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“Mostre tudo para o povo”, diz Flávio ao criticar governo Lula e STF em Manaus

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) concentrou parte da agenda em Manaus, nesta sexta-feira (11/9), em críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à condução das investigações envolvendo o Banco Master.

Durante coletiva após visitar uma fábrica da Honda, no Polo Industrial de Manaus, Flávio citou investigações envolvendo a atual gestão federal, como o caso dos descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e defendeu que as apurações sobre o Banco Master sejam conduzidas com transparência.

O candidato também criticou a atuação do ministro Flávio Dino, do STF, ao comentar decisões relacionadas à investigação. Flávio voltou a defender a divulgação dos documentos do caso e afirmou que as informações devem ser apresentadas publicamente.

“Mostre tudo para o povo, porque o povo merece saber e diferenciar quem está certo”, disse.

Críticas ao Banco Master, governo Lula e STF

Questionado sobre a investigação envolvendo o Banco Master e o financiamento do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio defendeu a abertura dos sigilos e negou ter recebido recursos pessoalmente. “A melhor coisa que pode acontecer é a transparência total nesse assunto”, afirmou.

Segundo ele, o dinheiro foi destinado a um filme privado e não a ele.

“Não tem um real, não tem nada para Flávio. Tem um patrocínio para um filme privado”, disse.

Flávio também afirmou que, por ser senador de oposição ao governo Lula, não teria condições de oferecer qualquer contrapartida ao patrocinador. “Eu sou senador de oposição. O que é que eu, como senador, podia dar em contrapartida aí? Nada”, declarou.

Ao comentar a investigação, Flávio defendeu que eventuais irregularidades sejam apuradas independentemente de quem esteja envolvido e citou casos relacionados ao governo Lula.

Na mesma linha, questionou decisões relacionadas à investigação do Banco Master e criticou a atuação de Flávio Dino, que foi ministro da Justiça durante o governo Lula antes de assumir uma cadeira no STF.

Flávio também afirmou que as investigações ocorrem em meio ao cenário eleitoral e acusou adversários de tentar atingir sua candidatura.

Zona Franca de Manaus

Depois de abordar temas nacionais, Flávio apresentou propostas para o Amazonas e colocou a Zona Franca de Manaus (ZFM) entre as principais pautas. O candidato afirmou que considera o modelo estratégico para o país e defendeu a continuidade dos incentivos à produção instalada em Manaus.

“Hoje, eu posso falar que a Zona Franca não é mais de Manaus, é do Brasil inteiro”, afirmou.

Ao citar a Moto Honda como exemplo da produção industrial realizada no país, Flávio também criticou o que classificou como excesso de impostos e burocracia. Segundo ele, a falta de incentivos pode favorecer a transferência de empresas para outros países.

Amazonas como polo de fertilizantes

Entre as propostas apresentadas, defendeu transformar o Amazonas em um polo de fabricação de fertilizantes. A ideia seria aproveitar a disponibilidade de gás natural na região para produzir um insumo estratégico para o agronegócio brasileiro.

“O Brasil pode buscar sua soberania nesses fertilizantes. O Amazonas pode ser também esse grande polo de fabricação de fertilizantes”, declarou.

Turismo e infraestrutura

O turismo também foi citado durante a agenda. Flávio destacou as características naturais do Amazonas e defendeu a ampliação dos incentivos ao setor. “Vamos promover um grande incentivo aqui também ao turismo”, afirmou.

Na infraestrutura, o candidato prometeu buscar melhorias nas estradas que conectam os municípios amazonenses. Ele citou vias de terra prejudicadas durante o período de chuvas e mencionou a ligação entre Manaus e Porto Velho.

“Estou me comprometendo aqui, na medida do possível, a asfaltar essas estradas para gerar conexão entre as cidades”, disse.

Segundo ele, a melhoria da infraestrutura poderia facilitar o deslocamento da população e o escoamento da produção.

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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) concentrou parte da agenda em Manaus, nesta sexta-feira (11/9), em críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à condução das investigações envolvendo o Banco Master.

Durante coletiva após visitar uma fábrica da Honda, no Polo Industrial de Manaus, Flávio citou investigações envolvendo a atual gestão federal, como o caso dos descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e defendeu que as apurações sobre o Banco Master sejam conduzidas com transparência.

O candidato também criticou a atuação do ministro Flávio Dino, do STF, ao comentar decisões relacionadas à investigação. Flávio voltou a defender a divulgação dos documentos do caso e afirmou que as informações devem ser apresentadas publicamente.

“Mostre tudo para o povo, porque o povo merece saber e diferenciar quem está certo”, disse.

Críticas ao Banco Master, governo Lula e STF

Questionado sobre a investigação envolvendo o Banco Master e o financiamento do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio defendeu a abertura dos sigilos e negou ter recebido recursos pessoalmente. “A melhor coisa que pode acontecer é a transparência total nesse assunto”, afirmou.

Segundo ele, o dinheiro foi destinado a um filme privado e não a ele.

“Não tem um real, não tem nada para Flávio. Tem um patrocínio para um filme privado”, disse.

Flávio também afirmou que, por ser senador de oposição ao governo Lula, não teria condições de oferecer qualquer contrapartida ao patrocinador. “Eu sou senador de oposição. O que é que eu, como senador, podia dar em contrapartida aí? Nada”, declarou.

Ao comentar a investigação, Flávio defendeu que eventuais irregularidades sejam apuradas independentemente de quem esteja envolvido e citou casos relacionados ao governo Lula.

Na mesma linha, questionou decisões relacionadas à investigação do Banco Master e criticou a atuação de Flávio Dino, que foi ministro da Justiça durante o governo Lula antes de assumir uma cadeira no STF.

Flávio também afirmou que as investigações ocorrem em meio ao cenário eleitoral e acusou adversários de tentar atingir sua candidatura.

Zona Franca de Manaus

Depois de abordar temas nacionais, Flávio apresentou propostas para o Amazonas e colocou a Zona Franca de Manaus (ZFM) entre as principais pautas. O candidato afirmou que considera o modelo estratégico para o país e defendeu a continuidade dos incentivos à produção instalada em Manaus.

“Hoje, eu posso falar que a Zona Franca não é mais de Manaus, é do Brasil inteiro”, afirmou.

Ao citar a Moto Honda como exemplo da produção industrial realizada no país, Flávio também criticou o que classificou como excesso de impostos e burocracia. Segundo ele, a falta de incentivos pode favorecer a transferência de empresas para outros países.

Amazonas como polo de fertilizantes

Entre as propostas apresentadas, defendeu transformar o Amazonas em um polo de fabricação de fertilizantes. A ideia seria aproveitar a disponibilidade de gás natural na região para produzir um insumo estratégico para o agronegócio brasileiro.

“O Brasil pode buscar sua soberania nesses fertilizantes. O Amazonas pode ser também esse grande polo de fabricação de fertilizantes”, declarou.

Turismo e infraestrutura

O turismo também foi citado durante a agenda. Flávio destacou as características naturais do Amazonas e defendeu a ampliação dos incentivos ao setor. “Vamos promover um grande incentivo aqui também ao turismo”, afirmou.

Na infraestrutura, o candidato prometeu buscar melhorias nas estradas que conectam os municípios amazonenses. Ele citou vias de terra prejudicadas durante o período de chuvas e mencionou a ligação entre Manaus e Porto Velho.

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