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Orçamento da União para 2027 prevê gastos de R$ 7,4 trilhões

O Orçamento da União para 2027 prevê despesas de aproximadamente R$ 7,4 trilhões. A proposta estabelece recursos para a manutenção dos serviços públicos, investimentos e pagamento de benefícios, além de projetar superávit primário de R$ 18,6 bilhões.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), escolhido relator-geral do projeto, afirmou que pretende priorizar recursos para saúde, educação, infraestrutura e segurança. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (3), ele agradeceu a confiança dos colegas do Senado e da Câmara dos Deputados.

“Definir onde o país investe é uma responsabilidade enorme e vou me dedicar com total afinco a esse trabalho”, declarou.

A proposta orçamentária (PLN 24/2026), enviada pelo governo federal ao Congresso em 31 de agosto, está em análise na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Como relator-geral, Braga será responsável por elaborar o parecer final e negociar ajustes e prioridades de gastos com os parlamentares.

Do total previsto, R$ 2,576 trilhões correspondem às despesas primárias, que incluem a manutenção dos serviços públicos, pagamento de benefícios e investimentos. O projeto reserva ainda R$ 133,8 bilhões para investimentos públicos e R$ 44,8 bilhões para emendas parlamentares.


Leia mais

Eduardo Braga será relator do Orçamento da União de 2027

Eduardo Braga assume relatoria de projeto que definirá novo imposto federal


Entre os parâmetros econômicos, a proposta estabelece salário mínimo de R$ 1.741 para 2027. Já o superávit primário projetado representa a diferença positiva entre receitas e despesas, sem considerar os juros da dívida pública.

A expectativa do Congresso é votar o Orçamento (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) até 17 de dezembro. A LDO estabelece as metas e regras que orientam a elaboração do Orçamento anual.

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O Orçamento da União para 2027 prevê despesas de aproximadamente R$ 7,4 trilhões. A proposta estabelece recursos para a manutenção dos serviços públicos, investimentos e pagamento de benefícios, além de projetar superávit primário de R$ 18,6 bilhões.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), escolhido relator-geral do projeto, afirmou que pretende priorizar recursos para saúde, educação, infraestrutura e segurança. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (3), ele agradeceu a confiança dos colegas do Senado e da Câmara dos Deputados.

“Definir onde o país investe é uma responsabilidade enorme e vou me dedicar com total afinco a esse trabalho”, declarou.

A proposta orçamentária (PLN 24/2026), enviada pelo governo federal ao Congresso em 31 de agosto, está em análise na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Como relator-geral, Braga será responsável por elaborar o parecer final e negociar ajustes e prioridades de gastos com os parlamentares.

Do total previsto, R$ 2,576 trilhões correspondem às despesas primárias, que incluem a manutenção dos serviços públicos, pagamento de benefícios e investimentos. O projeto reserva ainda R$ 133,8 bilhões para investimentos públicos e R$ 44,8 bilhões para emendas parlamentares.


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