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David destaca posição do novo aterro sanitário na política de Bolsa de Créditos de Carbono

O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), voltou a destacar, nesta terça-feira (11/11), que o novo aterro sanitário da cidade vai estar alinhado com a política do Bolsa de Créditos de Carbono da Amazônia, que pretende movimentar até US$ 500 milhões até 2028 em projetos de preservação florestal, infraestrutura natural e ações de adaptação climática.

David Almeida citou especificamente que no aterro será instalada uma usina de produção de energia fotovoltaica, que usará o Sol para produzir quatro megawats de energia ao mês e que será colocada na rede de distribuição do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O prefeito de Manaus também destacou que o gás metano gerado pela decomposição dos resíduos sólidos aterrados no local será canalizado e armazenado para ser usado em ônibus do sistema de transporte da cidade e também pelos carros coletores de lixo. Tais veículos, contudo, deverão ser convertidos para serem movidos a gás natural.


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Projeto prevê alto investimento

A prefeitura prevê o início das operações do novo aterro sanitário da cidade para fevereiro de 2026. O empreendimento está localizado no km 19 da rodovia AM-010, no bairro Lago Azul, zona Norte.

O aterro ocupará uma área de 67 hectares, dividida em quatro células operacionais. Cada célula terá cerca de cinco hectares e poderá receber até 2.600 toneladas de resíduos por dia. A vida útil estimada é de 20 anos.

O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 100 milhões, com custo médio de R$ 25 milhões por célula. O projeto é executado pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana.

Ainda de acordo com o Executivo municipal, o aterro contará com sistema de impermeabilização do solo, tratamento de chorume e captação de biogás. O gás produzido poderá ser usado na geração de energia ou no abastecimento de veículos de coleta.

A iniciativa atende às normas ambientais do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e substitui o atual aterro controlado da cidade, que opera no limite da capacidade.

O novo aterro integra o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos e faz parte das metas de adequação ambiental e modernização da coleta em Manaus.

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), voltou a destacar, nesta terça-feira (11/11), que o novo aterro sanitário da cidade vai estar alinhado com a política do Bolsa de Créditos de Carbono da Amazônia, que pretende movimentar até US$ 500 milhões até 2028 em projetos de preservação florestal, infraestrutura natural e ações de adaptação climática.

David Almeida citou especificamente que no aterro será instalada uma usina de produção de energia fotovoltaica, que usará o Sol para produzir quatro megawats de energia ao mês e que será colocada na rede de distribuição do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O prefeito de Manaus também destacou que o gás metano gerado pela decomposição dos resíduos sólidos aterrados no local será canalizado e armazenado para ser usado em ônibus do sistema de transporte da cidade e também pelos carros coletores de lixo. Tais veículos, contudo, deverão ser convertidos para serem movidos a gás natural.


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O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 100 milhões, com custo médio de R$ 25 milhões por célula. O projeto é executado pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana.

Ainda de acordo com o Executivo municipal, o aterro contará com sistema de impermeabilização do solo, tratamento de chorume e captação de biogás. O gás produzido poderá ser usado na geração de energia ou no abastecimento de veículos de coleta.

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