O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM) identificou diversas irregularidades na Cenart Arquitetura Artística, empresa responsável pelo guindaste que tombou e causou a morte do operário Antônio Rodrigues, de 40 anos, neste domingo (23/11), no Largo São Sebastião, Centro de Manaus.
Segundo o Crea-AM, a empresa já havia sido autuada na semana anterior, durante fiscalização que constatou a ausência de documentação obrigatória. Na ocasião, a Cenart apresentou apenas ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica) relacionadas à parte elétrica e a estruturas metálicas, insuficientes para autorizar operações com guindastes.
O órgão informou ainda que, até a última sexta-feira (21/11), não havia qualquer operação de guindaste autorizada no local, apenas o uso de um caminhão-munck, que também recebeu autuação.
Neste domingo, após o acidente, fiscais identificaram a empresa responsável e seu CNPJ. O trabalhador presente na operação não soube informar se havia ART específica para o içamento nem apresentou o plano de rigging, documento obrigatório para esse tipo de manobra. Nenhuma ART vinculada ao serviço que estava sendo executado no momento do tombamento foi localizada.
O Crea-AM destacou que segue acompanhando o caso e adotando todas as medidas necessárias dentro de sua competência legal.
Confira a nota na íntegra:
Foto: Divulgação
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O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM) identificou diversas irregularidades na Cenart Arquitetura Artística, empresa responsável pelo guindaste que tombou e causou a morte do operário Antônio Rodrigues, de 40 anos, neste domingo (23/11), no Largo São Sebastião, Centro de Manaus.
Segundo o Crea-AM, a empresa já havia sido autuada na semana anterior, durante fiscalização que constatou a ausência de documentação obrigatória. Na ocasião, a Cenart apresentou apenas ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica) relacionadas à parte elétrica e a estruturas metálicas, insuficientes para autorizar operações com guindastes.
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