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Amazonas oferece serviços de apoio a mulheres vítimas de violência; veja como buscar ajuda

Nos primeiros seis meses do ano, o Governo do Amazonas registrou mais de 14 mil atendimentos nos serviços de apoio e no Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream). Desde 2015, a Sejusc conta com a Secretaria Executiva de Políticas para Mulheres (SEPM), que tem por finalidade planejar, coordenar e articular a execução de políticas públicas para esse público por meio do Serviço de Apoio Emergencial a Mulher (Sapem), do Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), da Casa Abrigo Antônia Nascimento Priante e outros serviços de atenção.

Em outubro de 2023, Juliana Silva* (nome fictício) foi atendida pelo Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem), da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), após sofrer violência doméstica por parte do marido

No caso de Juliana Silva*, a violência foi motivada depois de um pedido de separação feito por ela. Meses depois da agressão, Juliana ainda precisa de apoio psicológico e faz o tratamento regularmente no Cream. Para ela, o acompanhamento tem sido importante para lidar com o trauma.

“A gente acha que apanhou porque fez algo de errado e que a culpa é nossa. A partir de todo esse processo que passei pelo Sapem, onde me encaminharam e comecei a fazer minha terapia e tratamento, eu passei a enxergar diferente e dizer que não é minha culpa”, destacou *Juliana Silva.


Leia mais

Operação Shamar: quatro homens são presos por violência doméstica

Conheça a nova lei que reforça proteção às mulheres vítimas de violência no Brasil


Atendimento aos filhos das mulheres

A violência doméstica contra as mulheres também possui um grande impacto nas crianças e adolescentes que presenciam as cenas dentro do ambiente familiar. No Amazonas, o Cream atendeu no primeiro semestre de 2024 mais de 300 filhos de mulheres que foram assistidas pelos serviços da secretaria.

Foi o caso da *Juliana Silva, citada anteriormente. Quando sofreu as agressões do marido, os dois filhos pequenos presenciaram tudo e passaram a apresentar mudanças no comportamento. Foi através do Sapem que ela também conseguiu suporte psicológico para as crianças.

“Eles estavam necessitando muito, porque eles presenciaram a violência do pai. Eu já estava procurando atendimento no particular, mas foi através daqui (Sapem) que eu consegui tratamento para eles e estão muito bem agora”, falou a Juliana Silva*.

Como buscar ajuda

O Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem) integra a rede de atenção em defesa dos diretos da mulher e conta com seis unidades na capital, com atendimento 24h. O endereço completo e o número de telefone dos pontos pode ser consultado no site da Sejusc: https://www.sejusc.am.gov.br/disque-denuncia/.

As vítimas também podem acionar o 181, disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, além de contar com os serviços das Delegacias Especializadas de Crimes Contra a Mulher (DECCM).

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Nos primeiros seis meses do ano, o Governo do Amazonas registrou mais de 14 mil atendimentos nos serviços de apoio e no Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream). Desde 2015, a Sejusc conta com a Secretaria Executiva de Políticas para Mulheres (SEPM), que tem por finalidade planejar, coordenar e articular a execução de políticas públicas para esse público por meio do Serviço de Apoio Emergencial a Mulher (Sapem), do Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), da Casa Abrigo Antônia Nascimento Priante e outros serviços de atenção.

Em outubro de 2023, Juliana Silva* (nome fictício) foi atendida pelo Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem), da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), após sofrer violência doméstica por parte do marido

No caso de Juliana Silva*, a violência foi motivada depois de um pedido de separação feito por ela. Meses depois da agressão, Juliana ainda precisa de apoio psicológico e faz o tratamento regularmente no Cream. Para ela, o acompanhamento tem sido importante para lidar com o trauma.

“A gente acha que apanhou porque fez algo de errado e que a culpa é nossa. A partir de todo esse processo que passei pelo Sapem, onde me encaminharam e comecei a fazer minha terapia e tratamento, eu passei a enxergar diferente e dizer que não é minha culpa”, destacou *Juliana Silva.


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“Eles estavam necessitando muito, porque eles presenciaram a violência do pai. Eu já estava procurando atendimento no particular, mas foi através daqui (Sapem) que eu consegui tratamento para eles e estão muito bem agora”, falou a Juliana Silva*.

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