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Genial/Quaest: eleitor prefere acompanhar propostas e entrevistas

À medida que as eleições de 2026 se aproximam, os eleitores brasileiros demonstram preferência por acompanhar a disputa por meio de entrevistas, propostas de governo e notícias sobre política, enquanto os grupos de WhatsApp e os eventos de rua aparecem entre os formatos com menor adesão. É o que aponta um levantamento da Genial/Quaest, divulgado na sexta-feira (17).

O dado que mais chama atenção no painel é o baixo interesse dos eleitores em participar de grupos de WhatsApp voltados à política: 87% afirmam que não pretendem entrar nesse tipo de grupo durante as eleições. Apenas 11% dizem que devem participar, enquanto 2% ainda estão indecisos.

Foto: Reprodução

O resultado indica que, apesar da força das plataformas digitais na comunicação política, os grupos fechados de mensagens não aparecem como um dos principais caminhos escolhidos pelos eleitores para acompanhar a eleição.

Entrevistas e propostas lideram preferência

Segundo o levantamento, 63% dos entrevistados afirmam que pretendem acompanhar as entrevistas dos candidatos. O mesmo percentual, de 63%, diz que deve acompanhar as propostas e os programas de governo apresentados durante a campanha.

O noticiário sobre política aparece logo depois, com 60% de intenção de acompanhamento. Os números mostram que, entre os eleitores pesquisados, há uma preferência maior por formatos que permitam conhecer os candidatos, suas ideias e propostas para o país.

Redes sociais dividem opiniões

O painel também revela um cenário mais equilibrado quando o assunto é acompanhar campanhas pelas redes sociais. 47% dizem que pretendem acompanhar as campanhas nas plataformas digitais, enquanto 48% afirmam que não devem fazê-lo. Outros 5% ainda não sabem.

A propaganda eleitoral gratuita apresenta resultado semelhante: 46% pretendem acompanhá-la, enquanto 49% dizem que não e 5% ainda estão indecisos.

Os números indicam que, embora redes sociais e propaganda eleitoral continuem sendo ferramentas importantes para as campanhas, não há uma maioria clara entre os eleitores que pretende utilizá-las como principal forma de acompanhar a disputa.


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Eventos de rua têm baixa adesão

A participação presencial também aparece entre as opções menos escolhidas. 71% dos entrevistados afirmam que não pretendem ir a eventos de rua em apoio a candidatos. Outros 24% dizem que devem participar, enquanto 5% ainda não decidiram.

O resultado aponta para uma possível mudança no comportamento do eleitor durante a campanha: em vez de participar diretamente de atos políticos ou integrar grupos de mensagens, uma parcela significativa prefere acompanhar entrevistas, conhecer propostas e buscar informações por meio do noticiário.

O que o eleitor pretende fazer nas eleições de 2026?

O painel da Genial/Quaest mostra, portanto, um eleitor que tende a priorizar informação e conteúdo político, mas que demonstra menor disposição para participar ativamente de determinados formatos de campanha.

Entre as principais conclusões estão:

  • 63% pretendem acompanhar entrevistas dos candidatos;
  • 63% devem acompanhar propostas e programas de governo;
  • 60% pretendem acompanhar o noticiário sobre política;
  • 47% devem acompanhar campanhas nas redes sociais;
  • 46% pretendem assistir à propaganda eleitoral gratuita;
  • 24% devem participar de eventos de rua em apoio a candidatos;
  • Apenas 11% pretendem participar de grupos de WhatsApp sobre política.

Os dados ajudam a traçar um retrato do comportamento do eleitor para as próximas eleições e mostram que a disputa por atenção não estará apenas nas redes sociais. Para uma parcela expressiva dos brasileiros, entrevistas, propostas de governo e cobertura jornalística continuam entre os principais caminhos para acompanhar os candidatos e formar opinião durante a campanha.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07181/2026.

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À medida que as eleições de 2026 se aproximam, os eleitores brasileiros demonstram preferência por acompanhar a disputa por meio de entrevistas, propostas de governo e notícias sobre política, enquanto os grupos de WhatsApp e os eventos de rua aparecem entre os formatos com menor adesão. É o que aponta um levantamento da Genial/Quaest, divulgado na sexta-feira (17).

O dado que mais chama atenção no painel é o baixo interesse dos eleitores em participar de grupos de WhatsApp voltados à política: 87% afirmam que não pretendem entrar nesse tipo de grupo durante as eleições. Apenas 11% dizem que devem participar, enquanto 2% ainda estão indecisos.

Foto: Reprodução

O resultado indica que, apesar da força das plataformas digitais na comunicação política, os grupos fechados de mensagens não aparecem como um dos principais caminhos escolhidos pelos eleitores para acompanhar a eleição.

Entrevistas e propostas lideram preferência

Segundo o levantamento, 63% dos entrevistados afirmam que pretendem acompanhar as entrevistas dos candidatos. O mesmo percentual, de 63%, diz que deve acompanhar as propostas e os programas de governo apresentados durante a campanha.

O noticiário sobre política aparece logo depois, com 60% de intenção de acompanhamento. Os números mostram que, entre os eleitores pesquisados, há uma preferência maior por formatos que permitam conhecer os candidatos, suas ideias e propostas para o país.

Redes sociais dividem opiniões

O painel também revela um cenário mais equilibrado quando o assunto é acompanhar campanhas pelas redes sociais. 47% dizem que pretendem acompanhar as campanhas nas plataformas digitais, enquanto 48% afirmam que não devem fazê-lo. Outros 5% ainda não sabem.

A propaganda eleitoral gratuita apresenta resultado semelhante: 46% pretendem acompanhá-la, enquanto 49% dizem que não e 5% ainda estão indecisos.

Os números indicam que, embora redes sociais e propaganda eleitoral continuem sendo ferramentas importantes para as campanhas, não há uma maioria clara entre os eleitores que pretende utilizá-las como principal forma de acompanhar a disputa.


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O resultado aponta para uma possível mudança no comportamento do eleitor durante a campanha: em vez de participar diretamente de atos políticos ou integrar grupos de mensagens, uma parcela significativa prefere acompanhar entrevistas, conhecer propostas e buscar informações por meio do noticiário.

O que o eleitor pretende fazer nas eleições de 2026?

O painel da Genial/Quaest mostra, portanto, um eleitor que tende a priorizar informação e conteúdo político, mas que demonstra menor disposição para participar ativamente de determinados formatos de campanha.

Entre as principais conclusões estão:

  • 63% pretendem acompanhar entrevistas dos candidatos;
  • 63% devem acompanhar propostas e programas de governo;
  • 60% pretendem acompanhar o noticiário sobre política;
  • 47% devem acompanhar campanhas nas redes sociais;
  • 46% pretendem assistir à propaganda eleitoral gratuita;
  • 24% devem participar de eventos de rua em apoio a candidatos;
  • Apenas 11% pretendem participar de grupos de WhatsApp sobre política.

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