O processo de escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolve indicação do presidente da República e aprovação pelo Senado, com sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e votação no plenário.

Desde a Constituição Federal de 1988, o rito passou a ser público, o que exige ao menos 41 votos favoráveis para confirmação.
Nesse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se destaca como o chefe do Executivo que mais indicou ministros ao STF: ao todo, foram 11 nomeações ao longo de seus mandatos.
Entre os nomes estão Dias Toffoli, Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Joaquim Barbosa, Ayres Britto, Cezar Peluso, Cristiano Zanin, Flávio Dino e o mais recente indicado Jorge Messias.
As indicações presidenciais têm impacto direto na composição da Corte e no funcionamento institucional do país, já que os ministros exercem papel central em decisões jurídicas e constitucionais.
Um levantamento do Senado reúne dados sobre cada indicação, incluindo sabatina, relatoria e resultados das votações no Senado, além de perfis dos ministros nomeados.