Todos os países que foram taxados, alguns em até 100%, e que tinham prazo para a tarifa entrar em vigor, conversaram com o governo americano e resolveram. O que o Trump procura é uma paridade nas taxações”, afirmou Bolsonaro.

O ex-presidente também comentou as recentes declarações de Trump, que o citou ao falar sobre o processo que Bolsonaro enfrenta no Brasil, acusado de tentativa de golpe de Estado — o que ainda está em investigação. Ele aproveitou para criticar o presidente Lula e suas declarações no BRICS, onde mencionou a possibilidade de substituir o dólar nas negociações internacionais do bloco.

Ele (Trump) citou meu nome, falou da ‘caça às bruxas’. Citou também a questão das redes sociais, da liberdade de expressão, e a questão do comércio americano. Está implícito ali também o Lula querendo o fim do padrão dólar nas negociações com o BRICS. E o BRICS virou um ajuntamento de ditadores. Você pode ver… Tenho uma profunda gratidão por ele (Trump). Tivemos um excelente relacionamento, conversamos sobre muita coisa pelo mundo, fazendo planos. Fizemos muitos planos para o Brasil na questão dos nossos minérios, e de maneira geral nas commodities, com as quais competimos em alguns setores”, disse Bolsonaro.

O “eterno presidente”, como é chamado por seus apoiadores, finalizou sua participação no programa destacando um elogio que recebeu de Trump.

“E ele sempre falava que, pela primeira vez, tivemos um presidente não hostil aos Estados Unidos, que fui eu”, concluiu Bolsonaro.

Assista ao vídeo:

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Após a polêmica envolvendo a proposta de taxação de produtos brasileiros, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pretende impor tarifas de até 50% sobre mercadorias importadas do Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (15/07) a um portal de notícias, foi questionado sobre o assunto e afirmou que não possui nenhuma influência sobre a decisão.

Segundo Bolsonaro, essa é uma decisão tomada exclusivamente por Trump, sem qualquer relação com sua figura política, contrariando rumores veiculados por parte da imprensa, que sugeriam que a medida seria uma retaliação do governo americano em solidariedade às investigações que o ex-presidente enfrenta no Brasil. Vale lembrar que, em declarações recentes, Trump classificou o processo envolvendo Bolsonaro como uma “caça às bruxas”.

Bolsonaro também comentou uma conversa que teve com Trump durante seu mandato, quando tratou da possibilidade de taxação do aço brasileiro, destacando que conseguiu reverter a decisão após diálogo direto com o então presidente americano. O ex-presidente aproveitou para alfinetar o governo Lula (PT), argumentando que, caso houvesse interlocução eficiente, o atual governo poderia dialogar diretamente com Trump para resolver o impasse.


Saiba mais:


“Essa decisão é do Trump, não tem participação minha, não existe nenhum lobby meu. Qualquer um está vendo o que acontece comigo. Eu tive problemas com o Trump em 2019, ele queria taxar o nosso aço. Eu fui lá, conversei com ele e não taxou o nosso aço. É o que o Millei fez agora: conversou com o Trump, 80% dos produtos da região com tarifa zero; o restante, 10%. Se esse governo tivesse interlocução com o governo americano, bastava conversar com ele.Todos os países que foram taxados, alguns em até 100%, e que tinham prazo para a tarifa entrar em vigor, conversaram com o governo americano e resolveram. O que o Trump procura é uma paridade nas taxações”, afirmou Bolsonaro.

O ex-presidente também comentou as recentes declarações de Trump, que o citou ao falar sobre o processo que Bolsonaro enfrenta no Brasil, acusado de tentativa de golpe de Estado — o que ainda está em investigação. Ele aproveitou para criticar o presidente Lula e suas declarações no BRICS, onde mencionou a possibilidade de substituir o dólar nas negociações internacionais do bloco.

Ele (Trump) citou meu nome, falou da ‘caça às bruxas’. Citou também a questão das redes sociais, da liberdade de expressão, e a questão do comércio americano. Está implícito ali também o Lula querendo o fim do padrão dólar nas negociações com o BRICS. E o BRICS virou um ajuntamento de ditadores. Você pode ver… Tenho uma profunda gratidão por ele (Trump). Tivemos um excelente relacionamento, conversamos sobre muita coisa pelo mundo, fazendo planos. Fizemos muitos planos para o Brasil na questão dos nossos minérios, e de maneira geral nas commodities, com as quais competimos em alguns setores”, disse Bolsonaro.

O “eterno presidente”, como é chamado por seus apoiadores, finalizou sua participação no programa destacando um elogio que recebeu de Trump.

“E ele sempre falava que, pela primeira vez, tivemos um presidente não hostil aos Estados Unidos, que fui eu”, concluiu Bolsonaro.

Assista ao vídeo:

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

Mais lidas

STF autoriza pagamento de férias e licenças acumuladas a magistrados

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), formou nesta terça-feira (30/6) a maioria de votos para manter a liberação de parte das...

Defesa diz que Moraes demonstrou preocupação com saúde de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu presencialmente com o ministro Alexandre de Moraes, nesta terça-feira (30/6), para reforçar o pedido de manutenção...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Notoriedade já não basta na corrida pelo Governo do Amazonas, avalia especialista

A pouco mais de três meses para as eleições, a corrida pelo Governo do Amazonas em 2026 caminha para um cenário incomum: os principais...

Governo Lula libera R$ 520 milhões para publicidade no 1º semestre

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liberou R$ 520 milhões em campanhas publicitárias entre janeiro e junho de 2026, mais que o...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Prazo para partidos prestarem contas de 2025 termina nesta terça-feira (30)

Termina nesta terça-feira (30) o prazo para os partidos políticos apresentarem a prestação de contas anual referente ao exercício financeiro de 2025. A obrigação...

Flávio Bolsonaro diz que Brasil voltará a ser “mais irmão da Argentina” caso vença eleição

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o Brasil retomará uma relação mais próxima com a Argentina caso seja eleito presidente da República nas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

STF autoriza pagamento de férias e licenças acumuladas a magistrados

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), formou nesta terça-feira (30/6) a maioria de votos para manter a liberação de parte das...

Defesa diz que Moraes demonstrou preocupação com saúde de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu presencialmente com o ministro Alexandre de Moraes, nesta terça-feira (30/6), para reforçar o pedido de manutenção...

Notoriedade já não basta na corrida pelo Governo do Amazonas, avalia especialista

A pouco mais de três meses para as eleições, a corrida pelo Governo do Amazonas em 2026 caminha para um cenário incomum: os principais...

Governo Lula libera R$ 520 milhões para publicidade no 1º semestre

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liberou R$ 520 milhões em campanhas publicitárias entre janeiro e junho de 2026, mais que o...

Prazo para partidos prestarem contas de 2025 termina nesta terça-feira (30)

Termina nesta terça-feira (30) o prazo para os partidos políticos apresentarem a prestação de contas anual referente ao exercício financeiro de 2025. A obrigação...

Flávio Bolsonaro diz que Brasil voltará a ser “mais irmão da Argentina” caso vença eleição

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o Brasil retomará uma relação mais próxima com a Argentina caso seja eleito presidente da República nas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]