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Defesa diz que Moraes demonstrou preocupação com saúde de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu presencialmente com o ministro Alexandre de Moraes, nesta terça-feira (30/6), para reforçar o pedido de manutenção da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-mandatário.

Segundo os advogados, o encontro ocorreu após o encerramento do prazo inicialmente estabelecido para a medida e teve como foco principal a situação de saúde de Bolsonaro e os esclarecimentos sobre a arma apreendida em sua residência.

Em publicação nas redes sociais, a defesa afirmou que Moraes ouviu atentamente os argumentos apresentados e demonstrou preocupação com o estado clínico do ex-presidente.

“O ministro relator, com muita urbanidade, deu audição atenta aos argumentos trazido tanto no que tange à atual situação médica, quanto à questão referente à arma havida na residência, deixando assente sua preocupação em relação à condição de saúde e aos cuidados que vêm sendo dispensados”, informou a equipe jurídica


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Os advogados sustentam que Bolsonaro necessita de acompanhamento médico especializado e que a continuidade da prisão domiciliar é necessária para garantir o tratamento adequado. O grupo também apresentou explicações sobre a pistola registrada em nome do ex-presidente, apreendida durante uma blitz realizada no Distrito Federal no último dia 15 de junho.

O armamento havia sido encontrado com um segurança de Bolsonaro, episódio que levou Moraes a solicitar manifestações da defesa e da Procuradoria-Geral da República sobre eventual descumprimento das condições impostas na execução penal.

Na última semana, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou ao Supremo que, até o momento, não há elementos concretos que caracterizem falta grave ou violação das medidas cautelares por parte do ex-presidente, destacando que o caso ainda está sob investigação.

De acordo com a defesa, os argumentos apresentados ao STF possuem fundamentos suficientes para justificar a continuidade do benefício humanitário. A decisão final caberá a Alexandre de Moraes, que deve analisar o pedido nos próximos dias.

Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não divulgou posicionamento oficial sobre o resultado da reunião.

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu presencialmente com o ministro Alexandre de Moraes, nesta terça-feira (30/6), para reforçar o pedido de manutenção da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-mandatário.

Segundo os advogados, o encontro ocorreu após o encerramento do prazo inicialmente estabelecido para a medida e teve como foco principal a situação de saúde de Bolsonaro e os esclarecimentos sobre a arma apreendida em sua residência.

Em publicação nas redes sociais, a defesa afirmou que Moraes ouviu atentamente os argumentos apresentados e demonstrou preocupação com o estado clínico do ex-presidente.

“O ministro relator, com muita urbanidade, deu audição atenta aos argumentos trazido tanto no que tange à atual situação médica, quanto à questão referente à arma havida na residência, deixando assente sua preocupação em relação à condição de saúde e aos cuidados que vêm sendo dispensados”, informou a equipe jurídica


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