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Empresa amazonense leva pirarucu aos Estados Unidos e amplia mercado internacional

A empresa amazonense Frigopesca, um dos maiores frigoríficos de pescado do Norte do país, firmou contrato com uma empresa dos Estados Unidos para exportar pirarucu congelado. O acordo, fechado em 2025, marca a retomada das vendas ao mercado norte-americano e amplia a presença do pescado amazônico no exterior.

Além de atender grande parte do mercado brasileiro, a Frigopesca já exporta para países da América do Sul, como Peru e Colômbia, e agora volta a operar com os Estados Unidos. A empresa é uma das poucas do Amazonas autorizadas a exportar para o país, por cumprir exigências sanitárias e padrões internacionais de produção.

“Anteriormente, vendíamos para os Estados Unidos, mas tivemos problemas com o parceiro comercial e suspendemos a operação. Agora, estamos retomando aos poucos até nos estruturarmos para fechar uma parceria em larga escala”, afirmou Raimundo Pinheiro, conhecido como Chikó, presidente da Frigopesca.

Segundo ele, o mercado americano é promissor, mas exige grande capacidade de fornecimento.

“Visitamos uma rede com 900 supermercados. Se vendêssemos mil quilos para cada um, seriam 900 toneladas por mês, algo para o qual ainda estamos nos preparando”, explicou.

Outros países também demonstraram interesse pelo pescado amazonense, incluindo nações da Europa. No entanto, entraves legais e tarifários ainda impedem a exportação direta para o bloco europeu. Já as peles de peixe, especialmente de pirarucu, têm mercado garantido no exterior.

“As peles são vendidas para o Rio de Janeiro e exportadas para os Estados Unidos, México e Europa. É um mercado novo que nos anima muito”, disse Chikó.


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Fundada em 1982, a Frigopesca começou como um pequeno frigorífico no interior do Amazonas e se expandiu ao longo das décadas. Atualmente, emprega cerca de 250 funcionários, chegando a mais de 450 no período da safra, e movimenta uma rede de aproximadamente 10 mil pescadores em diversos municípios do estado. A empresa fatura cerca de R$ 50 milhões por ano e segue investindo na expansão do mercado internacional.

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A empresa amazonense Frigopesca, um dos maiores frigoríficos de pescado do Norte do país, firmou contrato com uma empresa dos Estados Unidos para exportar pirarucu congelado. O acordo, fechado em 2025, marca a retomada das vendas ao mercado norte-americano e amplia a presença do pescado amazônico no exterior.

Além de atender grande parte do mercado brasileiro, a Frigopesca já exporta para países da América do Sul, como Peru e Colômbia, e agora volta a operar com os Estados Unidos. A empresa é uma das poucas do Amazonas autorizadas a exportar para o país, por cumprir exigências sanitárias e padrões internacionais de produção.

“Anteriormente, vendíamos para os Estados Unidos, mas tivemos problemas com o parceiro comercial e suspendemos a operação. Agora, estamos retomando aos poucos até nos estruturarmos para fechar uma parceria em larga escala”, afirmou Raimundo Pinheiro, conhecido como Chikó, presidente da Frigopesca.

Segundo ele, o mercado americano é promissor, mas exige grande capacidade de fornecimento.

“Visitamos uma rede com 900 supermercados. Se vendêssemos mil quilos para cada um, seriam 900 toneladas por mês, algo para o qual ainda estamos nos preparando”, explicou.

Outros países também demonstraram interesse pelo pescado amazonense, incluindo nações da Europa. No entanto, entraves legais e tarifários ainda impedem a exportação direta para o bloco europeu. Já as peles de peixe, especialmente de pirarucu, têm mercado garantido no exterior.

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